A modernidade ostensiva dos estádios olímpicos de Pequim escondeu fatos monstruosos, informou o diário parisiense “La Croix”. Pequim vive envolta numa nuvem de poluição e poeira, que impede a visão além da distância de 100 metros. A população queixa-se pelo fato de o governo bombardear as nuvens de poluição com substâncias químicas; e, como conseqüência, os habitantes passarem mal. Massas de miseráveis que moram nas ruas foram expulsas sumariamente, a fim de não serem vistas pelos estrangeiros. As fábricas cessaram seus trabalhos durante os jogos, para que os atletas não ficassem asfixiados. Rodízios especiais de carros foram previstos. Os controles policiais foram cada vez mais invasivos. O governo comunista chinês decretou que o primeiro dia da Olimpíada deveria ser ensolarado, e o dia da inauguração seria azul. Ai de quem não os visse assim! (Agência Boa Imprensa – ABIM)
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segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Dramas ocultos por trás da modernidade da Olimpíada
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Pati-Chu-Li em calistênica
- Nelson Ribeiro Fragelli(*)
E para que os visitantes vindos de toda parte não tivessem uma impressão pouco dinâmica do povo, o governo obrigou todos –– homens, mulheres e crianças, minorias étnicas –– no inverno como no verão, a fazer ginástica nas praças e parques públicos.
Pequim está pontilhada de aparelhos de ginástica azuis e amarelos. Foi-se o tempo em que Pati-Chu-Li tocava flauta de bambu, à sombra de cerejeiras em flor.
Já nos anos 50 foram introduzidos, segundo o modelo soviético, exercícios físicos obrigatórios. Mais tarde, durante a revolução cultural, Mao Tsé-Tung os aboliu. O esporte, dizia o ditador, é afim com a civilização de consumo e, portanto vulgar.
Agora, o regime comunista determinou o oposto. “É preciso combater a obesidade e os males da civilização”, dizem os atuais dirigentes. E todos têm que sair cedo, alguns ainda de pijama, para fazer barra, flexões, dar pulinhos de galo e outros exercícios. E tudo é ritmado: entoam canções patrióticas, assobiam, batem palmas, levantam pesos, as mulheres praticam danças em grupos.
E se alguém faz “corpo mole”, um instrutor usa seu alto-falante e o expulsa do campo. As mulheres não estão contentes. A tradição chinesa ainda exige delas a alvura da pele, mas com exercício físico, ao ar livre, elas a perdem. Procuram então compensar, comprando cremes de branquear a pele.
Com métodos despóticos, procura a China comunista entrar na sociedade de consumo. A iniciativa é grotesca. Os chineses vêm tudo isso com muita antipatia. Mas não têm escolha, pois o regime assim o quer.
(*) Nelson Ribeiro Fragelli é colaborador da ABIM
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Dramas ocultos por trás da modernidade da Olimpíada
A modernidade ostensiva dos estádios olímpicos de Pequim esconde fatos monstruosos, informou o diário parisiense “La Croix”. Pequim vive envolta numa nuvem de poluição e poeira, que impede a visão além da distância de 100 metros. A população queixa-se pelo fato de o governo bombardear as nuvens de poluição com substâncias químicas; e, como conseqüência, os habitantes passarem mal. Massas de miseráveis que moram na rua serão expulsas sumariamente, a fim de não serem vistas pelos estrangeiros. As fábricas cessarão seus trabalhos durante os jogos, para que os atletas não fiquem asfixiados. Rodízios especiais de carros estão previstos. Os controles policiais estão cada vez mais invasivos. O governo comunista chinês decretou que o primeiro dia da Olimpíada deverá ser ensolarado. O dia da inauguração deve ser azul. Ai de quem não o veja dessa cor! (Agência Boa Imprensa – ABIM)
terça-feira, 15 de julho de 2008
China: polícia e exército cercam santuários marianos
Policiais, soldados e câmaras de espionagem bloqueiam o acesso ao santuário de Nossa Senhora de Sheshan, perto de Shangai. É o maior da China. Carros e peregrinos não podem subir até a Basílica sem licença. Mas os fiéis não a pedem, pois os registros serviriam “para nos reprimir após a grande festa dos Jogos Olímpicos”, disse um deles. As dioceses não podem fazer romarias, restaurantes e hotéis não podem acolher clientes. Há “brutal crescimento da febre securitária em torno dos santuários católicos”, escreveu o jornal “La Croix”, de Paris. Entrementes, a Igreja patriótica — grupo cismático a serviço do regime comunista — pede orações pelo êxito das Olimpíadas. A propósito desses jogos, a propaganda comunista trabalha ao máximo para seduzir o Ocidente. (Agência Boa Imprensa – ABIM)
terça-feira, 13 de maio de 2008
Nas vésperas das Olimpíadas, crescem protestos
Aumentam os protestos contra a ditadura marxista chinesa. No Tibet, a China está massacrando populares que querem recuperar a independência para seu país. A chama olímpica percorreu praças e ruas de Pequim, esvaziadas pela polícia para evitar protestos como o ocorrido no dia em que foi acesa. Nas cidades por onde passou, manifestantes tentaram barrá-la. Em Paris, a despeito de uma custódia de 3.000 agentes, a tocha teve que ser apagada duas vezes.
A chanceler alemã, Angela Merkel, não irá à abertura dos jogos por causa da violação dos direitos humanos na China. Intenção semelhante manifestou o presidente Nicolas Sarkozy, pois sabe que na França muitos querem o boicote político das Olimpíadas. Mas o comunismo chinês usufrui de cumplicidades na mídia para tentar transformar o evento esportivo num imenso show de propaganda de fundo ideológico, como Hitler em 1936. ("Agência Boa Imprensa")
A chanceler alemã, Angela Merkel, não irá à abertura dos jogos por causa da violação dos direitos humanos na China. Intenção semelhante manifestou o presidente Nicolas Sarkozy, pois sabe que na França muitos querem o boicote político das Olimpíadas. Mas o comunismo chinês usufrui de cumplicidades na mídia para tentar transformar o evento esportivo num imenso show de propaganda de fundo ideológico, como Hitler em 1936. ("Agência Boa Imprensa")
terça-feira, 29 de abril de 2008
Perto das olimpíadas, cresce repressão na China comunista
Na iminência dos Jogos Olímpicos, o regime de Pequim recrudesceu a repressão aos dissidentes. Para o governo chinês, o evento é uma imensa oportunidade de propaganda comunista. Quem critica a ditadura é enquadrado no crime de “incitação à subversão do poder do Estado” com atos que “violam o espírito olímpico”. Para o diário parisiense “La Croix”, o “ano novo chinês começou mal”, pois ferve a cólera, o descontentamento e a frustração. Segundo o insuspeito diário “Le Monde”, o “enrijecimento repressivo” é executado através de prisões, expropriações e corrupção. A respeito dessas injustiças socialistas, grandes órgãos da imprensa brasileira silenciam, abafam, distraem as atenções, parecendo ter uma inexplicável cumplicidade com o comunismo chinês. (Agência Boa Imprensa)
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