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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

40ª MARCHA CONTRA O ABORTO — em Washington mais de 500 mil participantes!


Paulo Roberto Campos 
Nem o intenso frio, nem o vento gelado, nem a neve foram flagelos suficientes para impedir que mais de 500 mil norte-americanos participassem, no dia 25 de janeiro, da colossal March for Life em Washington. O entusiasmo dos participantes não se arrefeceu com as baixas temperaturas e eles esperam reverter em pouco tempo a lei assassina, conhecida como “Roe vs. Wade”, que em 1973 — por uma perversa decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos — legalizou o aborto no País.

O leitmotiv do evento neste ano foi “40 Anos = 55 milhões de bebês executados com a prática do aborto”. Entre os vários locutores, causou comoção um menino que afirmou com toda convicção: “Somos a geração que vai abolir a lei do aborto. Este é o nosso dever. E com a ajuda de Deus tudo é possível”. Essa criança quis dar um claro recado ao presidente Obama, que insiste no programa herodiano de promover a matança de inocentes por meio do aborto.
Segundo a “ACIprensa” (26-1-13) o número dos manifestantes, na sua maioria jovens, foi de 650 mil pessoas — bem acima do cálculo oficial de 500 mil. Em qualquer caso, bateu novamente o recorde, superando a impressionante cifra do ano passado, calculada em 350 mil pessoas. Entretanto — como já é habitual — a mídia brasileira abortista fez de conta que não aconteceu nada de grandioso no dia 25 último nas avenidas da capital americana. Não viu nada... Não ouviu nada... Portanto, não falou nada...

A seguir, um vídeo da manifestação e algumas fotos feitas pelo colega Antonio Fragelli, da revista “Cruzade”, que participou da Marcha. “Cruzade” é uma publicação da TFP norte-americana, entidade que continua nos Estados Unidos a obra e a gesta de Plinio Corrêa de Oliveira, fundador da TFP brasileira. Todos os anos essa valorosa entidade atua na March for Life de Washington. Neste ano, além de participar com sua fanfarra, ela conduziu em um andor a imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima, que milagrosamente verteu lágrimas em Nova Orleans (EUA) no dia 18 de julho de 1972.
Para os que desejarem mais informações, inclusive para assistir um vídeo da Marcha, click aqui.

quarta-feira, 9 de março de 2011

40.000 marcham em Paris contra o aborto

Num sucesso sem precedentes, aproximadamente 40.000 pessoas participaram da Sétima Marcha pela Vida, em Paris, com a presença de quatro bispos. A passeata foi da Place de la République até a Place de l’Opéra. Os católicos constituíam de modo notório o conjunto mais numeroso, dinâmico e em clara posição de liderança. Como na grande passeata contra o aborto, realizadas simultaneamente nos EUA, a grande maioria dos manifestantes eram jovens, que bradavam: “Queremos leis pela vida hoje, não amanhã!”. Participaram delegações da Alemanha, Espanha, Holanda, Bélgica, Romênia, República Checa e outros países europeus.
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Agência Boa Imprensa

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Marcha contra o aborto em Varsóvia


Heitor Abdalla Buchaul (*)
No dia 30 de maio último, mais de 6000 pessoas participaram da V Marcha pela Vida e pela Família na capital polonesa.

Havia uma maciça presença de jovens com cartazes que contra o “casamento” homossexual e enaltecendo a família como célula-mater da sociedade.

A Associação pela Cultura Cristã Padre Piort Skarga, uma das organizadoras do evento, abria o desfile com seus símbolos e um grupo de convidados de diversos países, França, Alemanha, Portugal, Estados Unidos e Brasil. Estavam também presentes representantes das principais associações cristãs polonesas.

Durante toda a marcha, foi notório o entusiasmo e a “garra” dos poloneses em defesa dos mais altos valores da Cristandade — o que é admirável quando lembramos o sofrimento daquela Nação, que esteve por quase meio século sob o jugo marxista da ex-União Soviética.

O presidente da Associação pela Cultura Cristã Padre Piort Skarga, Slawomir Olejniczak, salientou a necessidade da preservação da família como alicerce da sociedade e os constantes golpes que ela vem sofrendo, devido a promoção de uma cultura da morte. Ressaltou também a necessidade de a opinião pública pressionar o Estado, no sentido de preservar a autonomia da família e do pátrio poder.

Anna Szpindler, porta-voz da marcha, afirmou: “Estamos satisfeitos de que conseguimos a cada ano atrair uma multidão sempre maior, pois representamos os positivos valores da vida e da família. Esperamos que os políticos dêem atenção para o fato de que esses valores são importantes para um tão grande número de pessoas. Acreditamos que o bem-estar das famílias deve ser um desafio prioritário para eles”.

Um evento como esse é um alento nos tempos difíceis atuais, em que o neopaganismo quer se impor. Mas ainda ressoa aquela voz doce e ao mesmo tempo firme dirigida por Nossa Senhora aos pastorinhos em Fátima “Por fim meu imaculado coração triunfará!”
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(*) Heitor Abdalla Buchaul é colaborar da ABIM

terça-feira, 20 de abril de 2010

Marcha Contra o Aborto em Bruxelas

Heitor Abdalla Buchaul (*)
No último dia 28 de março, em Bruxelas, cerca de 3000 pessoas, participaram da Marcha pela Vida, por ocasião dos 20 anos da nefasta lei que despenalizou o aborto na Bélgica.

A marcha silenciosa, em sinal de luto pelas milhares de vítimas do aborto, qualificado por um dos oradores, como o maior holocausto da História, estendeu-se da Place Royal até o Palácio da Justiça. [foto abaixo]

A Marcha foi iniciativa de um grupo de estudantes, cujos participantes contavam entre de 18 a 21 anos, notando-se uma presença maciça de jovens, enquanto uma pequena manifestação contrária ocorria ao longe, composta por vetustos esquerdistas.


O ponto alto da manifestação foi uma mensagem do novo arcebispo de Malines-Bruxelas Monseigneur André-Joseph Léonard [foto], que leu mensagem de apoio enviada por D. Cardoso Sobrinho, felicitando a todos os participantes e prometendo orações. Havia grande número de religiosos e religiosas, além de padres diocesanos.


A delegação da entidade francesa Droit de Naître [foto] juntou-se aos numerosos jovens vindos de outros países, notadamente da Alemanha, Áustria, Itália, Irlanda, Holanda, Polônia, Espanha, além de participantes dos Estados Unidos, Brasil e Congo.

No final da marcha, em frente ao Palácio de Justiça, o depoimento de uma jovem americana chamou a atenção: ela é fruto de um abuso de um pai em relação à própria filha, ou seja, filha do próprio avô, tendo afirmado: “Se alguém pensa que num caso assim deve haver direito à vida ou não, olhem-me...”.

No fim, discursou o jovem estudante e principal organizador Michel de Keukelaere, que incentivou a todos a lutarem em prol da vida em seus meios e países e a retornarem na próxima marcha, no dia 27 de março de 2011.

Mais de mil rosas foram distribuídas e depositadas nas escadas do Palácio de Justiça. Eram brancas e vermelhas, simbolizando pureza, honestidade, como também sangue derramado e combate!
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(*) Heitor Abdalla Buchaul é colaborar da ABIM

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Mais de 200 mil manifestantes na

Paulo Roberto Campos

Com a aprovação do aborto nos Estados Unidos, em 22 de janeiro de 1973 — data hoje conhecida como “o dia da vergonha” —, o país ficou dividido. Ocorreu um verdadeiro “racha” entre aqueles que são favoráveis à “pena de morte” (leia-se aborto, ou matança dos inocentes ainda no ventre materno) versus aqueles que defendem a vida e estão indignados com o massacre de mais de 1.000.000 (isto mesmo: mais de 1 milhão!) de bebês assassinados, ANUALMENTE nos Estados Unidos, antes mesmo de verem a luz do dia. O maior holocausto da História! A vergonha de nosso século!

Estes anti-abortistas reúnem-se todos os anos em Washington, numa monumental manifestação denominada March for Life para protestar contra a aprovação do aborto.

Em 22 de janeiro p.p., a Marcha pela Vida — em sua 35ª edição — reuniu na capital americana mais de 200 mil manifestantes contra o aborto. Eram eles provenientes de centenas de movimentos anti-abortistas dos quatro cantos daquele imenso país. Apesar da baixíssima temperatura (2 graus centígrados abaixo de zero...), eles não desanimaram e enfrentaram as ruas desde a Casa Branca até a Suprema Corte, pois nessa instituição americana deu-se a aprovação do aborto com a tristemente célebre decisão Roe vs Wade — a decisão vergonhosa!

Do Brasil, contamos com valorosos representantes da causa pela vida contra o infanticídio. Eram eles do movimento Aliança Vida e Família, que foram aos Estados Unidos especialmente para participar da Marcha e bradar contra a matança de inocentes, contra esse genocídio indiscriminado de crianças indefesas.

Desde a primeira Marcha pela Vida, em 1974, a Sociedade Americana de Defesa da Tradição, Família e Propriedade tem ocupado lugar de destaque nesse grandioso evento. Membros da TFP americana, com dezenas de estandartes, portando capas vermelhas com um leão dourado e uma esplêndida fanfarra, dão um brilho todo especial à Marcha — como os leitores poderão observar no site daquele entidade
http://www.tfp.org/

Uma consideração final: essa monumental Marcha com mais de 200 mil pessoas, não foi destacada pela nossa grande mídia. Se fosse uma “marchinha” composta de uma dúzia de gatos pingados manifestando a favor do aborto, nossa mídia daria o máximo de destaque, exageraria o número com manchetes em primeira página mais ou menos como esta: “Uma multidão toma as ruas exigindo o aborto total e irrestrito”.

Ou a nossa grande imprensa padece de uma estranha doença nos olhos (“vista curta”?); ou algum distúrbio visual (“miopia ideológica”?); ou usa uns óculos que só lhe permite ver coisinhas pequenas (“estreiteza de visão”?). Ou, pior ainda: a grande imprensa é fanaticamente favorável à matança de inocentes!

Para ser imparcial, é preciso dizer que a famosa coluna da Sonia Racy, no Caderno 2 do “O Estado de S. Paulo”, com o título “Praça cheia”, publicou — embora muito sinteticamente — o que segue:

“Nunca antes a TFP havia conseguido reunir 300 mil pessoas numa passeata. Desta vez, parece que chegou lá... em Washington.
Foi essa a multidão que a TFP americana diz ter ido à sua caminhada contra o aborto, semana passada. Da qual acaba de voltar o príncipe dom Bertrand de Orleans e Bragança”.