terça-feira, 24 de novembro de 2009

Irlanda aprova Constituição Européia sob intimidação

Após a Irlanda dizer “não” ao projeto de Constituição Européia (com seu novo nome de Tratado de Lisboa), visceralmente anticristão, a União Européia obrigou o país a refazer o voto, e num segundo plebiscito venceu o “sim”. A revista alemã “Der Spiegel” registrou que muitas vozes na Alemanha “lamentaram que tivesse sido necessária uma campanha de intimidação para produzir o resultado desejado”. A unificação européia progride, atropelando os países que desejam defender sua identidade nacional e cristã. Só a Irlanda convocou plebiscitos, e nos demais países europeus a União Européia trabalhou para impedir que o povo fosse consultado, porque sabia que o projeto seria recusado. Dessa censurável pressão só poderão advir desastres. O presidente da República Checa ainda não aprovou o Tratado.
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Agência Boa Imprensa

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

O homem do campo

Pe. David Francisquini (*)

Como de costume, este ano já percorri a região rural de meu município no pastoreio das almas que me foram confiadas. Com alegria, pude notar que a paisagem contrastava com a do ano anterior. A terra ressequida, batida e nua deu lugar a vegetação, pois chovera praticamente o ano todo, o que deixa o homem do campo feliz da vida.

O ambiente acolhedor, calmo, distendido e aprazível foi sempre ocasião para boas e longas conversas, motivo de entretenimento e descanso, longe do frenesi, da agitação e da eletricidade que grassa nas megalópoles modernas, e que se estendem até as cidades de porte bem menor. Nelas, o prazer parece se encontrar ora nas altas velocidades das barulhentas motocicletas e carros, ora em permanecer horas a fio diante da TV e da internet ou dos jogos eletrônicos. Distanciados disso, há ainda os que se ajuntam nos botequins para se embriagarem, ocasião para desavenças e até homicídios.

É tal a saturação da cidade, que basta um feriadão para que as estradas fiquem insuportáveis, pois as pessoas procuram alívio para suas almas aflitas. Outrora era ocasião para freqüentarem as festas religiosas, assistirem às missas, participarem das procissões, pois aprendiam que a verdadeira felicidade só se encontrava em Deus.

Era ocasião também das visitas entre amigos e parentes para se irmanarem no seio das famílias constituídas e, ao matar saudades, gozarem de uma verdadeira felicidade que é calma e casta. Hoje, as pessoas procuram desenfreadamente as praias, e toda sorte de divertimentos neopagãos.

Na medida em que percorria a extensão geográfica de minha paróquia, foi vincando em meu espírito o seguinte pensamento: quantas almas se perdiam ali por não procurarem os sacramentos e a vida religiosa. Mas uma coisa era clara: a diferença entre o homem do campo e o da cidade. O camponês ainda pensa e conversa. Ele tem suas falhas, como a falta de freqüência aos atos religiosos e o relaxamento na indumentária. Mas ainda conversam sobre temas com certa profundidade e precisão, que surpreendem quer pela elevação quer pela sabedoria, lembrando o entretenimento de Nosso Senhor com temas como a semente lançada na terra, a ceifa, os lírios dos campos, a videira, a mostarda, os pássaros, o pastor de ovelhas, a serpente. E até a galinha com seus pintainhos.

Todo esse panorama em que o homem fica envolto no meio rural serve de lição para compreender e antegozar o Reino dos céus. Não precisa ser observador profundo para perceber quanto o camponês tira de seu ambiente lições para a vida. O contato com a terra tem seus momentos difíceis, mas leva com freqüência a meditar e a relacionar as coisas com Deus.
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Sacerdote da igreja do Imaculado Coração de Maria –– Cardoso Moreira (RJ)

Tradição é sinônimo de produtos de qualidade

Enquanto muitos produtores de vinhos mais ou menos industrializados pensam rever sua produção em função das pressões ambientalistas, a adega espanhola López de Heredia despreza tais pressões. Ela nunca abandonou os métodos tradicionais forjados sob o influxo da civilização cristã. Nas suas fidalgas instalações, usa pipas de madeira de até 132 anos de idade, que transmitem sabor especial ao vinho. As garrafas descansam cobertas pela poeira e teias de aranha, sinal sensível de sua nobre antiguidade. Para Maria José López de Heredia (foto), filha do patriarca proprietário, isso é absolutamente benéfico para os vinhos. Eles assim dormem imperturbados seu prestigioso sono, à espera de serem levados triunfalmente à mesa. No momento, aqueles que trocaram a tradição por marketing tentam imitá-la.
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Agência Boa Imprensa

80% das cédulas de real contêm resíduos de cocaína

Foi registrada presença de cocaína em 80% de um total de 10 cédulas brasileiras analisadas no mais exigente estudo, informou “National Geographic News”. Os resultados foram apresentados na sede da American Chemical Society, maior sociedade de cientistas do mundo. Aproximadamente 90% das notas que circulam nos EUA e no Canadá trazem também resquícios de cocaína. A droga fica nas notas porque os viciados as utilizam para envelopar o tóxico ou para inalá-lo. A extensão do consumo de drogas, patenteada neste fato, poderá eventualmente ser apontada no futuro como sinal de como e por que a civilização moderna ruiu no auge de seu gigantismo.
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terça-feira, 10 de novembro de 2009

Direito de decidir? (II)

Pe. David Francisquini *

Como prometi no meu último artigo, volto a tratar do aborto, da eugenia e da eutanásia. Com efeito, os propugnadores do monstruoso pecado do aborto querem descaracterizar o seu aspecto criminoso e hediondo, afastando dele o aspecto religioso e moral, e induzir a população a aceitá-lo pelo lado sentimental. Nessa concepção, não há lugar para o Direito natural e divino.
Disse Deus: “Não matarás!” Dizem eles: “É um problema de saúde pública e as leis do Estado devem ser observadas acima das leis religiosas”. Assim, surgem as alegações de que o aborto legalizado evitará os clandestinos, ocasião de riscos, seqüelas e até mortes. Que as mulheres ricas usam clínicas especializadas enquanto as pobres sofrem as conseqüências do aborto clandestino.

Ora, a obrigação do Estado é favorecer a vida e nunca a morte! Qualquer que seja a razão da gravidez, a obrigação da mãe é levá-la até o fim, pois ela porta em seu seio um outro ser humano com direito fundamental à vida, o qual em hipótese alguma pode ser eliminado.

A única política pública aceitável é a de evitar o aborto, com assistência moral e material durante a gravidez e o parto. Quer a mãe seja rica, quer seja pobre, o problema é sempre o mesmo: o aborto é o assassinato de um ser inocente e indefeso. Ninguém tem o direito de tirar a vida do nascituro em nenhum momento, desde a sua concepção até o nascimento.
Quanto ao aborto no caso de gravidez indesejada, de crianças anencéfalas, portadoras de doenças genéticas ou não, ou do aborto fruto de estupro, costuma-se alegar o trauma da mãe. Contudo, não há maior trauma do que assassinar o fruto de seu próprio ventre. Como sacerdote, posso sentenciar que o trauma do aborto é terrível, muito mais do que o de estupro, por mais horrível que este seja, pois neste caso a mulher não carrega na consciência o peso da culpa.

Ela até poderá entregar sua criança para adoção de casais que sofrem por falta de filhos. O aborto — mesmo executado por profissionais — pode causar graves seqüelas físicas, psicológicas e morais, entre elas, hemorragia, angústia, depressão e remorsos.

Devemos amar a Deus sobre todas as coisas e, se quisermos ser fiéis a este amor, é necessário obedecer à sua santa Lei, que não permite o aborto. Termino com as palavras do Papa João Paulo II: “Declaro que o aborto direto, isto é, querido, constitui sempre uma desordem moral grave [...], nenhuma circunstância, nenhum fim, nenhuma lei do mundo poderá jamais tornar lícito um ato que é intrinsecamente ilícito, porque contrário à Lei de Deus, inscrita no coração de cada homem, reconhecível pela própria razão e proclamada pela Igreja”.
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* Sacerdote da igreja do Imaculado Coração de Maria –– Cardoso Moreira (RJ)

Novo tênis aproxima homem do animal

Em modelos de tênis como o FiveFingers (foto), os artelhos se encaixam em compartimentos individuais, como os dedos da mão na luva. Os pés ficam grotescamente parecidos com os de certos animais. Os fabricantes alegam competir com a moda (aliás, muito rara) de se correr descalço. Todas essas modas não são ingênuas, nelas está incubada uma filosofia ecológico-evolucionista. “O sapato possivelmente atrapalhou a evolução”, tentou justificar Galahad Clark, executivo-chefe da fabricante de calçados Terra Plana, de Londres. A invenção do sapato atendeu a uma necessidade do homem e o distingue do simples animal, mas a tendência ecológico-evolucionista visa reverter esse progresso da civilização.
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“Deus está ao nosso lado”, afirma comandante anti-FARC

O comandante em chefe das Forças Armadas colombianas, general Freddy Padilla de León (foto), foi recebido por S.S. Bento XVI. Segundo o “Diário Las Américas”, Padilla de León declarou: “Os esforços e sacrifícios das forças armadas colombianas estão sendo recompensados. [...] Não se pode esquecer que a fé católica é um dos principais suportes que nos acompanham na busca da paz e da ordem institucional na Colômbia”. Acrescentou que “as numerosas e arriscadíssimas” operações militares contra a guerrilha marxista-leninista das FARC são confiadas ao Sagrado Coração de Jesus. “Como se pode ver nos resultados da luta contra o terrorismo, está demonstrado que Deus está ao nosso lado, e a Ele pedimos todos os dias, com devoção, que nos dê ânimo para conseguir nossos objetivos pelo bem da Colômbia e da comunidade internacional”.
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Segunda-feira sem carne para “salvar o planeta”...

Foi recebida com incredulidade e de modo jocoso a notícia de que a prefeitura de São Paulo promove a campanha da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) –– “Segunda sem Carne” –– para “salvar o planeta”. Entretanto, o que vem aí é muito sério, conforme noticiou a imprensa paulista. O movimento foi lançado nos EUA e quer limitar a produção mundial de bois, frangos e afins em 15%, e faz parte da campanha contra o “aquecimento global” promovida pela ONU. Esta campanha indicia a pecuária como principal culpada pelo pretenso aquecimento. Severas medidas coercitivas poderão começar a se manifestar na Conferência de Copenhague. A tendência é associada com yoga, esoterismo e religiões orientais, que visam reduzir a humanidade a uma vida miserabilista, tendo como única compensação as experiências “espirituais” de um iogui ou um fakir.
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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Direito de decidir? (I)

Pe. David Francisquini*

Imaginemos um pequeno país da Europa, da Ásia ou da Oceania ameaçado por uma seca que, segundo os especialistas, durará longo período. Os cientistas envolvidos na questão conclamam os dirigentes do país a tomar as medidas cabíveis diante da fome que se avizinha.

Entre os seus homens notáveis, o hipotético país conta — além dos cientistas — com médicos, políticos, professores, magistrados, militares, sacerdotes, e tantos outros. Uma reunião é fixada para as tomadas de decisão e distribuição de tarefas, pois os participantes traçarão um plano para enfrentar as conseqüências da seca e de suas vítimas.

A reunião ocorre num clima nervoso e cheio de expectativas. O debate já se inicia afanoso e acalorado. Os mais experientes e sensatos — entre eles um sacerdote católico — começam por sugerir boa provisão nos celeiros, como fez José durante a longa seca que se abateu sobre o Egito.

Outro sugere o envio de embaixadores pelo mundo anunciando a tragédia iminente, e, ao mesmo tempo, angariando víveres e remédios. Sem perda de tempo, um outro assesta o foco sobre a necessidade de se fazer reservatórios de água como açudes e represas. Não tardou vir à tona a proposição de alertar a população.

Quando a reunião rumava para seu fim, surge inusitadamente um personagem de aspecto sinistro, liderando um grupelho autodenominado “pelo direito de decidir”. Pelas caras, pelas palavras de ordem e pelos cartazes, era fácil perceber contestadores da ordem e da harmonia social.

O desgrenhado líder do grupelho, sem sequer esperar lhe fosse dirigida a palavra, urrou: “Companheiros, na perspectiva do enorme sofrimento do povo e tendo em vista os minguados estoques de alimentos do País, a solução é simples e de fácil solução. E falo em nome dos ‘direitos humanos’! Para salvar da catástrofe a nossa nação e os seus homens de bem, nosso ‘movimento social’ propõe a contratação de pistoleiros para eliminar desde já 50% de nossa população”. (Grande alarido do grupelho em sinal de aprovação).

E tal líder retoma ainda mais eloqüente: “Que nenhuma família a partir de hoje tenha mais filhos, e que o aborto seja geral e irrestrito. Tudo isso para o bem da nação. Tais pistoleiros começarão as execuções pelos hospitalizados, débeis mentais, deficientes físicos e inválidos. O restante será eliminado por sorteio”.

E concluiu a arenga para seu grupinho e jornalistas presentes: “Só assim evitaremos o sofrimento de nosso povo diante da fome que se aproxima! E para que o povo entenda tal medida de salvação pública, tais resoluções devem ser divulgadas pela imprensa escrita, falada e televisionada”. Em razão de tão maluca proposta, o personagem nem pôde terminar sua peroração: recebeu imediatamente voz de prisão.

Caro leitor, diz-se que a repetição é a melhor figura de retórica. Mas não é verdade que nessa pequena parábola estamos retratando a triste realidade de nossos dias? Em nome da saúde pública, da hipotética salvação do planeta, dos direitos humanos, da igualdade, do direito da mulher ao próprio corpo, vão sendo implantados o aborto, a eugenia e a eutanásia.
Prometo ao leitor continuar a matéria no próximo artigo.
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* Sacerdote da igreja do Imaculado Coração de Maria –– Cardoso Moreira (RJ)

Família brasileira sofre com decadência religiosa

Segundo informou o diário carioca “O Globo”, o igualitarismo e o espírito materialista no lar tiveram pesada responsabilidade na grave erosão que sofreu a família brasileira nos últimos 40 anos. De acordo com Ana Saboia, chefe da Divisão de Indicadores Sociais do IBGE, “a mulher passou a dividir a provisão da família. O tamanho do respeito dentro de casa passou pelo tamanho do contracheque”. Obviamente, as crianças ficaram relegadas. Nos anos 70, o casal tinha em média 5,8 filhos, hoje tem menos de dois, e o número prossegue em queda. A degradação não está ligada à pobreza, segundo as estatísticas. A sensação de solidão e abandono é palpável no número de mulheres que, sozinhas, sustentam uma família: 18% em 1991, 33% em 2007. A notícia afirma ainda que os agentes da degradação familiar querem mais igualdade, e esta só será exeqüível com uma maior intromissão do Estado na vida do lar.
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Cientistas recusam “prova” de que o Sudário é falso

Um inidôneo Comitê Italiano para Verificação de Alegações Paranormais, financiado por uma organização italiana de agnósticos e ateus, alega ter provado que o Santo Sudário de Turim é uma falsidade da época medieval. Luigi Garlaschelli (foto), professor de Química da Universidade de Pavia, descreveu ao jornal “La Repubblica” como confeccionou um sudário “idêntico” ao de Turim, com materiais baratos e métodos disponíveis no século XIV. David Rolfe, produtor de longos documentários sobre a relíquia, patenteou que as palavras de Garlaschelli depõem contra ele e mostram que mal conhece a relíquia. Diversos cientistas altamente qualificados desmontaram com facilidade a burlesca manobra publicitária. Porém alguns jornais, eivados de anticlericalismo, difundiram a falsa montagem.
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quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Acendendo a luz na penumbra do auditório


Daniel Martins*
Sexta-Feira. O Teatro Municipal abre suas portas, a partir das sete da noite para mais um clássico. O público chega, enche o auditório e, por falta de assentos, alguns ficam de pé no fundo. Começa a peça. Até aí, nada mais corriqueiro.

Depois de quinze minutos, a peça –– presumivelmente interessante –– já atraiu a completa atenção dos espectadores. Nesse momento, uma turma de três bate-carteiras começa seu “trabalho”. O que fazer?
Sem mais, um dos que estavam de pé percebe o golpe dos trombadinhas e pensa em uma saída. Se a principal arma dos bandidinhos é a luz apagada, nada mais sensato do que acendê-la...
Alguém logo perceberá o golpe e dará o alarde salvador.

Pois bem. Imerso no corre-corre e no caos moderno, o Brasil vai assistindo os acontecimentos. Muitas vezes sentado... a luz está apagada, e os bate-carteiras, os bate-tranqüilidade e os bate-moralidade começam a agir.

É o que estão fazendo certos ativistas do lobby internacional do aborto. Sua arma? Deixar a luz apagada. Ou seja, tomar cuidado para não despertar a consciência de 90% da população que, de acordo com dados do DataFolha, é contrária ao assassinato de inocentes. Pois se a população se levantar contra sua sanha, a liberação do aborto não passará como lei no Brasil.

O que é preciso então? Acender a luz!

Esse é o objetivo do recentíssimo livro do Pe. David Francisquini, o Catecismo
Contra o Aborto
. Assessorado por uma comissão de médicos e juristas, o ilustre sacerdote trata de todos os pontos que os abortistas nos querem fazer esquecer. Quando começa a vida humana? O que dizer do aborto em caso de estupro? Por que o aborto é um pecado gravíssimo? Quais são as seqüelas físicas, morais e psicológicas de um aborto? Temos a obrigação perante Deus de combatê-lo?

Livro denso, sucinto, de agradável leitura. Disponível no site:

É só um livro... mas pode apertar o interruptor de luz do auditório na penumbra!
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* Daniel Martins é colaborador da ABIM

Imagem de Guadalupe: a ciência não encontra explicações

O Dr. Adolfo Orozco, pesquisador da Universidade Nacional Autonômica do México, informou em Phoenix, EUA, no 1º Congresso Internacional sobre a Virgem de Guadalupe, que o estado de conservação do manto “está completamente fora de todo tipo de explicação científica. Todos os tecidos similares, postos em ambientes úmidos e salinos como o que rodeia a Basílica, não duraram mais de dez anos”. Relatou dois fatos sem explicação científica: 1º) Em 1785 um trabalhador derramou ácido nítrico no tecido, mas não destruiu a malha nem danificou as cores; 2º) Uma explosão criminosa ao pé da imagem destruiu todos os vidros num raio de 150 metros e entortou uma cruz de ferro, mas “nem o manto nem o vidro comum que o protege foram danificados” [...]. “Não temos uma explicação natural para esta ocorrência”.
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Produtos chineses feitos com matéria nojenta

O diário “South China Morning Post”, de Hong Kong, informou que Chen, uma jovem de Guangdong, fez repugnante descoberta sobre elásticos para prender os cabelos, que ganhara como brinde num salão de beleza: eram confeccionados com preservativos! Fatos análogos ocorreram nas cidades de Donguan e Guangzhou. Trata-se de material reciclado do lixo que a China importa do Ocidente. O socialismo chinês não recua ante esta repugnante prática, submetendo seus súditos a um degradante uso de material descartável, comprado por preços baixos no ocidente.
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Jovens pernambucanos tornam-se mais conservadores

Pesquisa da Universidade Federal de Pernambuco constatou que os estudantes universitários do estado são muito mais conservadores do que se imaginava: 81% deles não querem a liberação da maconha; 76% são contra a ampliação dos casos de aborto; apóiam uma lei que limite o consumo de álcool; nada de rebeldia, nem de inconformismo. O antigo hippie –– revoltado, drogado, permissivo sexual –– hoje pertence a uma geração envelhecida, que enche as manchetes e até a direção dos jornais. “A gente vê questões como a religião influenciando muito na vida dos jovens", explicou o coordenador da pesquisa, Pierre Lucena.
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quinta-feira, 8 de outubro de 2009

FORA ZELAYA!

Zelaya utiliza-se da embaixada brasileira (foto) em Tegucigalpa como palanque, fazendo comício para seus sequazes (partidários de Hugo Chávez), o que poderá levar Honduras a uma guerra civil. Se ocorrer derramamento de sangue o governo brasileiro poderá ser responsabilizado.


Envie mensagem de protesto ao Ministro das Relações Exteriores do Brasil
(
http://forazelaya.blogspot.com/)


Fora Zelaya! V. está em nossa embaixada em Tegucigalpa não para resolver a crise de seu país pelas vias institucionais, mas para, com a cumplicidade de nosso governo, impor a Honduras uma rendição ao chavismo.

Fora Zelaya! Nossos compatriotas não querem ser envolvidos em conflitos que eles nunca buscaram, apenas porque o fanatismo ideológico de nossa diplomacia, para atender aos desígnios de Hugo Chávez, decidiu permitir que nossa embaixada fosse o quartel-general para organizar sua insurreição.

Fora Zelaya! É urgente que v. abandone o prédio de nossa embaixada e se entregue às autoridades do seu país para ser julgado pelos crimes de que é acusado e deixe de contar com a proteção de nosso governo para acobertar a ilegalidade.

Envie mensagem de protesto ao Ministro das Relações Exteriores do Brasil
(
http://forazelaya.blogspot.com/)

Fora Zelaya! Honduras necessita de paz e de respeito à sua soberania e não de gritos de guerra partidos da embaixada brasileira em Tegucigalpa.

Fora Zelaya! É urgente que V. abandone a embaixada brasileira e deixe de fazer dela o quartel-general de onde lança seus apelos a uma insurreição que pode conduzir a uma luta fratricida entre hondurenhos.

Fora Zelaya! V. tem o apoio de nossa diplomacia, cooptada pelo chavismo, mas não de nosso povo, conservador e cristão, que deseja a harmonia política e social e o bom entendimento entre os povos irmãos da América Latina.

Envie mensagem de protesto ao Ministro das Relações Exteriores do Brasil
(
http://forazelaya.blogspot.com/)


Fora Zelaya! É importante que Honduras, o Brasil e toda a América Latina fiquem a salvo das intrigas, das ameças, das incursões e de uma eventual hegemonia do “socialismo do século XXI”. Por isso saia logo de nossa embaixada.

Fora Zelaya! Sua presença em nossa embaixada, com a cumplicidade de nossa diplomacia, é uma ofensa a nosso povo, tradicionalmente pacato e avesso às ideologias de esquerda, que tantos confrontos, misérias e dores já causaram no mundo.

Fora Zelaya! Hugo Chávez, o caudilho venezuelano, se vangloria de o ter introduzido clandestinamente em Honduras e recomendado que se abrigasse em nossa embaixada, para daí iniciar um movimento de insurreição. Infelizmente nossa diplomacia se prestou a isso, mas nós os brasileiros somos totalmente contrários ao que aconteceu.

Fora Zelaya! Nós brasileiros sabemos perfeitamente que, primeiro, V. violou uma cláusula pétrea, o artigo 239 da Constituição de Honduras, quando tentou convocar um plebiscito para permitir-lhe eternizar no poder, numa manobra "chavista" ou bolivariana, e por isso foi deposto. V. não foi vítima de um golpe como alguns pretendem convencer a opinião mundial, mas foi deposto.

Fora Zelaya! Ainda é tempo de evitar um derramamento de sangue em sua pátria. Não desejamos ser o estopim e cúmplices de uma guerra civil em Honduras que poderá, depois, estender-se aos países vizinhos.

Fora! do Brasil, fora! de nossa Embaixada!
Fora!... Fora!...

Envie mensagem de protesto ao Ministro das Relações Exteriores do Brasil
(
http://forazelaya.blogspot.com/)

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Leia na íntegra o Comunicado da Associação dos Fundadores

http://comunicadofundadores.blogspot.com/


quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Aborto: o artigo que outrora eu não precisaria escrever...


Roger Luis Vargas (*)


Foi recentemente lançado o Catecismo contra o aborto: Por que devo defender a vida humana, de autoria do Pe. David Francisquini. Este opúsculo trata da questão do aborto à luz da doutrina católica, da Lei natural e da ciência médica.


Nele o assunto é apresentado em forma de perguntas e respostas. São respondidas as principais objeções apregoadas e difundidas a todo momento, tanto na mídia como em nossos meios (mesmo em círculos ditos católicos).
O livro explica em que consiste o sagrado dom da vida na Terra. Discorre sobre os diferentes métodos utilizados no procedimento do aborto. Relembra verdades esquecidas como o “aborto é um pecado que brada aos Céus e clama a Deus por vingança”. Aprofunda-se no tema, discorrendo sobre as relações do nascituro e a intimidade deste com Deus. Alerta sobre as seqüelas deixadas na mãe –– não somente físicas, mas também psicológicas.

Por fim, após discorrer sobre a questão legal do aborto no Brasil, termina com um apêndice sobre o aborto em nível internacional.

Não creio que pessoa alguma possa afirmar que tal obra não tenha uma importância fundamental em nossos dias. Livro destinado não apenas àquelas que serão chamadas a ser mães, mas a todos aqueles preocupados com a Lei de Deus e a vida humana.

Segundo estatísticas oficiais, a cada ano são contabilizados 46 milhões de abortos em todo o mundo (perfazendo um total de aproximadamente 1 bilhão a cada 22 anos). Todavia, não é possível chegar ao número real de abortos já cometidos, visto que em 1919 o aborto já era legal na Rússia comunista.

Imagino-me voltando um século no tempo e escrevendo o mesmo artigo, alertando as futuras mães a não incorrerem em tão grave pecado. Creio que, em minha viagem histórica regressiva, eu seria alvo do repúdio da sociedade de outrora, por julgar o artigo deslocado, tão impensável era o aborto naquela época. Donde me veio a inspiração para o título deste artigo, uma maneira de ajudar a todos que vivemos numa sociedade materializada e amoral –– a civilização do século XXI –– a refletir sobre a afirmação: Um artigo que outrora eu não precisaria escrever...
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(*) Roger Luis Vargas é colaborador da ABIM


71% do Brasil impedido de produzir alimentos

De acordo com matéria publicada pelo “Jornal da Ciência” da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), a produção de alimentos é expressamente proibida em 71% do território brasileiro pelo Código Florestal. A lei deixa só 29% do País para as cidades, infra-estrutura e produção agropecuária. A matéria funda-se em estudo do professor Evaristo Eduardo de Miranda, documentado com fotografias e dados obtidos via satélite. Contudo, a “religião” ambientalista comemora essa política suicida de “engessamento” do País. Para ela, a mata inculta e o primitivismo constituem um santuário habitado por uma “divindade” panteísta, por vezes denominada Gaia. Será este o novo nome do pai da mentira?
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Agência Boa Imprensa

Mais uma oposicionista “silenciada” na Rússia

A jornalista Natalia Estemirova (foto) foi seqüestrada quando saía de sua casa, e logo executada em Grozni, capital da Chechênia. Seu corpo apareceu numa estrada, com tiros na cabeça e no peito, noticia o diário carioca “O Globo”. Sua “heresia” foi criticar a política do governo de Putin no norte do Cáucaso. A União Européia e organizações de direitos humanos ocidentais soltaram gemidos estéreis e sem conseqüências a propósito do assassinato, como aconteceu por ocasião de outros homicídios de jornalistas, advogados e ativistas que denunciaram a ditadura de estilo soviético exercida por Putin e seus “camaradas” da (ex-)KGB.
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Agência Boa Imprensa

Mais um exemplo do poder do Santo Rosário

Dois cidadãos americanos divulgaram na Internet fato narrado por Mons. William Kerr, falecido neste ano. Certa noite em Tallahassee, Flórida (EUA), ele fora chamado pela polícia para atender uma república feminina de estudantes vitimada por um terrível assassino serial. Duas moças morreram, e outras agonizavam. Somente uma jovem não sofrera nada, pois quando o criminoso abriu a porta do quarto e apontou contra ela sua arma, esta caiu no chão e ele fugiu. A moça narrou ter prometido à mãe que rezaria o rosário toda noite antes de se deitar, como fazia naquele momento. Anos depois, o religioso atendeu o assassino condenado à morte, e este lhe contou que, quando viu a jovem com o terço na mão, não pôde dar um só passo, a arma caiu de sua mão e ele teve que sair correndo.
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Agência Boa Imprensa