quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Rússia e China aliam-se contra escudo americano
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Agência Boa Imprensa
domingo, 10 de julho de 2011
Megalópoles de pesadelo planejadas por Pequim
Pequim visa criar até 2020 uma megalópole – o Delta do Rio Pérola – que fundirá nove cidades e ocupará 42.000 km². Essa gigantesca futura cidade será maior que a Suíça e terá 45 milhões de habitantes. O conjunto poderia ser superado pela megalópole que amalgamaria Pequim e Tianjin, atingindo 260 milhões de habitantes, 36% mais que a população brasileira. Nesses aglomerados o indivíduo ficará reduzido a um grão de areia, valor que o comunismo chinês atribui às pessoas. Os planejadores marxistas já construíram a megalópole interiorana de Kangbashi [foto], na fronteira com a Mongólia. Foram gastos mais de 160 bilhões de dólares em prédios futuristas, com avenidas, museus, teatros e até um autódromo. Mas em Kangbashi ninguém quer ir morar e hoje ela não passa de uma cidade fantasma...
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Agência Boa Imprensa
Onda de revoltas alastra-se pela China vermelha
A ditadura chinesa passou dificuldades para recuperar o controle das ruas de Cantão (Guangzhou), centro industrial do sudeste, após um fim de semana de protestos populares. Na semana precedente, enfrentamentos entre operários e a repressão socialista ocorreram também em Chaozhou, a 340 quilômetros de Cantão. “Uma pequena faísca pode fazer explodir tudo”, escreveu Geoffrey Crothall, analista do “China Labor Bulletin”, de Hong Kong. Apenas em 2010, os motins populares ultrapassaram 130 mil (em 2006 foram 60 mil). A população está revoltada devido às limitações impostas aos seus anseios pelo direito de propriedade particular e melhores salários.
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Agência Boa Imprensa
China: escravos explorados para jogos virtuais
Prisioneiros chineses são obrigados a jogar videogames até desmaiarem, a fim de angariar dinheiro para o regime, denunciou o diário britânico “The Guardian”. No Ocidente, o jogador crê estar jogando com outro cidadão que procura entretenimento. Na China comunista, por trás do nome fictício, há um escravo submetido às violências dos carcereiros. Liu Dali, prisioneiro numa mina de carvão, contou que os trabalhadores forçados que não atingiam a quota estabelecida sofriam sovas e torturas físicas. “Ficávamos jogando até não conseguirmos enxergar mais nada”, disse. Que contas prestarão a Deus aqueles que, no Ocidente, por um prazer passageiro contribuem para manter esse cruel sistema de exploração de seres humanos?
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Agência Boa Imprensa
quarta-feira, 6 de julho de 2011
PESADELO CHINÊS
Se os pesadelos fossem só um fenômeno individual, a vida não seria tão difícil; mas quando eles se tornam coletivos, aí a coisa de fato se complica.
Se a falta de trabalho pode causar insônia, trabalho em excesso geralmente causa pesadelo. Quanto mais se o excesso não for voluntário, mas exigência de um patrão desalmado, que mantém seus empregados em regime de trabalho escravo!
E, entretanto, somos obrigados a conviver cada vez mais com produtos de um país cuja população inteira vive em constante pesadelo: a China. Sem nos darmos conta de que tais produtos provêem do suor de pessoas que são privadas de trabalhar livremente, de receber justo salário, e cuja parcela católica – por exemplo – não goza de liberdade de culto!
Ao mesmo tempo, nossos governos tratam com os ditadores chineses com a mesma naturalidade com que se entendem com os dirigentes de qualquer país democrático. E vão permitindo que o dragão amarelo vá deitando cada vez mais seus tentáculos em atividades que freqüentemente comprometem a própria segurança interna de seus respectivos países.
É o que, por exemplo, acaba de suceder na Grécia. Para “salvá-la” da crise, a China literalmente aportou ali, adquirindo o importante Porto de Pireu (ela já comprara, bem próximo de nós e entre muitos outros, um porto no Peru. Só para falar de portos...). Ela já se ofereceu para “salvar” da crise outros países civilizados, entre eles a Espanha, que vão assim ficando na sua dependência.
É também sabido que no Brasil a cobiça chinesa se tem feito sentir de modo preocupante, tanto pela conivência de nossos dirigentes como pela falta de atenção da opinião pública, desinformada ou distraída, muitas vezes com coisas secundárias.
Precisamos estar vigilantes. Enquanto o mundo oficial de inúmeros países faz todo tipo de mesuras e concessões à China, nosso próprio direito de conhecer o que ali se passa está sendo cerceado pelo seu regime opressor; publicações que denunciam a verdadeira realidade chinesa são proibidas. É o caso, por exemplo, do blog Pesadelo chinês (www.pesadelochines.blogspot.com), cuja leitura recomendo vivamente. Conselho que infelizmente não pode ser dado às populações de Pequim, Shangai ou Guangzhou... O leitor entenderá por quê.
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(*) Hélio Dias Viana é colaborar da ABIM
sábado, 28 de maio de 2011
China falsificou em grande escala moedas de euro alemãs
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Agência Boa Imprensa
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Jornal inglês pergunta: China saqueia o Brasil?
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| O presidente chinês, Hu Jintao, recebido em Brasília pelo presidente Lula |
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Agência Boa Imprensa
terça-feira, 26 de outubro de 2010
China: reações contra o regime comunista multiplicam-se
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Heróica resistência dos católicos na China
Em mais um ato público de fé e resistência ao regime comunista, 5.000 católicos chineses desafiaram a neve, o intenso frio (30ºC abaixo de zero) e a polícia, para dar digna sepultura [foto] a Mons. Leo Yao Liang, bispo coadjutor de Xiwanzi que passara 30 anos na prisão, por recusar a Associação Patriótica (igreja cismática submissa ao regime marxista). Desde 2006 a polícia manteve-o seqüestrado por causa do mesmo “crime”. As autoridades comunistas proibiram que ele fosse tratado como bispo, mas no momento da sepultura os fiéis inseriram clandestinamente as insígnias episcopais no caixão. AsiaNews lamentou que os fiéis não recebessem nenhuma mensagem de condolências do Vaticano, e que o jornal vaticano “L’Osservatore Romano” não publicasse em tempo uma necrologia do heróico mártir._____________
Agência Boa Imprensa
quarta-feira, 31 de março de 2010
China: enfrentamento católico à perseguição comunista
O Padre Giovanni Battista Luo foi preso pela polícia chinesa na diocese de Mindong (Fujian), junto com seis outros sacerdotes jovens, pelo “crime” de organizar um acampamento para 300 estudantes universitários pertencentes à Igreja Católica – dita “clandestina”, porque não obedece à cismática “Igreja Patriótica”, que é uma caricatura criada pelo Partido Comunista. A polícia invadiu o acampamento e ordenou seu fechamento, mas os sacerdotes recusaram-se a obedecer. Os religiosos deram liberdade para os estudantes voltarem às suas casas, mas só 20 deles o fizeram. A polícia ficou impressionada, e na ocasião não ousou prender ninguém. Por fim, em março o Pe. Luo foi encarcerado num “hotel” (prisão dissimulada) de Fuan. Ele havia declarado estar “pronto para ir à prisão”, e que estava “orgulhoso de ser um sacerdote católico, desejoso de professar a fé até com os atos”. E acrescentou: “Serei feliz se puder servir de testemunha de Cristo e imitar o exemplo de tantos santos mártires”. ____________
(Agência Boa Imprensa)
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Produtos chineses feitos com matéria nojenta
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Agência Boa Imprensa
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Socialismo leva chineses ao desespero e ao suicídio
A cada dois minutos um chinês comete suicídio, informou a agência France-Presse. É um dos muitos preços pagos para a realização da utopia comunista. Os antigos clãs familiares foram desfeitos, e a solidão submete os indivíduos a graus de stress formidáveis. Os hospitais psiquiátricos estão lotados. Há entre 250.000 e 300.000 suicídios por ano — 25% do total mundial. É o único país do mundo em que o número de mulheres que se suicidam é maior que o dos homens: 58% do total nacional de suicídios são femininos. É também fora do comum que haja mais suicídios no campo do que nas cidades chinesas. O psicólogo Zhu Wanli, de Chongqing, explica: “Aqui não é como no Ocidente, onde a maioria professa uma fé religiosa. A maioria das pessoas aqui não tem religião alguma, especialmente os mais jovens”. A ausência de religião é um dos efeitos catastróficos do socialismo igualitário e materialista.__________
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Doentes mentais trabalhavam como escravos na China
Mais dez empresários chineses foram presos por maltratar e escravizar doentes mentais em fábricas de tijolos do leste da China (foto), informou a agência oficial marxista “Xinhua”. O fato não é novo, é até corriqueiro, ocorrendo sob o olhar cúmplice das autoridades. A escravidão é um fato oficial e atinge milhões em fábricas-prisão, campos de reeducação pelo socialismo e até fábricas oficiais que trabalham para firmas ocidentais. O caso veio à tona quando as famílias denunciaram pela Internet que seus filhos foram seqüestrados e vendidos como escravos em Shanxi. Hoje o governo socialista se empenha para que denúncias dessas não apareçam mais na Internet._______
Agência Boa Imprensa
sábado, 16 de maio de 2009
China explora astutamente a crise mundial
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Agência Boa Imprensa
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
China: alimentos intoxicados causam pânico mundial

O leite em pó chinês adulterado gerou pânico internacional. Dezenas de fábricas foram flagradas, segundo o “New York Times”. Elas misturavam melamina — substância química usada para plásticos, colas, resinas e fertilizantes — para simular alto conteúdo protéico. Resultado: mais de 53.000 bebês foram diagnosticados com cálculos renais, algo raríssimo em crianças com essa idade. 13.000 foram hospitalizados, sendo 104 em estado grave, e alguns morreram. Nas lojas ocidentais, o tóxico foi detectado em guloseimas, bolachas, sorvetes e iogurtes feitos com o leite em pó venenoso, por multinacionais como a Nestlé e a Cadbury. Dezenas de países proibiram lácteos e derivados de origem chinesa. O lúgubre sonho maoísta da “China super-potência” mostra sua face nessa tragédia: dezenas de milhares de vítimas inocentes atingidas em todo o mundo.
(Agência Boa Imprensa – ABIM)
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Dramas ocultos por trás da modernidade da Olimpíada
A modernidade ostensiva dos estádios olímpicos de Pequim escondeu fatos monstruosos, informou o diário parisiense “La Croix”. Pequim vive envolta numa nuvem de poluição e poeira, que impede a visão além da distância de 100 metros. A população queixa-se pelo fato de o governo bombardear as nuvens de poluição com substâncias químicas; e, como conseqüência, os habitantes passarem mal. Massas de miseráveis que moram nas ruas foram expulsas sumariamente, a fim de não serem vistas pelos estrangeiros. As fábricas cessaram seus trabalhos durante os jogos, para que os atletas não ficassem asfixiados. Rodízios especiais de carros foram previstos. Os controles policiais foram cada vez mais invasivos. O governo comunista chinês decretou que o primeiro dia da Olimpíada deveria ser ensolarado, e o dia da inauguração seria azul. Ai de quem não os visse assim! (Agência Boa Imprensa – ABIM)
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Pati-Chu-Li em calistênica
- Nelson Ribeiro Fragelli(*)
E para que os visitantes vindos de toda parte não tivessem uma impressão pouco dinâmica do povo, o governo obrigou todos –– homens, mulheres e crianças, minorias étnicas –– no inverno como no verão, a fazer ginástica nas praças e parques públicos.
Pequim está pontilhada de aparelhos de ginástica azuis e amarelos. Foi-se o tempo em que Pati-Chu-Li tocava flauta de bambu, à sombra de cerejeiras em flor.
Já nos anos 50 foram introduzidos, segundo o modelo soviético, exercícios físicos obrigatórios. Mais tarde, durante a revolução cultural, Mao Tsé-Tung os aboliu. O esporte, dizia o ditador, é afim com a civilização de consumo e, portanto vulgar.
Agora, o regime comunista determinou o oposto. “É preciso combater a obesidade e os males da civilização”, dizem os atuais dirigentes. E todos têm que sair cedo, alguns ainda de pijama, para fazer barra, flexões, dar pulinhos de galo e outros exercícios. E tudo é ritmado: entoam canções patrióticas, assobiam, batem palmas, levantam pesos, as mulheres praticam danças em grupos.
E se alguém faz “corpo mole”, um instrutor usa seu alto-falante e o expulsa do campo. As mulheres não estão contentes. A tradição chinesa ainda exige delas a alvura da pele, mas com exercício físico, ao ar livre, elas a perdem. Procuram então compensar, comprando cremes de branquear a pele.
Com métodos despóticos, procura a China comunista entrar na sociedade de consumo. A iniciativa é grotesca. Os chineses vêm tudo isso com muita antipatia. Mas não têm escolha, pois o regime assim o quer.
(*) Nelson Ribeiro Fragelli é colaborador da ABIM







