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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

“Neo-maoização” da China


Luis Dufaur (*)

Em julho último, o presidente chinês Xi Jinping peregrinou até a luxuosa casa de campo às margens de um lago, onde Mao Zedong passava suas férias nos anos 1950 enquanto ordenava exterminar classes sociais inteiras. Para Xi, o sítio de lazeres do cruel líder comunista deveria ser declarado centro de educação da juventude no espírito da revolução.

Com efeito, a retórica “mística” maoísta de Xi vem se reforçando nos últimos meses, constatou reportagem do “The Wall Street Journal”.

Ele se vale do “livro vermelho” de Mao para fazer um expurgo no Partido Comunista Chinês, além de montar um cerco a princípios como democracia, Estado de direito e aplicação da Constituição.

Visando reforçar o espírito igualitário intrínseco ao comunismo, o presidente ordenou que os generais e os membros mais antigos do governo trabalhem como domésticos pelo período mínimo de cinco dias a fim de aprenderem a se reconectar com as “massas”. A atitude de Xi parece decisiva, pois a China está entrando numa crise econômica e pipocam as revoltas populares.

Para Xi Jinping que passa horas lendo livros de teoria marxista e maoista, “isto é apenas o início”. Em dezembro passado, ele declarara que a União Soviética havia entrado em colapso pela falta de convicção ideológica marxista de seus líderes e pelo fato de não haver um “homem” para estancar o processo de liberalização.

Ele tem a pretensão de ser o “homem” que impedirá qualquer abrandamento de uma ditadura que já ceifou pelo menos cem milhões de vidas da sofrida nação chinesa...
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(*) Luis Dufaur é colaborador da Agência Boa Imprensa (ABIM)

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Apelos desesperados escondidos em produtos chineses


Luis Dufaur (*)

Em outubro de 2012, Julie Keith, [foto abaixo] uma mãe do Oregon (EUA), enregelou-se: num pacote para Halloween “made in China” que ela comprara na loja Kmart havia uma carta escondida meticulosamente. Grafada num inglês trêmulo, a mensagem [foto abaixo] falava de um cenário de horror. O autor estava preso num campo de trabalho forçado no norte da China, trabalhando 15 horas diárias durante toda a semana sob o látego de desapiedados guardas.

“Se você comprar este produto, por favor, mande esta carta para a Organização Mundial de Direitos Humanos” – leu Julie. “Milhares de pessoas na China, que sofrem a perseguição do Partido Comunista, ficar-lhe-ão gratas para sempre”.

Entrementes, o autor – Zhang, 47 – conseguiu sair da fábrica-prisão. Como muitos outros ex-detentos, ele descreveu o universo carcerário socialista marcado por abusos estarrecedores, espancamentos frequentes e privação de sono de prisioneiros acorrentados semanas a fio em posições doloridas. A morte de colegas por suicídio ou doenças fazia parte do pão quotidiano.

Corrobora-o Chen Shenchun, 55, que passou dois anos num desses campos: “Às vezes os guardas puxavam-me pelos cabelos, colavam na minha pele barras ligadas à eletricidade, até que o cheiro de carne queimada enchia a sala”, disse.

A maioria dos escravos-operários de Masanjia foi presa por causa de sua crença. Mas o regime os mistura com prostitutas, drogados e ativistas políticos. As violências se concentram naqueles que se recusam a renegar sua fé.

Nem os responsáveis do campo de concentração, nem a Sears Holdings, dona da loja Kmart, quiseram atender pedidos de entrevista. Julie repassou a carta para um órgão governamental americano, mas a administração Obama adota uma atitude de subserviência diante das práticas inumanas chinesas. Por exemplo, um funcionário disse que o esclarecimento deste caso levaria muito tempo. O que equivale mais ou menos dizer que ele nunca será esclarecido.

Como aconteceu com Zhang...

Da próxima vez que o leitor for comprar algum produto chinês, pense na tragédia que pode estar levando para sua casa.
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(*) Luis Dufaur é colaborador da Agência Boa Imprensa (ABIM)

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

China: Comércio de órgãos humanos baseado em execuções capitais

São realizados anualmente na China 10 mil transplantes de órgãos, 65% dos quais extraídos de condenados à morte. O diretor de um grande hospital de Xangai fala em 80%. As execuções quase não são praticadas na presença de um médico, mas no próprio tribunal, e quando este “não está equipado” usa-se uma van parecida com viatura policial. A Jinguan Automobiles exporta essas vans-matadouro, jactando-se de que “nossos clientes incluem Varas Penais em todos os níveis da China”. A empresa oferece o modelo SLT 5040XZXE1, montado sobre um chassi Ford. O esquartejamento é feito às pressas, muitas vezes sem testes sanguíneos, e após receber o pagamento, o próprio médico leva os órgãos de avião até a cidade do interessado. Sobre o consentimento da vítima, “não se pergunta, não se sabe”. O governo marxista alega que a doação é voluntária, sem oferecimento de dinheiro pelo meio. Porém, ninguém arrisca doar voluntariamente algum órgão.
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Agência Boa Imprensa (ABIM)

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Ar rarefeito na China

Por razões diferentes, lá como no Brasil, os habitantes optaram por contestar as autoridades que os intoxicam 

§ Luis Dufaur (*)

Na China, o nível de contaminação do ar, da terra e das águas atingiu níveis jamais vistos na história e começa a ficar intolerável para os seus quase um bilhão e meio de habitantes — escreveu o jornal “Clarín”, de Buenos Aires. A causa foi e continua sendo os brutais métodos socialistas.

Estudos independentes afirmam que até 70% das terras chinesas estariam contaminadas, provocando crescentes revoltas populares. Apesar de proibidos, os protestos se multiplicam nas ruas, enquanto se fazem milhares de denúncias pelas redes sociais.

Em Dalian, cidade situada no leste do país, um protesto multitudinário bloqueou a ampliação de uma petroquímica, e o sucesso da manifestação se difundiu em outras regiões. Pequim tenta ludibriar os descontentes com o anúncio de estudos para detectar o nível de contaminação do solo, que na China é “segredo de Estado”.

Para o Ministério de Meio Ambiente, as terras estão contaminadas com metais pesados e pesticidas proibidos desde os anos 80. Como os males andam atrelados, Zhuang Guotai, responsável pela pasta do Trabalho, disse que essa contaminação decorre da Reforma Agrária.

No Brasil, fizemos e continuamos a fazer críticas pertinentes à Reforma Agrária socialista e confiscatória, tão a gosto de nossos bispos progressistas e de todas as esquerdas. Pois ela conduzirá aos mesmos resultados desastrosos da China, cujos métodos dirigistas de produção obrigaram seus dirigentes a apelar para o Brasil e a Argentina em busca de alimentação saudável.

Desconhecem-se até o momento na China os resultados a que chegou o primeiro estudo nacional de contaminação do solo, iniciado em 2006. Os acadêmicos que dele participaram disseram que o governo apagou os dados colhidos desde o início, mas que a contaminação continua intoxicando toda a cadeia alimentar pelo uso indiscriminado de chumbo, arsênico ou cádmio.

E saber que apesar de tudo isso o Brasil acaba de trazer da China feijão duro, caro — e, ao que tudo indica, contaminado — para concorrer com o custo-Brasil imposto aos nossos heroicos ruralistas! Feijão importado de um país cuja população escravizada se intoxica ao respirar, comer, beber, ou até ao tomar banho.
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Por esta e por outras razões o Príncipe Dom Bertrand escreveu o livro Psicose Ambientalista — Os bastidores do ecoterrorismo para implantar uma “religião” ecológica, igualitária e anticristã. Formato 16 x 23 cm – 176 paginas – R$.23,90 – Distribuição Editora Petrus
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(*) Luis Dufaur é colaborador da Agência Boa Imprensa (ABIM)

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Em crise profunda e duradoura a economia chinesa

Tem sido feita uma associação de ideias entre a crise econômica da China e o monstro Frankenstein. Veremos porque. 
Leo Daniele (*)

Iniciemos com a crise econômica da China. Não parece que seja coisa passageira. “Há preocupações com a China e há pouca coisa para as pessoas ficarem otimistas no momento. As coisas têm caído como uma pedra. Parece um pouco brutal demais para que seja apenas uma retração saudável”, disse o diretor de negociações da MB Capital, Marcus Bulius.[1]

Notícias econômicas veiculadas pela imprensa estatal da China provocaram uma queda generalizada nas bolsas de valores de todo o mundo. Um comentário publicado pela agência estatal de notícias Xinhua sugeriu que o governo não tomará qualquer ação em breve.

No passado, tais perdas foram acompanhadas pela entrada de investidores a fim de comprar ações na baixa, mas Bulius disse que ele não compraria ações nos níveis atuais. “Eu não iria querer pegar uma faca em queda”, afirmou.[2] Tais notícias derrubaram as bolsas de valores de todo mundo, inclusive do Brasil. A bolsa brasileira teve “um desempenho ainda pior que o das outras bolsas ao redor do mundo, [...] Notícias veiculadas pela imprensa estatal da China no fim de semana sinalizaram que essa crise de liquidez deve persistir”.[3]

Mas por que motivo comparar a economia chinesa com o terrível Frankenstein? Como se sabe, era um personagem criado pela romancista Mary Shelley. O romance relata a história de Victor Frankenstein, um estudante de ciências naturais que constrói um monstro em seu laboratório. O ser fantástico se volta contra seu criador. A história se desenvolve através de vários assassinatos.

É uma história de horror. Será de horror a história dessa economia, e do mundo paganizado que a deixou expandir-se acima de qualquer limite, e que é o cenário onde os acontecimentos se passam?

[1] "O Estado de S. Paulo", 25-6-2013. 
[2] OESP, 25-6-2013. 
[3] OESP, 25-6-2013.
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(*) Leo Daniele colaborador da Agência Boa Imprensa (ABIM)

quarta-feira, 24 de abril de 2013

As aparências enganam: os carros chineses estão entre os piores

O pequeno comércio chinês tornou-se famoso pela má qualidade de seus produtos; fruto de mão de obra barata e mal remunerada. Que dizer de objetos maiores, por exemplo carros? Que fale o Latin NCAP. Como se diz em algumas partes do Brasil: "por fora bela viola, por dentro pão bolorento". Na foto, o Geely CK (made in China)
§  Leo Daniele

Segundo noticiou Automotive Business, o Programa de Avaliação de Carros Novos para a América Latina, conhecido como Latin NCAP, testou 28 modelos de carros vendidos no Brasil. Os carros chineses JAC J3 e Geely CK [foto] foram julgados os maios inseguros. “Os produtos chineses confirmaram assim sua reconhecida fama de péssima qualidade, da qual misteriosamente pouco se fala na grande mídia” (Luis Dufaur).

Mas por que essa péssima qualidade? Há alguma explicação para isso?

O novo líder do Partido Comunista chinês, Xi Jinping, já ressaltou repetidas vezes a necessidade de combater a corrupção e proibiu demonstrações de extravagância dentro do partido e do Exército.

Aqui está a solução do enigma. Para os comunistas, qualidade é uma extravagância: ela gera a desigualdade, e a desigualdade para eles é o mal supremo. Até Confucio foi atacado por eles, por ter apoiado a burguesia!

Antigamente, o jogo internacional era a China fazer o papel de dragão feroz, e a Rússia de urso sorridente, embora com todos os crimes lesa humanidade que cometeu nem sempre o conseguisse. Hoje, para muitos, o país de Mao Tsé-Tung se converteu em um país ”normal” como os outros, e mais ainda, amante de bugigangas e de vendas no varejo, por exemplo na animada rua 25 de março, em São Paulo.

Comprar produtos chineses ou de qualquer país livre para muitos é a mesma coisa, exceto do ponto de vista da baixa qualidade, ferrete de que os amarelos não conseguem se livrar.

O cúmulo de certa hipocrisia mostrou suas aparências para mim em Boston. Entrei numa loja de artigos religiosos e o impossível aconteceu: encontrei escapulários de Nossa Senhora do Carmo “made in China” à venda, e ainda os possuo até hoje. Posso mostrá-los a quem duvidar. Isso ao mesmo tempo em que persegue os cristãos, e repele como herética a sociedade de classes. O dragão amarelo sabe perfeitamente usar de duplicidade quando lhe convém.

Esse país foi muito amado por São Francisco Xavier e pelos missionários católicos que lá ainda hoje são martirizados. Ele é digno de nossa estima teórica, abstração total feita da gangue que lá se instalou e de se ter submetido aos princípios de Marx e Lenin, mas na prática…

terça-feira, 9 de abril de 2013

Exército chinês comanda ciberataques contra o Ocidente

Segundo relatório da Mandiant, empresa de segurança em Internet, uma unidade do Exército chinês (EPL) praticou grande número de ataques informáticos contra empresas e organismos estatais nos EUA, no Canadá e no Reino Unido. O relatório esclarece que “o governo chinês está bem informado disso”. A Mandiant apontou como autora dos ataques a Unidade 61398 do EPL, sediada em Xangai e integrada por milhares de soldados que dominam o inglês, técnicas de programação e gestão de redes. O relatório acrescenta que “desde 2006, centenas de terabytes de dados de um vasto conjunto de indústrias” foram atacados. Hong Lei, porta-voz do ministério de Relações Exteriores chinês, tentou desqualificar a denúncia como “crítica arbitraria, baseada em dados rudimentares, irresponsável, e não-profissional. A China se opõe categoricamente à pirataria” – garantiu Lei aos jornalistas, que precisaram conter o riso... Acrescentou que a China “é grande vítima dos ciberataques”, que proviriam “em primeiro lugar dos EUA”. Ou seja, a potência comunista continuará atacando o Ocidente...
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Agência Boa Imprensa (ABIM)

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Corremos o risco de afundar com a China, diz especialista

“Tudo o que você acha que sabe sobre a China está errado”, escreveu Minxin Pei [foto], da acatada revista “Foreign Policy”. A China não é a potencia econômica, política e militar que se pensa comumente, explicou. Ele destacou que enganos do gênero já aconteceram em relação à União Soviética. Após enumerar sinais assustadores da fragilidade chinesa, Pei denunciou o mundo político e a grande mídia ocidental, dizendo que eles fingem nada perceber, agem erroneamente e desinformam o público. E pediu que a opinião pública americana e seu governo — o mesmo vale para o Brasil — reavaliem as premissas básicas de política chinesa. Do contrário, poderemos ser tragados por catástrofes impensadas.
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Agência Boa Imprensa (ABIM)

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

China: repressão ao descontentamento de trabalhadores

Revoltados pelas extenuantes jornadas, milhares de operários da fábrica Foxconn, em Taiyuan (norte da China), onde trabalham 79.000 pessoas, enfrentaram os seguranças reforçados por 5.000 agentes da polícia marxista. A jornada de trabalho pode chegar a 24 horas/dia. Redes metálicas foram instaladas para evitar o suicídio dos trabalhadores. Geoffrey Crothall, porta-voz do China Labour Bulletin, de Hong Kong, denunciou que nas fábricas chinesas, incluídas as mais modernas, com participação de engenheiros ocidentais, “os operários são tratados como simples unidades de produção, como robôs, e não como seres humanos”. É a consequência necessária do igualitarismo e materialismo marxistas.
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Agência Boa Imprensa (ABIM)

sábado, 17 de novembro de 2012

Filmes revelam horrores de genocídios chineses

O cineasta Wang Bing [foto] produziu dois filmes sobre os capítulos mais sinistros da revolução socialista chinesa: a) a campanha de 1957 contra os “direitistas”, que deportou centenas de milhares de chineses para campos de concentração onde os prisioneiros morriam como moscas, de frio, esgotamento e maus tratos; b) o chamado “Grande Salto Adiante”, em que a fome matou entre 20 e 30 milhões de pessoas. Até hoje está proibido na China falar desses massacres, descritos em termos idílicos pelas esquerdas do Ocidente. Os filmes de Wang Bing rompem esse sigilo criminoso. O extermínio de pessoas, onipresente na China, exige um meticuloso julgamento internacional.
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Agência Boa Imprensa (ABIM)

terça-feira, 4 de setembro de 2012

2011: Ano recorde de repressões e torturas na China

Na China vermelha, o ano passado foi o pior da última década sob o prisma dos direitos humanos. 3.832 dissidentes foram encarcerados, tendo 159 deles sido repetidas vezes torturados, alguns ficando aleijados para sempre. 86% dos encarceramentos não tiveram pretexto legal algum, e em outros 6% dos casos a base legal foi contestável. Esses dados foram registrados no Relatório Anual da organização Chinese Human Rights Defender, que monitora o estado da dissidência no país. 2.795 dissidentes acabaram nas “black jail”, ou prisões ocultas, sem que os familiares ou advogados tivessem notícias deles. Nas prisões “legais” colocaram 89 dissidentes, dos quais 72 foram encerrados em “detenções criminosas” — dependências especializadas dos cárceres. 60 foram condenados a trabalhos forçados.
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Agência Boa Imprensa

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

China: bispo renuncia ao regime marxista e “desaparece”

A sagração do novo bispo-auxiliar de Xangai, combinada entre o governo comunista chinês e a Santa Sé, teve um desfecho inesperado. Dom Thaddeus Ma Daqin [foto] recusou a imposição das mãos de Dom Zhan Silu, bispo “oficial” de Mindong, não reconhecido por Roma e afiliado à ditadura anticristã. Também se recusou a receber a comunhão das mãos do prelado ilegal. Em sua homilia, Dom Thaddeus, que era membro do Comitê Nacional da Associação Patriótica, disse: “Eu acredito que não convém continuar servindo a Associação Patriótica”. O povo aplaudiu o bispo e se emocionou diante de seu ato de coragem. Mas Dom Thaddeus “desapareceu” logo após a cerimônia. O regime alega que ele “foi repousar porque sofria de esgotamento físico e moral” — desculpa que deve encobrir alguma forma de intimidação psicológica ou até prisão.
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Agência Boa Imprensa

sábado, 18 de agosto de 2012

Canibalismo: repúdio hoje, “direito humano” amanhã?

A polícia da Coréia do Sul interceptou carregamentos de cápsulas provenientes da China [foto], com aparência de medicamentos, contendo carne humana seca. Seu destino provável era alimentar o mercado de afrodisíacos... Logo depois a polícia chinesa deteve Zhang Yongming, 56 anos, suspeito de matar 20 jovens e vender os horrendos “cortes” como “carne de avestruz”. O Instituto pela Unificação Nacional – KINU, da Coreia do Sul, expôs a existência dessa horrível prática também na Coreia do Norte com base em inquérito que recolheu o testemunho de 230 fugitivos. Pais de família enlouquecidos pela fome mataram seus filhos para comê-los. Já há antropólogos que justificam essa prática em nome de “culturas tradicionais” indígenas. Amanhã pretextarão ser mais um “direito humano”...
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Agência Boa Imprensa

segunda-feira, 16 de julho de 2012

China: repressão “por pontos” silencia usuários da Internet

A China está implantando mais um método de censura na Internet: a “disciplina por pontos”. O sistema concede ao usuário de qualquer microblog, como o Twitter, pontos que lhe serão tirados caso ele desobedeça. A lista das condutas puníveis é infinda e continuamente modificada. Entre os itens proibidos figuram a “publicação de informações falsas” (como as que criticam as empresas estatais); a “difusão de boatos ou banalidades” (que as autoridades julguem como tais); “comentários difamatórios e vilipêndio da nação” (críticas ao governo); propaganda religiosa “não-oficial”; acreditar em “superstições” (fórmula aplicada contra grupos religiosos sincréticos) etc. A fantasia dos internautas chineses faz coisas inacreditáveis para escapar ao cerco, que vai se fechando com as perspectivas de prisão, tortura e morte para quem ousar desobedecer.
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Agência Boa Imprensa

terça-feira, 15 de maio de 2012

Apesar de sua poluição extrema, a China presidirá a “Rio+20”!

Uma névoa de poluição impede a visão, a partir de satélites, da imensa planície do norte da China onde está situada a capital Pequim. Na superfície, a visibilidade ficou limitada a 200 metros. A ditadura comunista já fez saber que nada fará para corrigir a intoxicação, que prejudica seus cidadãos-escravos e o ar do planeta. De acordo com a NASA, a névoa é composta de partículas de 10 micrômetros (PM10) que entram no pulmão e causam problemas respiratórios. As partículas de 2,5 micrômetros (PM2.5) podem infiltrar-se na corrente sanguínea, causar câncer e problemas respiratórios extremos. Porém, a China fechou a questão e não renunciará a seu perigoso desenvolvimento induzido. Inexplicavelmente, a ONU deu-lhe a presidência da reunião “Rio+20” em junho próximo. Mau presságio para a idoneidade desse megaevento...
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Agência Boa Imprensa

segunda-feira, 7 de maio de 2012

China desencadeia ondas de repressão na Internet

Pequim iniciou uma operação de controle e repressão da Internet de extensão inédita. A medida mais espetacular consistiu no bloqueio dos dois maiores microblogs do país: o Weibo e o QQ, equivalentes ao Twitter. Ao menos 16 sites da Internet foram fechados, enquanto numerosas pessoas eram presas pelo suposto crime de “fabricar e propagar falsos boatos online”. “É a mais pesada campanha de repressão na Internet ocorrida há muito tempo, jamais se viram tantos sites censurados”, explicou Renaud de Spens, especialista da Web chinesa. Ele acrescentou que os dirigentes socialistas “tratam o povo como se fosse um bando de crianças imaturas ou de idiotas, a quem se corta qualquer coisa quando bem entendem”.
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Agência Boa Imprensa

quarta-feira, 2 de maio de 2012

A monstruosa economia estatal chinesa ameaça ruir

O Banco Mundial alertou a China comunista para o tamanho monstruoso do setor estatal de sua economia, cujo modelo considerou “insustentável”: depende de 120 superestatais, enquanto outras 150.000 pequenas estatais respondem por 30% da atividade econômica. A expansão de empresas chinesas no exterior obedece a intuitos ideológicos baseados em financiamentos estatais de mastodontes inviáveis. Ocidentais ingênuos ou comprometidos ainda julgam que os argumentos econômicos são capazes de impressionar os líderes chineses, formados na ideia de Mao-tsé-Tung de que não se deve hesitar em executar milhões de seres humanos se tal for necessário para o triunfo mundial do comunismo.
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Agência Boa Imprensa

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Carro chinês bate recorde de insegurança

O CK1, sedan da montadora chinesa Geely, que deseja fabricar carros no Brasil, participou do Latin NCAP, programa de avaliação dos veículos em caso de colisão. Obteve o pior resultado e nenhuma das cinco estrelas possíveis. Até então, nenhum carro havia “zerado” na prova, cujo formato existe há décadas na Europa e EUA. Entre as realizações da Geely figura a apresentação, no Salão de Xangai 2009, de uma cópia do Rolls-Royce Phantom. Até a estatueta “Spirit of Ecstasy”, símbolo da fabricante inglesa, foi pirateada. A montadora existe há menos de 30 anos, mas já é uma das maiores da China. Em 2009 ela comprou a Volvo, da Suécia, e tornou-se um dos tentáculos do governo comunista para ir penetrando a indústria ocidental e destruindo-a, garantindo assim a supremacia chinesa.
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Agência Boa Imprensa

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Conflitos multiplicam-se em fábricas chinesas

Os últimos meses foram os mais tumultuados nas fábricas chinesas. Houve greves nas linhas de produção da Honda, Apple e IBM. Segundo a associação China Labor Watch, os gerentes impunham jornadas de trabalho das 7h30 até meia-noite ou ainda mais rigorosas aos empregados. Milhares de operários paralisaram cinco fábricas da Pepsi e sete mil empregados de uma fornecedora para as marcas New Balance e Nike interromperam a produção. Os descontentes coordenam-se através de torpedos e microblogs. Em Dongguan, cidade do trabalho em regime semi-escravo, o governo socialista prometeu mitigações. Mas 400 operárias suspenderam o trabalho em protesto contra “um sistema de pagamento por peça e cotas de produção diária impossíveis de cumprir”. O estopim se acendeu quando o gerente de uma fábrica, respondendo a uma das operárias sobre os suicídios de trabalhadores imigrantes, disse: “Pule do telhado e vá para o inferno!”.
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Agência Boa Imprensa

sábado, 19 de novembro de 2011

China mascara passado de crimes em história oficial

Causou espanto o livro oficial sobre a História do Partido Comunista Chinês, 1949-1978, publicado por ocasião dos 90 anos do partido. Ele silencia dezenas de milhões de assassinatos cometidos para a implantação da utopia socialista. “Não menos de 60 milhões”, disse Frank Dikötter [foto], da Universidade de Hong Kong. Entre dois e três milhões de proprietários foram mortos em 1949-51 em decorrência da reforma agrária e de reformas análogas. Na Campanha Anti-Direitista de 1957, mais de 550 mil intelectuais foram torturados e enviados para campos de trabalho onde muitos morreram. O novo livro ensina que esses morticínios foram “necessários e corretos”. Sobre o Grande Salto Adiante, de 1958-62, o livro só constata que a população caiu em 10 milhões de habitantes. O presidente da China, Hu Jintao, apadrinhou a equipe encarregada de suprimir fatos ou interpretações indesejáveis dessa história. Essa é a China que hoje tenta seduzir o Ocidente.
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Agência Boa Imprensa