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sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Flores no Santo Sudário só poderiam colher em Jerusalém

Nos anos 2005-2007, na tela dos computadores de especialistas que transformavam imagens em duas dimensões do Santo Sudário [foto] numa outra de três dimensões apareciam áreas escuras, ou “buracos”. O Dr. Avinoam Danin, professor de Botânica da Universidade Hebraica de Jerusalém, concluiu que na fronte, e entre o cabelo e o rosto do “Homem do Sudário” foi disposto um “tapete quase continuado de flores”. Ele identificou as espécies e até depositou flores muito frescas nos “buracos” e a coincidência foi impressionante. O botânico também concluiu que “três plantas analisadas só podem ter sido colhidas e colocadas no Sudário num único lugar do mundo, que é a área entre Jerusalém e o Hebron”. E acrescentou que as plantas identificadas no Sudário só florescem entre março e abril — época em que se deu a Crucifixão de Nosso Senhor Jesus Cristo (que ocorreu no dia 7 de abril). Está é mais uma comprovação da autenticidade do tecido que recobriu o rosto e o corpo do Redentor da humanidade.
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Agência Boa Imprensa (ABIM)

sábado, 18 de agosto de 2012

Unguentos no Santo Sudário falam de um sepultamento real

A bióloga italiana Marzia Boi [foto] apresentou novo estudo sobre os restos de pólen e unguentos no Santo Sudário em Congresso Internacional realizado em Valência (Espanha). Segundo a especialista do laboratório de Botânica da Universidade das Ilhas Baleares, Jesus Cristo foi sepultado com honras reais. Essas honras correspondem à condição social de Nosso Senhor, bem conhecida de seus parentes, discípulos, amigos e inclusive inimigos. Nosso Senhor pertencia à estirpe real de Judá, sendo descendente de Davi. Os óleos e unguentos, presentes no Santo Sudário, são requintadíssimos e próprios de um rei, segundo antigos costumes. Por isso conservaram o pólen das flores usadas, que por seu simbolismo eram reservadas aos enterros reais.

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Agência Boa Imprensa

sexta-feira, 28 de maio de 2010

A Face da Verdade — Novas pesquisas confirmam a veracidade do Santo Sudário


  • Heitor Abdalla Buchaul (*)
Desde o último dia 10 de abril, o Santo Sudário está exposto na catedral de Turim, sendo esperados mais de dois milhões de peregrinos e turistas que virão venerá-lo.

Em entrevista concedida ao jornal Belga “Lê Soir” (22-4-10) pela medievalista e pesquisadora dos arquivos secretos do Vaticano, Barbara Frale (foto), que publicou recentemente o livro: O Sudário de Jesus de Nazaré, depreendemos detalhes impressionantes que evidenciam sua autenticidade do tecido, que é considerado o mais analisado da História.

Quando perguntada sobre o famoso teste com carbono-14, ela diz que mesmo o criador do teste, o Prêmio-Nobel Willard Frank Libby tinha dúvidas, e havia prevenido que os resultados de suas análises não seriam confiáveis, pois era um tecido que havia sofrido muita contaminação, como por bactérias de origem recente e por um gás desinfetante.

Mas o ponto importante da entrevista foi quando ela afirmou que as novas pesquisas científicas permitiram descobrir sobre o Sudário traços de texto escritos em grego, latim e aramaico. “O primeiro que viu esses traços sobre o negativo, em 1978, foi um professor da Universidade Católica de Milão, Aldo Marastoni — especialista em textos latinos do primeiro século —, suas pesquisas foram confirmadas por André Marion e uma equipe de físicos franceses do Instituto d’Orsay, em 1994. [...] Esses traços de texto escritos sobre papiros que foram colocados sobre o Sudário não são borrões, mas o resultado de uma reação química entre o ferro contido na tinta e uma matéria utilizada para embranquecer os tecidos. Comecei a estudar esses traços de texto em 1998 e descobri, após muita pesquisa e confrontações entre textos medievais e do primeiro século, que o texto era um certificado de sepultura de um homem, chamado Jesus, cidadão de Nazaré, sepultado à nona hora, quer dizer, no fim do dia, em conformidade com a lei na Jerusalém daquele tempo”.

Ela comenta outro detalhe interessante: “Por exemplo, os judeus eram enterrados às vezes com as mãos ao longo do corpo, outras com as mãos cruzadas, a direita sobre a esquerda, como em certas preces. A direita representando a misericórdia divina, a esquerda a justiça. O Homem do sudário tem a mão esquerda sobre a direita, como se não necessitasse dessa misericórdia, por ser perfeito”.

Quando perguntada se o Sudário realmente data do primeiro século respondeu: “Segundo todos os indícios de que dispomos - os traços de texto, o gênero de tecido, os restos de pólen de espécies desaparecidas; é certo que ele cobriu o cadáver de um homem chamado Jesus, condenado a morte e crucificado numa época e nas condições descritas nos Evangelhos, o resto não faz parte da ciência, mas da teologia e da fé de cada um”.

A pesquisadora disse que irá a Turim ver o que chama de “objeto verdadeiramente extraordinário [...]. Um holograma com uma incrível capacidade de detalhes anatômicos; lá encontramos mesmo as impressões digitais de quem embrulhou o morto no Lençol”.

Mesmo com tantas evidências, alguns são céticos sobre a veracidade do Santo Sudário, preferindo desconsiderar o cientificismo que apregoam, quando este dá provas de uma verdade inconteste. Como Pilatos perguntam: “O que é a verdade?” E dão as costas para não ouvir a resposta...
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(*) Heitor Abdalla Buchaul é colaborar da ABIM

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Cientistas recusam “prova” de que o Sudário é falso

Um inidôneo Comitê Italiano para Verificação de Alegações Paranormais, financiado por uma organização italiana de agnósticos e ateus, alega ter provado que o Santo Sudário de Turim é uma falsidade da época medieval. Luigi Garlaschelli (foto), professor de Química da Universidade de Pavia, descreveu ao jornal “La Repubblica” como confeccionou um sudário “idêntico” ao de Turim, com materiais baratos e métodos disponíveis no século XIV. David Rolfe, produtor de longos documentários sobre a relíquia, patenteou que as palavras de Garlaschelli depõem contra ele e mostram que mal conhece a relíquia. Diversos cientistas altamente qualificados desmontaram com facilidade a burlesca manobra publicitária. Porém alguns jornais, eivados de anticlericalismo, difundiram a falsa montagem.
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Agência Boa Imprensa

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Santo Sudário: cientistas querem teste sério de carbono-14

Segundo o diário “Los Angeles Times”, os cientistas John e Rebecca Jackson, de Colorado Springs (EUA), obtiveram o apoio da Universidade de Oxford para solicitar ao Vaticano novas análises do Santo Sudário de Turim, com base no carbono-14. John foi um dos especialistas que não acreditaram na fraude montada para desclassificar o Santo Sudário com uma análise, hoje desconsiderada, com carbono-14. Tal análise foi estranhamente aceita, sem discussão, pelo então Cardeal-Arcebispo de Turim, Anastácio Ballestrero, e por ele anunciada ao mundo. Christopher Ramsey, chefe do acelerador de radiocarbono de Oxford, ponderou que “há um mundo de outras evidências que sugerem que o Sudário é mais antigo do que as datas apontadas pelo carbono-14”. O estudo do Santo Sudário levou Rebecca Jackson, que foi judia ortodoxa, a se converter à Igreja Católica.