O Parlamento húngaro [foto] rebaixou a idade penal de 14 para 12 anos em casos de crimes contra a vida e a integridade física. A norma está incluída na reforma do Código Penal e entrará em vigor em 2013. A ONU, a Unicef, associações e governos, arautos dos “direitos humanos”, reprovaram a decisão alegando acordos internacionais — cujas sinistras consequências, diga-se de passagem, se fazem sentir até no Brasil. O novo Código Penal também pune as injúrias aos símbolos pátrios, como a “Santa Coroa” do rei Santo Estêvão, símbolo da história e da catolicidade da Hungria; ao hino, à bandeira e ao escudo nacionais. A pretexto de “direitos humanos”, o que aquelas organizações internacionais favorecem é o crime de desrespeito dos símbolos pátrios, e no caso da Coroa de Santo Estêvão, também religiosos. Desrespeito que faz parte da mesma revolução contra os restos de Cristandade ainda existentes na Hungria e no mundo.
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segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Hungria diminui idade penal e protege seus símbolos
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quarta-feira, 2 de maio de 2012
Países do Leste europeu não aceitam a ditadura da UE
A Polônia e a Lituânia apoiaram a Hungria em meio à onda de ataques que esta sofreu por ter aprovado uma Constituição que adota valores cristãos. O secretário do Ministério do Exterior húngaro, Zsolt Nemeth, pediu ao Parlamento magiar a aprovação de um “decreto de gratidão” aos líderes daqueles dois países. As nações da Europa Central compreendem bem “o que é o Estado pós-comunista do ponto de vista psicológico, político e econômico, e como é difícil operar mudanças profundas para eliminar as redes pós-comunistas”, divulgou o site www.politcs.hu.
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segunda-feira, 16 de abril de 2012
Cardeal Mindszenty — 120 anos
Herói da resistência anticomunista, o Cardeal József Mindszenty foi Arcebispo-Príncipe de Esztergom e Primaz da Hungria. Mesmo preso pelo regime comunista [foto ao lado], cruelmente torturado e obrigado a ausentar-se de seu povo, jamais dobrou os joelhos diante da tirania vermelha.
Hoje em dia, quando a Hungria vem sendo perseguida por órgãos internacionais pelo fato de ter adotado uma Constituição contrária ao comunismo, ao aborto e ao “casamento” homossexual e ter rememorado as glórias de seu passado cristão, a figura do Cardeal Mindszenty paira sobre a nação como uma bênção e uma inspiração.
Em homenagem pelos 120 anos do nascimento desse imortal Purpurado — nascido em Csehimindsent (Áustria-Hungria), em 29 de março de 1892, e falecido em Viena (Áustria), em 6 de maio de 1975 —, reproduzimos o trecho de artigo de Plinio Corrêa de Oliveira, publicado na “Folha de S. Paulo” em 10-2-1974, sob o título: A glória, a alegria, a honra...
Comemora-se neste ano [1974] o 25º aniversário de sua encarceração pelos comunistas. Ficou célebre a fotografia [a cima] que o mostra no banco dos réus com olhar aterrado mas inquebrantável na resolução de cumprir até o fim seu dever. O mundo inteiro viu essa fotografia, e estremeceu de horror e de admiração. Veio depois o rápido intermezzo da sublevação anticomunista. E começou então para Mons. Mindszenty o longo cativeiro na embaixada norte-americana.
Cativeiro no qual — ó mistério! — lhe era vedado o contato até com os habitantes do edifício. Mas, como coluna solitária no meio das ruínas de sua pátria, Mons. Mindszenty permanecia de pé, continuando na sua conduta as grandezas religiosas e nacionais do reino de Santo Estêvão, e preparando, por seu exemplo, a ressurreição de seu povo".
Hoje em dia, quando a Hungria vem sendo perseguida por órgãos internacionais pelo fato de ter adotado uma Constituição contrária ao comunismo, ao aborto e ao “casamento” homossexual e ter rememorado as glórias de seu passado cristão, a figura do Cardeal Mindszenty paira sobre a nação como uma bênção e uma inspiração.
Em homenagem pelos 120 anos do nascimento desse imortal Purpurado — nascido em Csehimindsent (Áustria-Hungria), em 29 de março de 1892, e falecido em Viena (Áustria), em 6 de maio de 1975 —, reproduzimos o trecho de artigo de Plinio Corrêa de Oliveira, publicado na “Folha de S. Paulo” em 10-2-1974, sob o título: A glória, a alegria, a honra...
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“O bom pastor dá a vida por suas ovelhas” (S. João 10,11).
Nestes tristes dias, marcados por sua destituição [por Paulo VI] do Arcebispado de Esztergon, o Cardeal Mindszenty mais uma vez deu provas de que é um bom pastor, representante genuíno e íntegro do Bom Pastor por excelência. Para lutar contra o comunismo, que reduziu à miséria espiritual e material as suas ovelhas, o Purpurado magiar acaba de sofrer o último sacrifício. E talvez o mais doloroso.Comemora-se neste ano [1974] o 25º aniversário de sua encarceração pelos comunistas. Ficou célebre a fotografia [a cima] que o mostra no banco dos réus com olhar aterrado mas inquebrantável na resolução de cumprir até o fim seu dever. O mundo inteiro viu essa fotografia, e estremeceu de horror e de admiração. Veio depois o rápido intermezzo da sublevação anticomunista. E começou então para Mons. Mindszenty o longo cativeiro na embaixada norte-americana.
Cativeiro no qual — ó mistério! — lhe era vedado o contato até com os habitantes do edifício. Mas, como coluna solitária no meio das ruínas de sua pátria, Mons. Mindszenty permanecia de pé, continuando na sua conduta as grandezas religiosas e nacionais do reino de Santo Estêvão, e preparando, por seu exemplo, a ressurreição de seu povo".
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segunda-feira, 14 de junho de 2010
Histórica vitória direitista na Hungria
As direitas obtiveram esmagadora vitória nas eleições legislativas na Hungria. Após o segundo turno, o partido de centro-direita Fidesz [foto] ganhou mais de dois terços das cadeiras do Parlamento, e a extrema-direita anti-União Européia conquistou 47 lugares. O Partido Socialista — “maquiagem” do antigo Partido Comunista, até agora no poder — ficou com apenas 59 deputados. Para o “Le Monde”, tratou-se de uma “revolução conservadora de alcance inédito”. O partido de centro-direita pode agora apagar os restos de comunismo que ficaram na constituição húngara, desde que aja com sabedoria — virtude cada vez mais rara na Europa laicizada._________________
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