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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

A vida não foi feita para o prazer (II)


Pe. David Francisquini *

Como vimos no artigo anterior sobre a questão dos preservativos, o seu uso abre as portas para toda espécie de libertinagens. Tomemos o caso de um jovem que passe a ter relações sexuais precoces. Ele, iniciando esse hábito pecaminoso, logo perderá o domínio do seu instinto, tornar-se-á inescrupuloso, passará a encarar isso com naturalidade e não mais respeitará qualquer princípio ou regra de ética ou moral.

domingo, 7 de dezembro de 2008

Cruéis perseguições aos católicos da Índia

Seis bispos de Orissa (foto), na Índia, assinaram uma carta pastoral denunciando os morticínios de católicos que vêm ocorrendo na região há vários meses. Eles comparam os ataques sistemáticos dos pagãos indianos com as perseguições sofridas pelos primeiros cristãos no Império Romano, pela sua fidelidade à Igreja Católica e a Nosso Senhor Jesus Cristo. A “história mostrou que aquela perseguição, em última análise, reforçou a Igreja”. O caso patenteia mais uma contradição da esquerda católica: proclama-se a favor dos perseguidos, marginalizados, dos que sofrem injustiça. Seria, pois, o momento de ela elevar a voz no Brasil e no mundo em prol de nossos irmãos na fé, perseguidos na Índia, vítimas das piores formas de injustiça e de violência. Porém, ela permanece em silêncio. Na verdade, as razões que a esquerda católica aduz a favor dos “marginalizados” são meros pretextos para promover a revolução socialo-comunista.
(Agência Boa Imprensa)

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Religião e ciência: quem tem razão?

  • Nelson Fragelli(*)
Uma descoberta da vacina contra a Aids? Não há perspectiva nesse sentido; não se fala disso. A 17ª Conferência Mundial de Combate à Aids está marcada para o próximo mês de agosto, na Cidade do México. O desânimo dos participantes é imenso.
Quando no início dos anos 80 os primeiros casos de Aids apareceram, não faltaram cientistas proclamando ser questão de tempo a descoberta de uma vacina. A almejada fórmula era: desbragamento sexual, sem risco de infecção.
Qual nada! Um quarto de século mais tarde não há esperança de cura dessa terrível infecção. É o que pensam os mais famosos médicos, como David Baltimore, detentor de prêmio Nobel, hoje cansado de procurar a vacina. Ele não mais crê na sua obtenção, nem mesmo em futuro remoto.
Na Conferência de Toronto, há dois anos, alardeava-se as hipotéticas virtudes do “Microbiocid”, cuja pesquisa vinha sendo feita. Conjeturava-se sobre o “Carraguard”, que deveria livrar as mulheres de toda contaminação. Tanto o primeiro quanto o outro projeto foi abandonado. Os patrocinadores se perguntam se vale a pena gastar milhões em empreendimentos que encalham.
E o mal continua fazendo devastações. Na Alemanha, entre 2001 e 2006 os casos diagnosticados aumentaram 81%. Na Rússia o “câncer dos homossexuais” assola a juventude. No mundo, os aidéticos são hoje 1 milhão e 500 mil.
Abatidos, os cientistas parecem criar juízo e hoje recomendam, como melhor meio de evitar a Aids, a fidelidade conjugal e a castidade. Recomendações que reafirmam o perene ensinamento da Igreja em matéria moral.
Para os que ainda alegam surrados argumentos de conflito entre ciência e religião, já é tempo de admitir que, mais uma vez, esta venceu a controvérsia.
(*) Nelson Fragelli é colaborador da Agência Boa Imprensa –– ABIM