Mostrando postagens com marcador Videogames. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Videogames. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 31 de março de 2010

Internet e celulares geram patologias psiquiátricas

Na Coréia do Sul, um casal viciado em Internet deixou sua filha de três meses morrer, por desidratação e desnutrição, devido a falta de cuidados. Enquanto isso acontecia, o casal passava o dia no cybercafé, era fanático do jogo online Prius e – pasmem! – “criava” uma “filha virtual” no cybercafé. Em outro cybercafé da cidade de Kwangju, um jovem de 24 anos morreu após passar 86 horas ininterruptas diante do videogame. Especialistas incluem fatos como esses no crescente número de patologias psiquiátricas ligadas à Internet, que se somam às decorrentes do uso excessivo de celulares por pessoas que interrompem o relacionamento normal com os vizinhos, preferindo manter contatos eletrônicos longínquos.
____________
(Agência Boa Imprensa)

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Excesso de Internet gera alunos sem futuro social

O abuso de tecnologias digitais pode criar uma geração de crianças-“robô”, escreveu Graeme Paton, editor de educação do diário londrino “The Telegraph”. O uso demasiado de Internet e videogames danifica a sociabilidade das novas gerações e tolhe a criação de um pensamento independente. Vicky Tuck (foto), presidente da Girls’ Schools Association, que representa as 200 escolas femininas topo-de-linha do Reino Unido, propôs um projeto para que as meninas desenvolvam qualidades próprias de um ser independente. “Nós temos que impedir a desumanização da educação provocada pelo excesso de confiança na tecnologia. As universidades não querem estudantes fruto do ensino robotizado”, disse Tuck. O Dr. Richard Graham, psiquiatra infantil, insistiu em que muitas horas gastas em videogames estragam as oportunidades sociais futuras dos jovens: “As escolas devem ensinar valores morais, elas são locais nos quais os alunos tomam contato com o mundo real”.
(Agência Boa Imprensa – ABIM)

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Videogame abre portas para o controle dos cérebros

Os videogames –– que criam dependência –– ganharam um instrumento que brinca com a mente humana, noticiou o diário argentino “La Nación”. É o EPOC, capacete que, segundo se diz, lê as ondas cerebrais e as transforma em ordens para videojogo (foto). O capacete detectaria também mais de 30 expressões faciais e emoções do jogador. Este poderia mover ou fazer desaparecer objetos na tela, só em imaginar os atos. O EPOC pode analisar o estado de ânimo do usuário para mudar a intensidade do jogo. O invento poderá ser usado na TV, nos computadores e na vigilância eletrônica. Nem as emoções mais internas escaparão ao controle (e eventual repressão) de um mundo que vai se assemelhando a um campo de concentração para as almas.

(Agência Boa Imprensa – ABIM)