quarta-feira, 7 de maio de 2008

Missionários progressistas acobertam infanticídio de índios

O infanticídio em tribos brasileiras vem sendo acobertado por missionários comuno-progressistas e pela Funai. Na etnia kamaiurá, os gêmeos devem ser mortos ao nascer porque são sinônimo de maldição... Em aproximadamente 20 etnias, o infanticídio é praticado também contra aqueles que nascem com deficiências físicas. Destino idêntico aguarda aos filhos de mãe solteira ou doentes mentais. As crianças são enterradas vivas. Antropólogos e tais neo-missionários defendem que esse crime atroz faz parte da “cultura indígena” e que tentar impedi-lo seria “uma violência”. Para o religioso-missionário Saulo Ferreira Feitosa, secretário-adjunto do CIMI (Conselho Indigenista Missionário), dependente da CNBB, a inumana prática “enquanto prática cultural e moralmente aceita, não pode ser combatida de maneira intervencionista”. Posição análoga adota o ex-presidente da Funai Mércio Pereira Gomes.
Confinar nossos silvícolas nas tais “reservas indígenas” não perpetuará entre eles os costumes bárbaros? Muitos índios querem justamente o contrário: eles têm manifestado o desejo de viver no mundo civilizado, abandonar os costumes selvagens, receber as boas influências da cultura ocidental e cristã e, desse modo, progredir.

Um comentário:

Alice Teixeira Ferreira disse...

Este comprtamento deste religioso-missionário Saulo Ferreira Feitosa, secretário-adjunto do CIMI (Conselho Indigenista Missionário), dependente da CNBB,apoiando o infanticidio é daqueles que fazem parte do que o nosso Papa chama de ditadura do relativismo. É inaceitavel aceitar o infanticidio seja em que cultura fôr. Assim teríamos de aceitar o assassinato de Isabela por fazer parte da cultura de seu paí. Taí uma justificativa que os advogados do casal assassino podem utilizar: a menina não se comportou de maneira adequada e justifica-se a sua morte.Para mim este Saulo Feitosa é pior que os padres pedófilos dos EUA.
Dra. Alice Teixeira Ferreira,médica. livre docente da UNIFESp.