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quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Acendendo a luz na penumbra do auditório


Daniel Martins*
Sexta-Feira. O Teatro Municipal abre suas portas, a partir das sete da noite para mais um clássico. O público chega, enche o auditório e, por falta de assentos, alguns ficam de pé no fundo. Começa a peça. Até aí, nada mais corriqueiro.

Depois de quinze minutos, a peça –– presumivelmente interessante –– já atraiu a completa atenção dos espectadores. Nesse momento, uma turma de três bate-carteiras começa seu “trabalho”. O que fazer?
Sem mais, um dos que estavam de pé percebe o golpe dos trombadinhas e pensa em uma saída. Se a principal arma dos bandidinhos é a luz apagada, nada mais sensato do que acendê-la...
Alguém logo perceberá o golpe e dará o alarde salvador.

Pois bem. Imerso no corre-corre e no caos moderno, o Brasil vai assistindo os acontecimentos. Muitas vezes sentado... a luz está apagada, e os bate-carteiras, os bate-tranqüilidade e os bate-moralidade começam a agir.

É o que estão fazendo certos ativistas do lobby internacional do aborto. Sua arma? Deixar a luz apagada. Ou seja, tomar cuidado para não despertar a consciência de 90% da população que, de acordo com dados do DataFolha, é contrária ao assassinato de inocentes. Pois se a população se levantar contra sua sanha, a liberação do aborto não passará como lei no Brasil.

O que é preciso então? Acender a luz!

Esse é o objetivo do recentíssimo livro do Pe. David Francisquini, o Catecismo
Contra o Aborto
. Assessorado por uma comissão de médicos e juristas, o ilustre sacerdote trata de todos os pontos que os abortistas nos querem fazer esquecer. Quando começa a vida humana? O que dizer do aborto em caso de estupro? Por que o aborto é um pecado gravíssimo? Quais são as seqüelas físicas, morais e psicológicas de um aborto? Temos a obrigação perante Deus de combatê-lo?

Livro denso, sucinto, de agradável leitura. Disponível no site:

É só um livro... mas pode apertar o interruptor de luz do auditório na penumbra!
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* Daniel Martins é colaborador da ABIM

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Aborto: o artigo que outrora eu não precisaria escrever...


Roger Luis Vargas (*)


Foi recentemente lançado o Catecismo contra o aborto: Por que devo defender a vida humana, de autoria do Pe. David Francisquini. Este opúsculo trata da questão do aborto à luz da doutrina católica, da Lei natural e da ciência médica.


Nele o assunto é apresentado em forma de perguntas e respostas. São respondidas as principais objeções apregoadas e difundidas a todo momento, tanto na mídia como em nossos meios (mesmo em círculos ditos católicos).
O livro explica em que consiste o sagrado dom da vida na Terra. Discorre sobre os diferentes métodos utilizados no procedimento do aborto. Relembra verdades esquecidas como o “aborto é um pecado que brada aos Céus e clama a Deus por vingança”. Aprofunda-se no tema, discorrendo sobre as relações do nascituro e a intimidade deste com Deus. Alerta sobre as seqüelas deixadas na mãe –– não somente físicas, mas também psicológicas.

Por fim, após discorrer sobre a questão legal do aborto no Brasil, termina com um apêndice sobre o aborto em nível internacional.

Não creio que pessoa alguma possa afirmar que tal obra não tenha uma importância fundamental em nossos dias. Livro destinado não apenas àquelas que serão chamadas a ser mães, mas a todos aqueles preocupados com a Lei de Deus e a vida humana.

Segundo estatísticas oficiais, a cada ano são contabilizados 46 milhões de abortos em todo o mundo (perfazendo um total de aproximadamente 1 bilhão a cada 22 anos). Todavia, não é possível chegar ao número real de abortos já cometidos, visto que em 1919 o aborto já era legal na Rússia comunista.

Imagino-me voltando um século no tempo e escrevendo o mesmo artigo, alertando as futuras mães a não incorrerem em tão grave pecado. Creio que, em minha viagem histórica regressiva, eu seria alvo do repúdio da sociedade de outrora, por julgar o artigo deslocado, tão impensável era o aborto naquela época. Donde me veio a inspiração para o título deste artigo, uma maneira de ajudar a todos que vivemos numa sociedade materializada e amoral –– a civilização do século XXI –– a refletir sobre a afirmação: Um artigo que outrora eu não precisaria escrever...
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(*) Roger Luis Vargas é colaborador da ABIM


domingo, 3 de maio de 2009

Entre a Mãe de Deus e a mãe da eugenia, para que lado pende a balança de Hillary Clinton?

Fotomontagem tendo no centro Chris Smith, à direita a Imagem de Na. Sra. de Guadalupe, à esquerda Margaret Sanger

Heitor Abdalla Buchaul (*)
O congressista republicano Chris Smith, em discurso pronunciado na Câmara de Representantes (constituída por deputados federais), no dia 3 de abril de 2009, salientou a atitude contraditória da Secretária de Estado americano, Hillary Clinton, que logo após visitar a Basílica de Nossa Senhora de Guadalupe, no México, onde ofereceu um buquê de flores em nome do povo americano, recebeu da organização abortista Planned Parenthood o Prêmio Margaret Sanger (fundadora da organização) ocasião em que se declarou impressionada pela figura de Sanger.

Questionou o congressista Smith em seu discurso: “Com todo respeito, pergunto a Hillary Clinton: Está brincando? ‘Impressionada’ por Margaret Sanger, que disse em 1921 que a 'eugenia é a via mais adequada e exaustiva para resolver a discriminação racial, política, e os problemas sociais”. E em 1922 asseverou que “o mais misericordioso que uma família pode fazer a um de seus membros é matá-lo”.

Smith assinalou também a declaração de Hillary (foto), de que Margaret Sanger empreendeu uma das maiores transformações “de toda a história da raça humana”.

“Transformação, sim. Mas não para bem se a pessoa for pobre, marginalizada, fraca, de cor, vulnerável, ou um dos muitos chamados indesejáveis que Sanger teria excluído e exterminado da raça humana”,
explicou ele.

Segundo o congressista, os dois atos públicos “na Cidade do México e em Houston nos apresentam duas irreconciliáveis visões do mundo”.

“Por um lado, o milagre da Virgem de Guadalupe durante cinco séculos trouxe uma mensagem de esperança, fé, paz, reconciliação e proteção dos mais débeis, os mais vulneráveis entre nós. Por outro lado, cada ano, a Planned Parenthood de Margaret Sanger mata 300 mil meninas e meninos em suas clínicas de aborto espalhadas pelos Estados Unidos".

"Nossa Secretária de Estado desconhece as crenças desumanas de Margaret Sanger? Não se informou sobre o cruel e temerário desprezo dela para com os pobres e as mulheres grávidas? No mínimo, a Secretária de Estado Clinton deveria devolver o Prêmio Sanger”.

No dia 22 de abril de 2009, a Secretária de Estado falou sobre o aborto, numa audiência na Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Representantes, sendo contestada pelo deputado republicano e opositor do aborto Jeff Fortenberry (na foto ao lado de Condoleezza Rice). Este acusou o governo americano de forçar os contribuintes a pagar políticas das quais discordam. Hillary Clinton respondeu-lhe nos seguintes termos: “Temos uma desavença essencial [...] eu defendo, fortemente, que você tem o direito de argumentar e que todo mundo que está do seu lado deve ter liberdade para argumentar em qualquer lugar do mundo. Nós também". E prosseguiu: “Só que nós consideramos o planejamento familiar uma parte muito importante da saúde das mulheres, e a saúde da reprodução inclui o acesso ao aborto que, a meu ver, deve ser seguro, legal e inusual”.

* * *
O Departamento de Estado anunciou em março passado a doação de até 50 milhões de dólares ao Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) em 2009, a primeira contribuição no decorrer de sete anos para essa instituição, que financia principalmente campanhas a favor da contracepção.

Pelas palavras e pela política explicitamente desenvolvida pela Secretária de Estado, que acompanha a orientação do governo Obama, fica claro, realmente, qual é o tipo de mãe de sua preferência.
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(*) Heitor Abdalla Buchaul é colaborador da ABIM

terça-feira, 3 de março de 2009

Mais de um milhão rezam pela família em Madri

Multidão de espanhóis afluiu a Madri para participar da “Missa das Famílias” na grande Plaza de Colón, no centro da capital, por ocasião da festa da Sagrada Família. Desafiaram a neve e temperaturas gélidas para homenagear “o modelo da verdadeira família: a Sagrada Família de Nazaré”. E manifestaram seu repúdio às tentativas socialistas de ampliar as leis de aborto, divórcio e pseudo-casamento homossexual. A enorme manifestação repercutiu no “Washington Post” e no “Los Angeles Times” dos EUA, e até no “China Post” de Taiwan. Porém, como de costume, a imprensa brasileira fez silêncio sobre ela, pois os grandes espaços midiáticos estavam ocupados pelas arruaças promovidas por grupelhos anarquistas...
(Agência Boa Imprensa -- ABIM)

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Aborto de anencéfalicos: violação da Lei de Deus e da Lei natural

Pe. David Francisquini (*)
Diante da possibilidade de legalização do aborto para fetos anencéfalos, percebe-se o embuste que lesa a dignidade e a honra da pessoa humana. Posto o processo de fecundação, não se pode provocar uma interrupção direta e voluntária de uma vida humana, porque isso contraria a ordem estabelecida por Deus na natureza. Além de inconstitucional, é pecado de malícia peculiar que clama aos Céus por vingança.

Caso persista tal obstinação abortista, não podemos descartar que a justiça divina se faça sentir no Brasil. Não bastassem as muitas leis iníquas já aprovadas pelo Congresso, recrudesce agora tentativa da introdução do aborto. A voz de tantos seres humanos, silenciadas ainda em botão, estarão a bradar ante Deus por castigos.

Deus disse a Caim, que matou seu irmão Abel: “Que é que fizeste? A voz do sangue de teu irmão clama desde a Terra até a Mim. Agora, pois, serás maldito sobre a Terra... quando tu a tiveres cultivado, ela não te dará os seus frutos: tu andarás como errante fugitivo sobre a Terra” (Gen. IV, 10).

O que pensar de um tribunal decidindo a sorte de incontáveis vidas de nascituros? Faz-me lembrar Nosso Senhor Jesus Cristo sendo julgado pelo magistrado romano, ou ainda as figuras sinistras de Hitler e Stalin, dos regimes nazista e comunista, matando com requintes de crueldade milhões de pessoas.

A tentativa de revogar o quinto Mandamento da Lei de Deus e a própria Lei natural corresponde a uma revolta contra Aquele que o instituiu, e que criou a natureza humana.

Minha alma de sacerdote católico, apostólico, romano vê com tristeza o fato de o Episcopado nacional não estar dando a devida atenção a tão grave ofensiva à ordem criada. Sua preocupação preponderante refere-se à questão social, a propósito da qual – diga-se de passagem – enfoca o mais das vezes de modo equivocado a doutrina social tradicional dos Sumos Pontífices, causando essa atitude perplexidades em muitos fiéis.

O aborto direto e voluntário constitui pecado friamente premeditado, que revolta o senso moral do homem, e consiste em crime de homicídio. A Igreja católica pune com pena de excomunhão quem o pratica ou participa diretamente de sua execução. Mesmo que o pretexto para executar um aborto seja a anencefalia do nascituro, pois contraria a doutrina milenar da Santa Igreja: Deus, ao criar o homem à sua imagem e semelhança, concedeu-lhe um fim supremo e eterno; e somente Ele tem o direito de tirar a vida de sua criatura.

Ao ser gerada uma vida humana, debilitada ou com defeitos, não se pode negar que ela tenha alma imortal, concebida no pecado original e que deve receber o batismo, meio absolutamente necessário para se salvar, pois assim se exprimiu o próprio Nosso Senhor: “Quem não renascer na água e no Espírito Santo, não poderá entrar no reino dos Céus”.

Cabe lembrar que as relações de cada alma com Deus constituem um mistério que paira acima do desenvolvimento mais ou menos perfeito de sua sensibilidade, e mesmo de sua inteligência. Tais relações começam, quando a criança está sendo formada no seio materno.

Em meu múnus sacerdotal, já deparei com casos de mães que enfrentaram toda a pressão que se costuma exercer sobre elas em caso da anencefalia ou de outro defeito físico do nascituro; e deram à luz crianças cujo batismo eu mesmo administrei. Houve até um caso em que foi diagnosticada anencefalia, mas que, na realidade, não o era. A criança nasceu, recebeu o batismo e está viva até hoje. Quantos casos como este não haverá por este Brasil afora? Os defeitos físicos são muitas vezes decorrências do pecado original e, apesar do batismo apagá-lo, não elimina da natureza humana suas conseqüências. Devemos saber suportá-los com verdadeira resignação cristã.

Compreende-se, em vista disso, a tristeza e a dor com que Nossa Senhora apareceu em Fátima, lamentando os pecados e crimes cometidos pelos homens e mostrando Seu Coração cercado de espinhos, nele cravados sem dó nem piedade pelos homens ímpios.

Confiemos na Virgem Santíssima e no triunfo de Seu Imaculado Coração.

(*) Sacerdote da igreja do Imaculado Coração de Maria – Cardoso Moreira (RJ)

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Quem pratica o aborto não pode comungar

O Prefeito da Signatura Apostólica — Supremo Tribunal da Santa Sé — D. Raymond Leo Burke (foto), declarou à revista italiana “Radici Cristiane” que os abortistas, sejam simples cidadãos ou políticos, não podem receber a santa comunhão, e acrescentou que os ministros têm obrigação de lhes negar o sacramento enquanto não desistirem de apoiar esse crime abominável. O arcebispo lembrou que “receber indignamente o Corpo e o Sangue de Cristo é um sacrilégio, quando ocorre deliberadamente em pecado mortal”. Entra neste caso qualquer “funcionário público que, com conhecimento e consentimento, sustenta ações que vão contra a lei moral divina e eterna. Por exemplo, se apóia publicamente o aborto provocado”. É “simplesmente errôneo” achar que a fé deve se reduzir ao âmbito privado esquecendo o âmbito público, por isso esta norma não interfere indevidamente no plano político, esclareceu Mons. Burke.
(Agência Boa Imprensa – ABIM)

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Intolerância blasfematória anti-vida depreda Memorial do Bilhão

Em Chantemerle-les-Blés (França) encontra-se o santuário São José de São Salvador, dedicado à memória do bilhão de crianças que morreram abortadas, segundo dados da ONU, em 1997. O Memorial do Bilhão contém um grande cruzeiro e cem cruzes pequenas — uma para cada dez milhões de crianças assassinadas. Ele foi profanado mais uma vez na noite de 22 a 23 de julho deste ano. Os profanadores picharam as estátuas de Nossa Senhora e São José, ao pé da grande cruz, com uma blasfêmia reveladora do ódio anticristão abortista: “Se Maria soubesse do aborto não teríamos todas estas amolações”. [foto] Um ato de reparação foi marcado.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Sem filhos, sem casa, sem futuro

  • Nelson Ribeiro Fragelli(*)
A Alemanha tem as melhores casas de repouso para pessoas idosas, sem lar. Enfermeiros especializados, cozinhas aprimoradas, adegas, salas de visitas, de jogos, de projeções, jardins, etc. garantem o bem-estar dos anciãos. A qualidade dessas casas faz jus à riqueza do país.

Entretanto surpreende o resultado de uma recente pesquisa realizada a pedido de uma revista especializada “Conselheiro Sênior”. Sete entre dez idosos alemães consideram essas casas “horríveis”. Um em cada oito preferiria morrer a ir parar lá. Apesar das magníficas instalações, temem não ser bem tratados. Apenas um entre quatro afirma ter ouvido parentes falar, ou pessoalmente tido boa experiência, com essas casas, segundo notícia publicada no diário “Die Welt”, de 13- 6-08.

Contudo a população não se corrige. Se essas casas de repouso estão cheias de velhos solitários, a razão é, sobretudo, porque não tiveram filhos. E não encontram, em sua ancianidade, quem deles cuide. A população do país diminui continuamente. Em face dessa situação, o governo instituiu uma ajuda financeira para as famílias que tenham filhos.

Mesmo assim, recentes estatísticas do governo mostram um recuo de 1,1 % do número de nascimentos, no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período no ano passado. Pior ainda: o número de abortos aumenta em relação ao número de nascimentos, pois a cada mil nascimentos são praticados 172 abortos.

Parafraseando os velhinhos alemães, a continuar essa tendência, “horríveis” são as perspectivas familiares desse povo.
(*) Nelson Ribeiro Fragelli é colaborador da ABIM

Obama promete aborto total, e mídia esquerdista o apóia

O candidato presidencial democrata Barack Hussein Obama pretende fazer do aborto irrestrito a maior prioridade do seu governo, se ganhar a eleição, segundo denúncia da entidade pró-vida Focus on the Family. A proposta de Obama foi feita em mensagem à famigerada entidade abortista Planned Parenthood. Falando para ativistas do aborto, Obama acrescentou: “A primeira coisa que farei como presidente é assinar o ‘Freedom of Choice Act’”, projeto do próprio Obama e 18 senadores, que visa eliminar toda lei estadual que limite o massacre dos inocentes. À luz dessa informação do site LifeSiteNews, compreende-se bem o apoio do macro-capitalismo midiático das esquerdas ao candidato democrata para as próximas eleições americanas. (Agência Boa Imprensa – ABIM)

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Incoerência radical: aborto e “direitos” dos animais

Na Suíça, que legalizou o aborto, os seres humanos não nascidos valem menos que plantas e animais, segundo o site LifeSiteNews. O Comitê de Ética Federal suíço promove agora a “dignidade” das plantas, e o Parlamento legislou sobre direitos dos cachorros, cujos donos terão que fazer um curso teórico e prático de “cuidados caninos”. Os pescadores deverão fazer uma “pesca humana”, para não “afetar” tanto os peixes. Outro regulamento protegerá os rebanhos dos “maus tratos” de seus proprietários. Em sentido contrário, foi exemplar a decisão unânime do Congresso de El Salvador, de assinar a declaração “Sim à vida”, que condena o aborto como “crime abominável”. 108 dos 118 legisladores de Honduras assinaram análogo documento. (Agência Boa Imprensa – ABIM)

sábado, 5 de julho de 2008

Contra a maconha, o “casamento” homossexual e o aborto

Pesquisa “Datafolha” registrou que 76% dos brasileiros desejam que o uso de maconha permaneça proibido por lei. A maior taxa de apoio à descriminalização da maconha situa-se nas classes mais ricas (33%), e a maior recusa entre as mais pobres (82%). Porém as esquerdas continuarão dizendo que a descriminalização é uma reivindicação popular; 45% dos entrevistados declararam-se contrários ao “casamento homossexual”, e 39% a favor; 68% querem que o aborto continue criminalizado no Brasil. Este índice está em contínuo aumento: em 2006, os que defendiam a lei existente eram 63%, e 65% em 2007. (Agência Boa Imprensa)

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Na Europa, aborto mata mais que todas as doenças somadas

Na Europa, segundo a agência vaticana Fides, o aborto é a primeira causa de mortalidade. A população cresce apenas 310.000 pessoas por ano, 12 vezes menos que nos EUA. Começará a despovoar-se a partir de 2025. A metade dos casamentos acaba em ruptura. Há mais anciãos do que crianças. A cada dia fecham-se três escolas por falta de alunos, e um bebê é abortado a cada 25 segundos. Os abortos causam mais mortes que as doenças do coração e cardiovasculares, acidentes, uso de drogas, alcoolismo e suicídio somados. Superam em número todos os óbitos causados por doença. Nas pegadas da “autodemolição da Igreja”, progride a autodemolição do continente-berço da Civilização Cristã. (Agência Boa Imprensa – ABIM)

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Sem assistência, bebês agonizam em clínicas de aborto “legal”

66 bebês que sobreviveram ao aborto foram abandonados até morrerem em clínicas para abortos “legais” na Inglaterra em 2005, segundo relatório confidencial do governo. Fatos semelhantes aconteceram no Canadá e nos EUA, informou LifeSiteNews. Segundo o relatório inglês — o Confidential Enquiry into Maternal and Child Health — as crianças agonizaram durante aproximadamente dez horas, sem ajuda. Pior. O Royal College of Obstetricians and Gynaecologists recomenda matar com uma aplicação letal os bebês abortados vivos com mais de 22 semanas. A desumanidade do genocídio do aborto vem se patenteando também na Grã-Bretanha. (Agência Boa Imprensa)

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Deus e a matança dos inocentes

Pe. David Francisquini (*)

Com zelo de pastor, venho acompanhando os debates de vários projetos de deputados e senadores visando a introdução de leis atentatórias à moral católica em nosso Pais. Agora mesmo, o Projeto de Lei 1135/91, de descriminalização do aborto, de autoria do deputado Jorge Tadeu Mudalen (DEM/SP), está para ser posto em votação.

Sob o pretexto de livrar do vexame a mulher vítima de estupro, ou de afirmar que evitar mortes por abortos clandestinos é questão de saúde pública, o Poder Executivo, através do ministro da Saúde, José Gomes Temporão, alia-se ao Legislativo nessa manobra viperina. Ao fugir do debate moral e religioso, querem eles encurtar o caminho e instituir draconianamente a pena de morte contra crianças indefesas ainda no ventre materno.

Se a tais projetos somarmos a pseudo-liberdade sexual (leia-se amor livre) promovida por muitos órgãos da mídia falada, escrita e televisiva, além de uma pressão insolente e agressiva de lobbies internacionais pró-aborto, não fica difícil perceber a existência de uma verdadeira trama maquiavélica com o objetivo definido de erradicar o que ainda existe de cristão na Terra de Santa Cruz.

Ademais, já existem sintomas claros. Mónica Roa, colombiana, advogada e ativista pró-aborto, expôs uma estratégia utilizada com êxito para introduzir o aborto em seu país:
“Constatamos que o debate em torno do tema sempre era de ordem moral e religiosa. Decidimos mudar radicalmente o rumo do debate. Começamos a tratar do aborto sempre como um problema de saúde pública, de direitos humanos e de eqüidade de gênero.”

Relembro aos leitores a doutrina do pecado coletivo de uma nação. Este é tipificado no momento em que se aprova uma lei que fere o Decálogo. E Santo Agostinho ensina que nem no Céu nem no inferno há prêmios e castigos para nações, visto serem elas premiadas ou castigadas neste mundo. O que nos leva a concluir que os protagonistas do aborto estejam a atrair a ira de Deus sobre o Brasil.

Para a moral católica, o aborto “brada aos céus e clama a Deus por vingança”, e quem o provoca incorre em excomunhão latae sententiae, isto é, automática, a qual atinge os que o praticam, quer por efeito de estupro, quer por deformidade do feto ou risco de morte da mãe. Sua Santidade Bento XVI afirmou: “A vida é obra de Deus” e “não pode ser negada a ninguém, nem ao pequeno e indefeso feto nem a quem apresenta graves incapacidades”.

No México, ainda há pouco, o Cardeal Rivera formulou a “mais firme condenação” do aborto, qualificando-o de “ato abominável” e de “execrável assassinato”. Ademais, admoestou os legisladores, que votaram favoravelmente ao aborto, pelo grave pecado cometido, proibindo-lhes a comunhão, pena extensiva aos médicos e enfermeiros que participarem de ato abortivo.

Uma responsabilidade moral difusa, mas não menos grave, pesa sobre todos os que favorecem a difusão da permissividade sexual e o menosprezo pela maternidade. Ela pesa também sobre os que deveriam assegurar políticas familiares e sociais de apoio às famílias, especialmente as mais numerosas, ou aquelas com particular dificuldade financeira para propiciar o desenvolvimento físico e educacional dos filhos.

O aborto e a violência sexual – a qual já é prerrogativa da rua, mas infelizmente se verifica no recinto dos próprios lares, onde crianças são agredidas por pessoas da própria família – são os frutos perniciosos da decadência moral em que está imersa nossa sociedade. Decadência largamente fomentada pela difusão sistemática da imoralidade refletida nas modas, nos programas de TV, na publicidade, nas músicas, etc.

Como guardião da ordem, o Estado tem o dever de zelar pela moralidade pública, não permitindo que em nome de uma falsa liberdade se faça em nosso País uma “revolução cultural”, que tripudia e aniquila os princípios perenes consubstanciados no Evangelho; e não – como vem infelizmente acontecendo – se tornar um possante propulsor da mesma revolução pela disseminação da imoralidade, da desordem e do caos.
(*) Padre da igreja Imaculado Coração de Maria –– Cardoso Moreira (RJ)



Onda anti-China cresce nos Estados Unidos
Após os remédios envenenados, rações danosas para animais, produtos de higiene peçonhentos, alimentos estragados, pneus avariados, baterias para celulares explosivas, brinquedos malfeitos e perigosos para as crianças, chegaram os “berços assassinos” chineses, que desmontam e prendem o bebê, levando-o a morrer sufocado. Devido a tal defeito, três bebês faleceram nos EUA. As autoridades americanas mandaram recolher 1 milhão desses berços, comercializados pela empresa Simplicity for Children. A indignação contra os produtos chineses está tão grande naquele país, que nos supermercados proliferam as etiquetas China Free (produto livre de componentes chineses). (ABIM)


Marcas ligadas à nobreza são as preferidas pelos paulistas
Nas melhores listas de presentes de casamento, em São Paulo, escolhem-se em geral as marcas ligadas às cortes européias. Em matéria de prataria, a preferida é a francesa Christofle, que desde 1830 fornece para os mais prestigiosos castelos europeus. Em matéria de cristais, sobressai a Baccarat, que desde 1764 fabrica na França “o cristal da realeza”. Também são muito procurados os cristais checos da Moser, casa “preferida da rainha Vitória” durante o auge do poder imperial inglês. Esses tronos, cortes e a requintada vida de castelo — salvo honrosas exceções — não existem no século XXI. Entretanto, o seu modelo de vida, profundamente embebido de tradições católicas, impressiona até nossos dias. (ABIM)

Isabellas

Paulo Roberto Campos

A opinião pública encontra-se estarrecida com o monstruoso fato ocorrido no dia 29 de março último: uma menininha, de apenas cinco anos, jogada do 6º andar de um prédio; seu corpo ficou espatifado no solo.

Nestes últimos dias, jornais, revistas, rádios, TVs e sites estiveram abarrotados de reportagens sobre esse sinistro acontecimento na capital paulista. Realmente, todos qualificam tal crime como monstruoso, e todos se perguntam: Quem matou Isabella Nardoni? Quem praticou tamanha crueldade? Por que?

Tremenda insensatez – inexplicável incoerência
Nesse caso, seria clamoroso não denunciar uma atitude de flagrante incoerência da mídia e de incontáveis pessoas. Refiro-me àquelas que, com toda razão, estão chocadíssimas com o assassinato da menina, mas que não ficam chocadas com o não menos brutal assassinato de crianças ainda no ventre materno. É incompreensível que muitas pessoas, horrorizadas com a morte de Isabella, sejam favoráveis ao aborto, portanto à eliminação de pequenas e inocentes “Isabellas”, que nem sequer viram a luz do dia.

Quantas “Isabellas” são diariamente assassinadas do modo mais desumano que se possa imaginar! Extirpar uma vida humana será sempre gravíssimo crime, não importando a idade da vítima: aos 80, 50 ou cinco anos; ou alguns meses ou dias, até mesmo algumas horas.


Ah! se um dia jornais, revistas, rádios, TVs e sites estiverem repletos de comentários contra assassinatos de bebês indefesos no útero materno, seria um acontecimento memorável! Seria um evento importante para a restauração da civilização, neste mundo neobárbaro e neopagão em que vivemos.

Oxalá, proximamente, o Brasil inteiro — que se encontra horrorizado com o caso Isabella — viesse a se comover profundamente também com as incontáveis vítimas do aborto. Assim como se deseja a condenação dos responsáveis pela morte dessa criança, também se exija a condenação dos responsáveis pela matança de crianças ainda no ventre de suas mães. A condenação não só da genitora que se submete a um aborto, mas igualmente daqueles que colaboram na execução do ato, como médicos, enfermeiras, parentes, etc.

Ambos são crimes hediondos. Ambos devem ser lamentados profundamente, e não podem ficar impunes.

“Estão se queixando do cheiro de carne humana queimada”
Recente artigo de Carlos Heitor Cony (“Folha de S. Paulo”, 11-4-08), muito apropriadamente intitulado Uma história repugnante, relata a pesquisa realizada por dois jornalistas ingleses, Michel Litchfield e Susan Kentish, sobre a “indústria do aborto” em Londres. Eles investigaram o que se passava nas clínicas abortivas, após a legalização do aborto na Inglaterra (com o “Abortion Act”, de 1967), e gravavam as conversas com os médicos. Com base na pesquisa, escreveram a clássica obra “Babies for Burning” (Bebês para queimar), editado pela Serpentine Press, de Londres.

Aqueles que desejarem adquirir tal obra em português, a encontrarão publicada pelas Edições Paulinas (São Paulo, 1985), com o título: Bebês para queimar: a indústria do aborto na Inglaterra.

O referido artigo pode ser lido na íntegra em:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq1104200842.htm. Aqui transcrevo apenas alguns trechos:

“Os autores souberam, por meio de informações esparsas, que a indústria do aborto, como qualquer indústria moderna, tinha uma linha de subprodutos: a venda de fetos humanos para as fábricas de cosméticos. [...]

Contam os jornalistas: Quando nos encontramos em seu consultório, o ginecologista pediu à sua secretária que saísse da sala. Sentou-se ao lado de Litchfield, o que melhorou a gravação, pois o microfone estava dentro da sua maleta. O médico mostrou uma carta:

— Este é um aviso do Ministério da Saúde – disse, com cara de enfado. As autoridades obrigam a incineração dos fetos... não devemos vendê-los para nada... nem mesmo para a pesquisa científica... Este é o problema....

— Mas eu sei que o senhor vende fetos para uma fábrica de cosméticos e... e estou interessado em fazer uma oferta... também quero comprá-los para a minha indústria...

— Eu quero colaborar com o senhor, mas há problemas... Temos de observar a lei... As pessoas que moram nas vizinhanças estão se queixando do cheiro de carne humana queimada que sai do nosso incinerador. Dizem que cheira como um campo de extermínio nazista durante a guerra.
E continuou: Oficialmente, não sei o que se passa com os fetos. Eles são preparados para serem incinerados, e depois desaparecem. Não sei o que acontece com eles. Desaparecem. É tudo.

— Por quanto o senhor está vendendo?

— Bem, tenho bebês muito grandes. É uma pena jogá-los no incinerador. Há uso melhor para eles. Fazemos muitos abortos tardios, somos especialistas nisso. Faço abortos que outros médicos não fazem. Fetos de sete meses. A lei estipula que o aborto pode ser feito quando o feto tem até 28 semanas. É o limite legal. Se a mãe está pronta para correr o risco, eu estou pronto para fazer a curetagem [método utilizado para desmembrar um nascituro]. Muitos dos bebês que tiro já estão totalmente formados, e vivem um pouco antes de serem mortos. Houve uma manhã em que havia quatro deles, um ao lado do outro, chorando como desesperados. Era uma pena jogá-los no incinerador, porque tinham muita gordura que poderia ser comercializada. Se tivessem sido colocados numa incubadeira, poderiam sobreviver, mas isso aqui não é berçário. Não sou uma pessoa cruel, mas realista. Sou pago para livrar uma mulher de um bebê indesejado, e não estaria desempenhando meu ofício se deixasse um bebê viver. E eles vivem, apesar disso. Tenho tido problemas com as enfermeiras, algumas desmaiam nos primeiros dias”.

“Quem derrama o sangue humano será castigado”
Realmente repugnante! Mas é a realidade de inúmeras clínicas abortivas: nascituros são espatifados, extirpados do ventre materno, incinerados, ou “comercializados”, ou jogados na lata de lixo.

Isabella também foi morta, mas não incinerada ou jogada numa lata de lixo. Felizmente, ela era batizada e teve um enterro digno, graça de que são privados os bebês assassinados por mãos abortistas.

Encerro este artigo com uma passagem da Sagrada Escritura, que se aplica aos assassinos de todos os nascituros, de todas as “Isabellas”: “Quem derrama o sangue humano será castigado pela efusão de seu próprio sangue” (Gen. 9, 6).

Mais de 200 mil manifestantes na

Paulo Roberto Campos

Com a aprovação do aborto nos Estados Unidos, em 22 de janeiro de 1973 — data hoje conhecida como “o dia da vergonha” —, o país ficou dividido. Ocorreu um verdadeiro “racha” entre aqueles que são favoráveis à “pena de morte” (leia-se aborto, ou matança dos inocentes ainda no ventre materno) versus aqueles que defendem a vida e estão indignados com o massacre de mais de 1.000.000 (isto mesmo: mais de 1 milhão!) de bebês assassinados, ANUALMENTE nos Estados Unidos, antes mesmo de verem a luz do dia. O maior holocausto da História! A vergonha de nosso século!

Estes anti-abortistas reúnem-se todos os anos em Washington, numa monumental manifestação denominada March for Life para protestar contra a aprovação do aborto.

Em 22 de janeiro p.p., a Marcha pela Vida — em sua 35ª edição — reuniu na capital americana mais de 200 mil manifestantes contra o aborto. Eram eles provenientes de centenas de movimentos anti-abortistas dos quatro cantos daquele imenso país. Apesar da baixíssima temperatura (2 graus centígrados abaixo de zero...), eles não desanimaram e enfrentaram as ruas desde a Casa Branca até a Suprema Corte, pois nessa instituição americana deu-se a aprovação do aborto com a tristemente célebre decisão Roe vs Wade — a decisão vergonhosa!

Do Brasil, contamos com valorosos representantes da causa pela vida contra o infanticídio. Eram eles do movimento Aliança Vida e Família, que foram aos Estados Unidos especialmente para participar da Marcha e bradar contra a matança de inocentes, contra esse genocídio indiscriminado de crianças indefesas.

Desde a primeira Marcha pela Vida, em 1974, a Sociedade Americana de Defesa da Tradição, Família e Propriedade tem ocupado lugar de destaque nesse grandioso evento. Membros da TFP americana, com dezenas de estandartes, portando capas vermelhas com um leão dourado e uma esplêndida fanfarra, dão um brilho todo especial à Marcha — como os leitores poderão observar no site daquele entidade
http://www.tfp.org/

Uma consideração final: essa monumental Marcha com mais de 200 mil pessoas, não foi destacada pela nossa grande mídia. Se fosse uma “marchinha” composta de uma dúzia de gatos pingados manifestando a favor do aborto, nossa mídia daria o máximo de destaque, exageraria o número com manchetes em primeira página mais ou menos como esta: “Uma multidão toma as ruas exigindo o aborto total e irrestrito”.

Ou a nossa grande imprensa padece de uma estranha doença nos olhos (“vista curta”?); ou algum distúrbio visual (“miopia ideológica”?); ou usa uns óculos que só lhe permite ver coisinhas pequenas (“estreiteza de visão”?). Ou, pior ainda: a grande imprensa é fanaticamente favorável à matança de inocentes!

Para ser imparcial, é preciso dizer que a famosa coluna da Sonia Racy, no Caderno 2 do “O Estado de S. Paulo”, com o título “Praça cheia”, publicou — embora muito sinteticamente — o que segue:

“Nunca antes a TFP havia conseguido reunir 300 mil pessoas numa passeata. Desta vez, parece que chegou lá... em Washington.
Foi essa a multidão que a TFP americana diz ter ido à sua caminhada contra o aborto, semana passada. Da qual acaba de voltar o príncipe dom Bertrand de Orleans e Bragança”.