O Parlamento da Eslováquia rechaçou, por 129 votos contra 14, um projeto de lei apresentado por partidos de oposição para legalizar as uniões homossexuais. Durante dois dias de intenso debate, os defensores do matrimônio segundo o Direito natural e a Lei de Deus advertiram que dar às uniões do mesmo sexo um status jurídico equivalente ao casamento tradicional significava pôr em risco a sociedade. O projeto de lei afetaria todo o sistema jurídico do país e mudaria a face de uma nação, na qual 62% se professam católicos.
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Agência Boa Imprensa (ABIM)
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Eslováquia: Parlamento rechaça ‘casamento’ homossexual
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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Gigantesca e Histórica Manifestação em Paris contra o "casamento homossexual"
Paulo Roberto Campos
Apesar do frio glacial, aproximadamente 800 mil pessoas participaram neste domingo (13-1-13) em Paris da marcha contra o projeto do governo socialista, de François Hollande, de aprovar o “casamento” homossexual — o mal denominado “projeto de casamento para todos”. A colossal marcha foi considerada a maior mobilização realizada na França em 30 anos.![]() |
| Senhora segura cartaz com os dizeres "A Família é sagrada" |
Frente a tal demonstração de força, como agirá o governo Hollande? Ignorará a multidão? O normal seria mandar imediatamente engavetar o projeto, mas o lobby do movimento homossexual o pressionará e exigirá que o aprove, apesar de impopular e antinatural. Ademais, tal lobby pressiona o governo para também aprovar a absurda adoção de crianças por “casais” do mesmo sexo, substituindo as palavras "mãe" ou "pai" por "pai 1" e "pai 2" — o que é tão aberrante quanto ridículo!
![]() |
| Faixa de veteranos de guerra: "Não há mais nação sem casamento de verdade" |
A respeito da manifestação, um vídeo encontra-se disponível no site do periódico parisiense “Le Figaro”:
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domingo, 2 de dezembro de 2012
Obama — a rachadura e a polarização
A
reeleição do presidente Obama pressagia a expansão do caos em escala mundial.
As profundas rachaduras abertas nos EUA favorecem o aumento do descontrole e da
contradição no cenário mundial.
§
Luis Dufaur
Fonte: Revista Catolicismo, Nº 744, Dezembro/2012
Quando Barack Hussein
Obama encerrou seu último meeting, na
longa corrida pela reeleição, enxugou uma lágrima... O esgotamento de uma
campanha insana contribuiu para trair uma grossa preocupação: o “Messias” de
2008 já não estava mais lá. O futuro se fazia pressentir doloroso e incerto.
A estreita vitória que
o reelegeu deixou um país rachado, mais polarizado que nunca, com os políticos
menos moderados dos dois partidos compondo as duas Câmaras em oposição.
Obter o consenso
mínimo na legislação mais rotineira será difícil, observou Andy Sullivan, da
agência Reuters (7-11-12). “Não haverá
muita boa vontade no Capitólio”, disse o professor de história da
Universidade de Princeton, Julian Zelizer. A polarização crescente manifestada
na eleição tornará mais difícil governar o gigante acometido por violentas
crises internas e externas.
Malgrado a vitória
final, as perdas democratas foram notórias e Obama governará um país rachado
não só política e ideologicamente, mas também social, étnica, geográfica, moral
e religiosamente.
“A
polarização já foi mais extrema em alguns períodos do século XIX e nos anos
1930” [da Grande
Depressão], lembra o historiador Alexander Keyssar, de Harvard, mas “em nenhuma dessas vezes as instituições do
governo ficaram tão paralisadas como agora”. E especificou que as
trincheiras que dividem os EUA hoje são entre radicais e centristas dentro de
cada partido; mais do que entre a esquerda democrata e a direita republicana.
Como conciliar o irreconciliável?
“Vitória
sem folga” obriga o
presidente americano a procurar a cooperação da oposição, comentou “O Globo”
(8-11-12), mas esta “manteve a maioria na
Câmara e saiu rancorosa das urnas com 57 milhões de votos”.
No Senado, o
presidente terá o apoio de uma maioria democrata ampliada, porém posicionada
mais à esquerda, com a presença pela primeira vez de uma senadora assumidamente
homossexual.
“O
pragmatismo deve levar Obama para o centro no 2º mandato”, escreveu Peter Baker, de “The New
York Times”. Mas onde está esse centro, do qual os políticos mais populares dos
dois partidos desertam, migrando para os extremos? Quem ou que fator poderá resolver
o dilema de Obama?
Para
o Prof. Zbigniew Lewicki, diretor do Departamento de Estudos Americanos da
Universidade Cardeal Stefan Wyszyński, de Varsóvia (Polônia), do ponto de vista
europeu, Obama “não correspondeu às expectativas geradas há quatro anos”
e “voltou as costas à Europa” (“Gazeta Wyborcza”, 8-11-12). Porém — acrescentou — o único
governo que “pode deleitar-se com a
vitória de Obama” é o da Rússia. Justamente o inimigo visceral dos EUA.
Isto por certo não é uma vitória americana, e não traz boas notícias para um
futuro mediato.
As rachaduras morais
acentuaram-se em vários plebiscitos que costumam ocorrer simultaneamente às
eleições presidenciais. Até o momento das eleições, na totalidade dos estados
em que fora posto em votação, o “casamento” homossexual havia sido recusado
pela maioria. Mas desta vez, três estados o aprovaram: Maryland, Maine e
Washington. Também o uso e a venda de maconha obtiveram aprovação em Colorado e
Washington, embora tenham sido rechaçados no Oregon. A lei federal considera a
maconha como narcótico ilegal e preveem-se atritos legais que podem até
inviabilizar as aprovações.
Cambaleios e incertezas no horizonte
O segundo mandato de Obama começa com aspectos próprios de uma situação cambaleante do ponto de vista interno dos EUA. Essa crescente rachadura interna não poderá deixar de ter graves reflexos nas relações internacionais.
Quem no cenário
internacional poderá equilibrar o gigante americano quando este começar a
oscilar num sentido ou noutro de acordo com disputas internas? Na verdade, o
resto do mundo aguardava respostas claras por parte dos EUA, pois sem o
concurso dessa imensa nação as grandes economias mundiais, especialmente as
europeias, não poderão dominar as rotações que as fazem dançar à beira de
abismos assustadores.
Cavalgando sobre um
gigante rachado, polarizado e absorvido por conflitos culturais, morais e
religiosos internos, Obama não poderá realizar ações significativas no exterior.
E então as bússolas dos países civilizados parecerão viciadas. A indicação de
um rumo tornar-se-á cada vez mais obra de adivinhação, impossível até, talvez, para
os políticos mais experimentados.
Nesse caso, quem
poderá ganhar com a paralisia e/ou o enlouquecimento das bússolas do Ocidente?
No Oriente, a China se
prepara de um modo assaz confuso, atormentado e incerto, para se projetar como
a primeira potência mundial.
Nas condições em que
se deu, a vitória de Obama deve ter sido recebida em Pequim como prenúncio da
realização da hegemonia marxista chinesa no mundo preconizada por Mao Tsé-tung.
Mas quem arriscará
garantir qualquer coisa considerando-se a obscura luta pela sucessão interna na
China comunista e os crescentes focos de rebeldia popular contra o governo?
A única coisa certa é
que a vitória eleitoral de Obama preanuncia horizontes ameaçadores para a
estabilidade mundial.
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Luxemburgo:
esplendor nobre.
Eleições americanas:
vulgaridade demagógica.
Num clima de dignidade e proporcionado esplendor, Guilherme,
príncipe-herdeiro de Luxemburgo, contraiu núpcias com a condessa belga
Stephanie de Lannoy. O casamento nas famílias reinantes traz a promessa de
continuidade da monarquia e estabilidade da nação. Mas certa mídia malévola que
se diz amante da democracia tentou desmoralizar a solenidade alegando que a
despesa — 350.000 euros — era incompatível com a atual época de crise.
Pouco depois, segundo o Center for
Responsive Politics, as eleições presidenciais americanas consumiram seis
bilhões de dólares, 13% a mais que o recorde atingido na eleição de 2008 e certamente
destinado a ser superado em 2016... O dinheiro público e privado gastado em
eleições paga amiúde explosões de demagogia e mau gosto. Onde reside no seu
melhor sentido o espírito democrático? Onde o povo é elevado pela tradição e dignificado
pelo requinte nobiliárquico, ou onde é rebaixado com exibições de vulgaridade e
demagogia?
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segunda-feira, 23 de julho de 2012
Carolina do Norte reforma Constituição
Por 61% dos votos contra 39%, os eleitores da Carolina do Norte, EUA, aprovaram emenda à Constituição estadual que define o casamento entre um homem e uma mulher como “a única união doméstica legal que será válida ou reconhecida neste estado”. Por sua vez, os bispos católicos D. Michael Burbidge de Raleigh e D. Peter Jugis de Charlotte, em carta lida nas missas pedindo o apoio dos católicos à emenda, afirmavam: “Embora nosso estado já tenha uma lei que proíbe o casamento entre pessoas do mesmo sexo, nós somos bem conscientes, pelo que aconteceu em outros estados, que essa lei pode ser anulada por iniciativas judiciais ou legislativas”. Numerosos líderes do Partido Democrata, entre os quais o presidente Barack Obama, o ex-presidente Bill Clinton e o governador Beverly Perdue, falaram contra a emenda. O apoio popular ao casamento tradicional neutralizou essas poderosas e más influências.
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quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Até que a morte os separe
Padre David Francisquini (*)
Ao criar o homem, Deus disse: “É bom que não viva só; façamos para ele uma companheira”. Estava constituído pelo Criador o primeiro casal, e assegurada, a partir desse núcleo social, a propagação da espécie humana. Vivendo em sociedade, os homens educariam retamente sua prole, preparariam os caminhos para a salvação, e gozariam por fim da eterna bem-aventurança na pátria celeste.Com efeito, este primeiro casal simbolizava a família monogâmica e indissolúvel criada por Deus, a qual se tornaria o fundamento indispensável e nobilíssimo da sociedade na qual os homens deveriam viver. E o próprio Cristo Nosso Senhor recordou aos judeus que, com a sua vinda, as coisas voltariam a ser como no início.
Se Moisés, à época, deu permissão ao libelo de repúdio dos homens às suas mulheres, foi em razão da dureza daqueles corações, pois “não separe o homem aquilo que Deus uniu”. Na verdade, a convivência entre um homem e uma mulher pelo matrimônio indissolúvel exige de ambos um completo domínio, pois o casamento é para sempre, ou seja, até que a morte os separe.
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| Bodas de Caná - Tintoretto (1518-1594) |
Com tais atributos, o matrimônio deve ser edificado sobre a rocha inabalável da fé, dos bons costumes, da prática de nossa santa religião, da frequência constante e persistente dos sacramentos — sobretudo da confissão e da comunhão —, e da devoção a Sagrada Família, modelo de virtudes para todos os membros da família.
Caso contrário, o casamento desmoronará no primeiro obstáculo que sobrevier ao casal, como vem acontecendo de maneira crescente em nossa sociedade neopagã, na qual ele passou a ser construído sobre a areia movediça do sentimentalismo romântico, uma paixão desordenada que priva a pessoa da visão clara e objetiva das coisas.
Em próximo artigo, pretendo falar sobre o papel de São José, modelo exímio de todas as virtudes que os pais devem admirar e assimilar em suas vidas no governo familiar. Enquanto as mães poderão encontrar na humilde Virgem de Nazaré, Mãe de Deus e Mãe das mães, o exemplo das mais sublimes virtudes para enaltecer o seu lar com dignidade e heroísmo de uma verdadeira mãe cristã.
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(*) Sacerdote da igreja do Imaculado Coração de Maria, Cardoso Moreira - RJ
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