sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Flores no Santo Sudário só poderiam colher em Jerusalém
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Agência Boa Imprensa (ABIM)
sábado, 18 de agosto de 2012
Unguentos no Santo Sudário falam de um sepultamento real
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Agência Boa Imprensa
sexta-feira, 28 de maio de 2010
A Face da Verdade — Novas pesquisas confirmam a veracidade do Santo Sudário
- Heitor Abdalla Buchaul (*)
Em entrevista concedida ao jornal Belga “Lê Soir” (22-4-10) pela medievalista e pesquisadora dos arquivos secretos do Vaticano, Barbara Frale (foto), que publicou recentemente o livro: O Sudário de Jesus de Nazaré, depreendemos detalhes impressionantes que evidenciam sua autenticidade do tecido, que é considerado o mais analisado da História.Quando perguntada sobre o famoso teste com carbono-14, ela diz que mesmo o criador do teste, o Prêmio-Nobel Willard Frank Libby tinha dúvidas, e havia prevenido que os resultados de suas análises não seriam confiáveis, pois era um tecido que havia sofrido muita contaminação, como por bactérias de origem recente e por um gás desinfetante.
Mas o ponto importante da entrevista foi quando ela afirmou que as novas pesquisas científicas permitiram descobrir sobre o Sudário traços de texto escritos em grego, latim e aramaico. “O primeiro que viu esses traços sobre o negativo, em 1978, foi um professor da Universidade Católica de Milão, Aldo Marastoni — especialista em textos latinos do primeiro século —, suas pesquisas foram confirmadas por André Marion e uma equipe de físicos franceses do Instituto d’Orsay, em 1994. [...] Esses traços de texto escritos sobre papiros que foram colocados sobre o Sudário não são borrões, mas o resultado de uma reação química entre o ferro contido na tinta e uma matéria utilizada para embranquecer os tecidos. Comecei a estudar esses traços de texto em 1998 e descobri, após muita pesquisa e confrontações entre textos medievais e do primeiro século, que o texto era um certificado de sepultura de um homem, chamado Jesus, cidadão de Nazaré, sepultado à nona hora, quer dizer, no fim do dia, em conformidade com a lei na Jerusalém daquele tempo”. Ela comenta outro detalhe interessante: “Por exemplo, os judeus eram enterrados às vezes com as mãos ao longo do corpo, outras com as mãos cruzadas, a direita sobre a esquerda, como em certas preces. A direita representando a misericórdia divina, a esquerda a justiça. O Homem do sudário tem a mão esquerda sobre a direita, como se não necessitasse dessa misericórdia, por ser perfeito”.
Quando perguntada se o Sudário realmente data do primeiro século respondeu: “Segundo todos os indícios de que dispomos - os traços de texto, o gênero de tecido, os restos de pólen de espécies desaparecidas; é certo que ele cobriu o cadáver de um homem chamado Jesus, condenado a morte e crucificado numa época e nas condições descritas nos Evangelhos, o resto não faz parte da ciência, mas da teologia e da fé de cada um”.
A pesquisadora disse que irá a Turim ver o que chama de “objeto verdadeiramente extraordinário [...]. Um holograma com uma incrível capacidade de detalhes anatômicos; lá encontramos mesmo as impressões digitais de quem embrulhou o morto no Lençol”.
Mesmo com tantas evidências, alguns são céticos sobre a veracidade do Santo Sudário, preferindo desconsiderar o cientificismo que apregoam, quando este dá provas de uma verdade inconteste. Como Pilatos perguntam: “O que é a verdade?” E dão as costas para não ouvir a resposta...
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(*) Heitor Abdalla Buchaul é colaborar da ABIM
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Cientistas recusam “prova” de que o Sudário é falso
Um inidôneo Comitê Italiano para Verificação de Alegações Paranormais, financiado por uma organização italiana de agnósticos e ateus, alega ter provado que o Santo Sudário de Turim é uma falsidade da época medieval. Luigi Garlaschelli (foto), professor de Química da Universidade de Pavia, descreveu ao jornal “La Repubblica” como confeccionou um sudário “idêntico” ao de Turim, com materiais baratos e métodos disponíveis no século XIV. David Rolfe, produtor de longos documentários sobre a relíquia, patenteou que as palavras de Garlaschelli depõem contra ele e mostram que mal conhece a relíquia. Diversos cientistas altamente qualificados desmontaram com facilidade a burlesca manobra publicitária. Porém alguns jornais, eivados de anticlericalismo, difundiram a falsa montagem.__________________
Agência Boa Imprensa
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Santo Sudário: cientistas querem teste sério de carbono-14

Segundo o diário “Los Angeles Times”, os cientistas John e Rebecca Jackson, de Colorado Springs (EUA), obtiveram o apoio da Universidade de Oxford para solicitar ao Vaticano novas análises do Santo Sudário de Turim, com base no carbono-14. John foi um dos especialistas que não acreditaram na fraude montada para desclassificar o Santo Sudário com uma análise, hoje desconsiderada, com carbono-14. Tal análise foi estranhamente aceita, sem discussão, pelo então Cardeal-Arcebispo de Turim, Anastácio Ballestrero, e por ele anunciada ao mundo. Christopher Ramsey, chefe do acelerador de radiocarbono de Oxford, ponderou que “há um mundo de outras evidências que sugerem que o Sudário é mais antigo do que as datas apontadas pelo carbono-14”. O estudo do Santo Sudário levou Rebecca Jackson, que foi judia ortodoxa, a se converter à Igreja Católica.

