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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Rússia e China aliam-se contra escudo americano

A Rússia, quatro repúblicas da ex-URSS e a China assinaram acordo em Astana, capital do Cazaquistão, contra o projeto defensivo americano de antimísseis, que deveria ser instalado na Europa. Na ocasião, o presidente russo, Dmitri Medvedev [na foto com Hu Jintao], ameaçou ressuscitar a corrida armamentista como ocorreu durante a Guerra Fria. Na verdade, a Rússia teme que o escudo antimíssil americano, oficialmente voltado contra a ameaça iraniana, neutralize os foguetes atômicos russos e impossibilite Moscou de lançar uma cartada decisiva contra o Ocidente num futuro — mas não tão improvável — conflito. E Pequim apressou-se a apoiar o Kremlin, como na trágica época de Stalin, Brejenev e Mao Tsé-tung.
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Agência Boa Imprensa

domingo, 10 de julho de 2011

Megalópoles de pesadelo planejadas por Pequim


Pequim visa criar até 2020 uma megalópole – o Delta do Rio Pérola – que fundirá nove cidades e ocupará 42.000 km². Essa gigantesca futura cidade será maior que a Suíça e terá 45 milhões de habitantes. O conjunto poderia ser superado pela megalópole que amalgamaria Pequim e Tianjin, atingindo 260 milhões de habitantes, 36% mais que a população brasileira. Nesses aglomerados o indivíduo ficará reduzido a um grão de areia, valor que o comunismo chinês atribui às pessoas. Os planejadores marxistas já construíram a megalópole interiorana de Kangbashi [foto], na fronteira com a Mongólia. Foram gastos mais de 160 bilhões de dólares em prédios futuristas, com avenidas, museus, teatros e até um autódromo. Mas em Kangbashi ninguém quer ir morar e hoje ela não passa de uma cidade fantasma...
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Agência Boa Imprensa

Onda de revoltas alastra-se pela China vermelha


A ditadura chinesa passou dificuldades para recuperar o controle das ruas de Cantão (Guangzhou), centro industrial do sudeste, após um fim de semana de protestos populares. Na semana precedente, enfrentamentos entre operários e a repressão socialista ocorreram também em Chaozhou, a 340 quilômetros de Cantão. “Uma pequena faísca pode fazer explodir tudo”, escreveu Geoffrey Crothall, analista do “China Labor Bulletin”, de Hong Kong. Apenas em 2010, os motins populares ultrapassaram 130 mil (em 2006 foram 60 mil). A população está revoltada devido às limitações impostas aos seus anseios pelo direito de propriedade particular e melhores salários.
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Agência Boa Imprensa

China: escravos explorados para jogos virtuais


Prisioneiros chineses são obrigados a jogar videogames até desmaiarem, a fim de angariar dinheiro para o regime, denunciou o diário britânico “The Guardian”. No Ocidente, o jogador crê estar jogando com outro cidadão que procura entretenimento. Na China comunista, por trás do nome fictício, há um escravo submetido às violências dos carcereiros. Liu Dali, prisioneiro numa mina de carvão, contou que os trabalhadores forçados que não atingiam a quota estabelecida sofriam sovas e torturas físicas. “Ficávamos jogando até não conseguirmos enxergar mais nada”, disse. Que contas prestarão a Deus aqueles que, no Ocidente, por um prazer passageiro contribuem para manter esse cruel sistema de exploração de seres humanos?
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Agência Boa Imprensa

quarta-feira, 6 de julho de 2011

PESADELO CHINÊS


Hélio Dias Viana (*)

Se os pesadelos fossem só um fenômeno individual, a vida não seria tão difícil; mas quando eles se tornam coletivos, aí a coisa de fato se complica.

Se a falta de trabalho pode causar insônia, trabalho em excesso geralmente causa pesadelo. Quanto mais se o excesso não for voluntário, mas exigência de um patrão desalmado, que mantém seus empregados em regime de trabalho escravo!

E, entretanto, somos obrigados a conviver cada vez mais com produtos de um país cuja população inteira vive em constante pesadelo: a China. Sem nos darmos conta de que tais produtos provêem do suor de pessoas que são privadas de trabalhar livremente, de receber justo salário, e cuja parcela católica – por exemplo – não goza de liberdade de culto!

Ao mesmo tempo, nossos governos tratam com os ditadores chineses com a mesma naturalidade com que se entendem com os dirigentes de qualquer país democrático. E vão permitindo que o dragão amarelo vá deitando cada vez mais seus tentáculos em atividades que freqüentemente comprometem a própria segurança interna de seus respectivos países.

É o que, por exemplo, acaba de suceder na Grécia. Para “salvá-la” da crise, a China literalmente aportou ali, adquirindo o importante Porto de Pireu (ela já comprara, bem próximo de nós e entre muitos outros, um porto no Peru. Só para falar de portos...). Ela já se ofereceu para “salvar” da crise outros países civilizados, entre eles a Espanha, que vão assim ficando na sua dependência.

É também sabido que no Brasil a cobiça chinesa se tem feito sentir de modo preocupante, tanto pela conivência de nossos dirigentes como pela falta de atenção da opinião pública, desinformada ou distraída, muitas vezes com coisas secundárias.

Precisamos estar vigilantes. Enquanto o mundo oficial de inúmeros países faz todo tipo de mesuras e concessões à China, nosso próprio direito de conhecer o que ali se passa está sendo cerceado pelo seu regime opressor; publicações que denunciam a verdadeira realidade chinesa são proibidas. É o caso, por exemplo, do blog Pesadelo chinês (www.pesadelochines.blogspot.com), cuja leitura recomendo vivamente. Conselho que infelizmente não pode ser dado às populações de Pequim, Shangai ou Guangzhou... O leitor entenderá por quê.
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(*)  Hélio Dias Viana é colaborar da ABIM

sábado, 28 de maio de 2011

China falsificou em grande escala moedas de euro alemãs

A China aplicou golpe multimilionário na Alemanha, reaproveitando ilegalmente toneladas de moedas retiradas de circulação pelo Bundesbank – o Banco Central alemão. As moedas de 1 e 2 euros, semelhantes às de 1 real, tinham apenas seus anéis externos separados da parte interior. A sucata era vendida à China para reciclagem, de modo “ecologicamente correto”. Mas na China as moedas eram remontadas, reenviadas à Alemanha e trocadas por notas no próprio Bundesbank! Entre 2007 e 2010, esse “negócio da China” teria causado um prejuízo de pelo menos 20 milhões de euros. Falsificar moeda é um delito que existe desde que existe moeda. Porém, as falsificações chinesas correspondem a uma política geral, comercial e econômica, que seria inviável sem a ingenuidade — ou cumplicidade — ocidental.
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Agência Boa Imprensa

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Jornal inglês pergunta: China saqueia o Brasil?


O presidente chinês, Hu Jintao, recebido em Brasília pelo presidente Lula 
 O periódico britânico “The Guardian” indaga se a China é uma saqueadora do Brasil. A construção de um enorme complexo portuário e industrial no estado do Rio de Janeiro, apelidado “Estrada para a China”, está na origem do comentário. Entre diversos empreendimentos chineses no Brasil, os investimentos no super-porto do Açu garantiriam à China o acesso a recursos naturais fundamentais de nossa Pátria. Na África a China expande-se rapidamente, e após garantir a presença, utiliza métodos extorsivos contra os países e contra o grande número de empregados que contrata.
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Agência Boa Imprensa

terça-feira, 26 de outubro de 2010

China: reações contra o regime comunista multiplicam-se

Autoridades municipais chinesas estão realizando muitas expropriações de cidadãos comuns. Esses procedimentos socialistas têm levado cidadãos desesperados a se suicidarem, porém muitos juraram defender suas propriedades com a vida. “Eu tive que ficar olhando, enquanto tratores demoliam a minha propriedade”, disse o empresário Gu Kui. [foto] Na cidade de Zhengzhou, leste da China, mulher de 45 anos de idade foi morta quando uma escavadeira a arrastou para fora do andar superior de seu restaurante, onde ela havia se entrincheirado para protegê-lo. A rebelião grassa contra o comunismo, e o governo central procura dominar dezenas de milhares de revoltas populares para evitar que elas se transformem num movimento mais amplo de contestação do próprio regime marxista.
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Agência Boa Imprensa

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Heróica resistência dos católicos na China

Em mais um ato público de fé e resistência ao regime comunista, 5.000 católicos chineses desafiaram a neve, o intenso frio (30ºC abaixo de zero) e a polícia, para dar digna sepultura [foto] a Mons. Leo Yao Liang, bispo coadjutor de Xiwanzi que passara 30 anos na prisão, por recusar a Associação Patriótica (igreja cismática submissa ao regime marxista). Desde 2006 a polícia manteve-o seqüestrado por causa do mesmo “crime”. As autoridades comunistas proibiram que ele fosse tratado como bispo, mas no momento da sepultura os fiéis inseriram clandestinamente as insígnias episcopais no caixão. AsiaNews lamentou que os fiéis não recebessem nenhuma mensagem de condolências do Vaticano, e que o jornal vaticano “L’Osservatore Romano” não publicasse em tempo uma necrologia do heróico mártir.
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Agência Boa Imprensa

quarta-feira, 31 de março de 2010

China: enfrentamento católico à perseguição comunista

O Padre Giovanni Battista Luo foi preso pela polícia chinesa na diocese de Mindong (Fujian), junto com seis outros sacerdotes jovens, pelo “crime” de organizar um acampamento para 300 estudantes universitários pertencentes à Igreja Católica – dita “clandestina”, porque não obedece à cismática “Igreja Patriótica”, que é uma caricatura criada pelo Partido Comunista. A polícia invadiu o acampamento e ordenou seu fechamento, mas os sacerdotes recusaram-se a obedecer. Os religiosos deram liberdade para os estudantes voltarem às suas casas, mas só 20 deles o fizeram. A polícia ficou impressionada, e na ocasião não ousou prender ninguém. Por fim, em março o Pe. Luo foi encarcerado num “hotel” (prisão dissimulada) de Fuan. Ele havia declarado estar “pronto para ir à prisão”, e que estava “orgulhoso de ser um sacerdote católico, desejoso de professar a fé até com os atos”. E acrescentou: “Serei feliz se puder servir de testemunha de Cristo e imitar o exemplo de tantos santos mártires”.
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(Agência Boa Imprensa)

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Produtos chineses feitos com matéria nojenta

O diário “South China Morning Post”, de Hong Kong, informou que Chen, uma jovem de Guangdong, fez repugnante descoberta sobre elásticos para prender os cabelos, que ganhara como brinde num salão de beleza: eram confeccionados com preservativos! Fatos análogos ocorreram nas cidades de Donguan e Guangzhou. Trata-se de material reciclado do lixo que a China importa do Ocidente. O socialismo chinês não recua ante esta repugnante prática, submetendo seus súditos a um degradante uso de material descartável, comprado por preços baixos no ocidente.
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Agência Boa Imprensa

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Socialismo leva chineses ao desespero e ao suicídio

A cada dois minutos um chinês comete suicídio, informou a agência France-Presse. É um dos muitos preços pagos para a realização da utopia comunista. Os antigos clãs familiares foram desfeitos, e a solidão submete os indivíduos a graus de stress formidáveis. Os hospitais psiquiátricos estão lotados. Há entre 250.000 e 300.000 suicídios por ano — 25% do total mundial. É o único país do mundo em que o número de mulheres que se suicidam é maior que o dos homens: 58% do total nacional de suicídios são femininos. É também fora do comum que haja mais suicídios no campo do que nas cidades chinesas. O psicólogo Zhu Wanli, de Chongqing, explica: “Aqui não é como no Ocidente, onde a maioria professa uma fé religiosa. A maioria das pessoas aqui não tem religião alguma, especialmente os mais jovens”. A ausência de religião é um dos efeitos catastróficos do socialismo igualitário e materialista.
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Agência Boa Imprensa

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Doentes mentais trabalhavam como escravos na China

Mais dez empresários chineses foram presos por maltratar e escravizar doentes mentais em fábricas de tijolos do leste da China (foto), informou a agência oficial marxista “Xinhua”. O fato não é novo, é até corriqueiro, ocorrendo sob o olhar cúmplice das autoridades. A escravidão é um fato oficial e atinge milhões em fábricas-prisão, campos de reeducação pelo socialismo e até fábricas oficiais que trabalham para firmas ocidentais. O caso veio à tona quando as famílias denunciaram pela Internet que seus filhos foram seqüestrados e vendidos como escravos em Shanxi. Hoje o governo socialista se empenha para que denúncias dessas não apareçam mais na Internet.

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Agência Boa Imprensa

sábado, 16 de maio de 2009

China explora astutamente a crise mundial

O Banco Central da China comunista, por proposta do seu presidente Zhou Xiaochuan, sugeriu substituir o dólar por uma moeda internacional. A medida seria de difícil implementação em época de bonança, mas propô-la neste período de crise significou um duro golpe contra a moeda americana e tende a abalar a confiança na economia mundial. O regime de Pequim é o maior detentor de títulos do Tesouro americano. Ao que parece, a China pouco se importaria em perder cerca de um trilhão de dólares em títulos, caso conseguisse a esse preço derrubar a economia de seu maior adversário ideológico, os EUA. É oportuno lembrar que Mao-tsé-Tung instruiu seus continuadores a não hesitarem em sacrificar a vida de 300 milhões de chineses, se esse fosse o preço para estabelecer a hegemonia maoísta no mundo.
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Agência Boa Imprensa

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

China: alimentos intoxicados causam pânico mundial


O leite em pó chinês adulterado gerou pânico internacional. Dezenas de fábricas foram flagradas, segundo o “New York Times”. Elas misturavam melamina — substância química usada para plásticos, colas, resinas e fertilizantes — para simular alto conteúdo protéico. Resultado: mais de 53.000 bebês foram diagnosticados com cálculos renais, algo raríssimo em crianças com essa idade. 13.000 foram hospitalizados, sendo 104 em estado grave, e alguns morreram. Nas lojas ocidentais, o tóxico foi detectado em guloseimas, bolachas, sorvetes e iogurtes feitos com o leite em pó venenoso, por multinacionais como a Nestlé e a Cadbury. Dezenas de países proibiram lácteos e derivados de origem chinesa. O lúgubre sonho maoísta da “China super-potência” mostra sua face nessa tragédia: dezenas de milhares de vítimas inocentes atingidas em todo o mundo.
(Agência Boa Imprensa – ABIM)

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Dramas ocultos por trás da modernidade da Olimpíada

A modernidade ostensiva dos estádios olímpicos de Pequim escondeu fatos monstruosos, informou o diário parisiense “La Croix”. Pequim vive envolta numa nuvem de poluição e poeira, que impede a visão além da distância de 100 metros. A população queixa-se pelo fato de o governo bombardear as nuvens de poluição com substâncias químicas; e, como conseqüência, os habitantes passarem mal. Massas de miseráveis que moram nas ruas foram expulsas sumariamente, a fim de não serem vistas pelos estrangeiros. As fábricas cessaram seus trabalhos durante os jogos, para que os atletas não ficassem asfixiados. Rodízios especiais de carros foram previstos. Os controles policiais foram cada vez mais invasivos. O governo comunista chinês decretou que o primeiro dia da Olimpíada deveria ser ensolarado, e o dia da inauguração seria azul. Ai de quem não os visse assim! (Agência Boa Imprensa – ABIM)

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Pati-Chu-Li em calistênica

  • Nelson Ribeiro Fragelli(*)
Pobres chineses! As Olimpíadas deram o que falar. O povo nada tem de desportivo. Com muito esforço jogam ping-pong. É estranho, mas o governo resolveu abrigar os jogos olímpicos; para participar deles comparecem os melhores atletas do mundo.

E para que os visitantes vindos de toda parte não tivessem uma impressão pouco dinâmica do povo, o governo obrigou todos –– homens, mulheres e crianças, minorias étnicas –– no inverno como no verão, a fazer ginástica nas praças e parques públicos.

Pequim está pontilhada de aparelhos de ginástica azuis e amarelos. Foi-se o tempo em que Pati-Chu-Li tocava flauta de bambu, à sombra de cerejeiras em flor.

Já nos anos 50 foram introduzidos, segundo o modelo soviético, exercícios físicos obrigatórios. Mais tarde, durante a revolução cultural, Mao Tsé-Tung os aboliu. O esporte, dizia o ditador, é afim com a civilização de consumo e, portanto vulgar.

Agora, o regime comunista determinou o oposto. “É preciso combater a obesidade e os males da civilização”, dizem os atuais dirigentes. E todos têm que sair cedo, alguns ainda de pijama, para fazer barra, flexões, dar pulinhos de galo e outros exercícios. E tudo é ritmado: entoam canções patrióticas, assobiam, batem palmas, levantam pesos, as mulheres praticam danças em grupos.

E se alguém faz “corpo mole”, um instrutor usa seu alto-falante e o expulsa do campo. As mulheres não estão contentes. A tradição chinesa ainda exige delas a alvura da pele, mas com exercício físico, ao ar livre, elas a perdem. Procuram então compensar, comprando cremes de branquear a pele.

Com métodos despóticos, procura a China comunista entrar na sociedade de consumo. A iniciativa é grotesca. Os chineses vêm tudo isso com muita antipatia. Mas não têm escolha, pois o regime assim o quer.
(*) Nelson Ribeiro Fragelli é colaborador da ABIM

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Dramas ocultos por trás da modernidade da Olimpíada

A modernidade ostensiva dos estádios olímpicos de Pequim esconde fatos monstruosos, informou o diário parisiense “La Croix”. Pequim vive envolta numa nuvem de poluição e poeira, que impede a visão além da distância de 100 metros. A população queixa-se pelo fato de o governo bombardear as nuvens de poluição com substâncias químicas; e, como conseqüência, os habitantes passarem mal. Massas de miseráveis que moram na rua serão expulsas sumariamente, a fim de não serem vistas pelos estrangeiros. As fábricas cessarão seus trabalhos durante os jogos, para que os atletas não fiquem asfixiados. Rodízios especiais de carros estão previstos. Os controles policiais estão cada vez mais invasivos. O governo comunista chinês decretou que o primeiro dia da Olimpíada deverá ser ensolarado. O dia da inauguração deve ser azul. Ai de quem não o veja dessa cor! (Agência Boa Imprensa – ABIM)

quarta-feira, 30 de julho de 2008

No Peru, a China torna-se proprietária da maior jazida de cobre

A mina de cobre do Monte Toromocho (Peru), com potência para tornar-se a mais produtiva do mundo, com reservas de 2 bilhões de toneladas, foi vendida pelo presidente Alan Garcia à China, informou a BBC de Londres. A China pretende eletrificar todo o seu território, com o cobre peruano por um preço 20 vezes inferior ao de mercado. A atual população do Monte Toromocho será removida da região. A China deita assim mais uma garra de sua política expansionista na América do Sul. Obviamente, as esquerdas latino-americanas não protestaram, e os militantes ecologistas também ficaram indiferentes. Tivesse a mina sido concedida a uma firma ocidental, eles provavelmente fariam protestos no mundo inteiro. (Agência Boa Imprensa – ABIM)

terça-feira, 15 de julho de 2008

China: polícia e exército cercam santuários marianos

Policiais, soldados e câmaras de espionagem bloqueiam o acesso ao santuário de Nossa Senhora de Sheshan, perto de Shangai. É o maior da China. Carros e peregrinos não podem subir até a Basílica sem licença. Mas os fiéis não a pedem, pois os registros serviriam “para nos reprimir após a grande festa dos Jogos Olímpicos”, disse um deles. As dioceses não podem fazer romarias, restaurantes e hotéis não podem acolher clientes. Há “brutal crescimento da febre securitária em torno dos santuários católicos”, escreveu o jornal “La Croix”, de Paris. Entrementes, a Igreja patriótica — grupo cismático a serviço do regime comunista — pede orações pelo êxito das Olimpíadas. A propósito desses jogos, a propaganda comunista trabalha ao máximo para seduzir o Ocidente. (Agência Boa Imprensa – ABIM)