Os ecologistas que se cuidem, pois nem a natureza nem a ordem natural das coisas gostam de trabalhar ao lado de seus autoproclamados defensores. O gás de xisto está aí para desmitificar mais uma vez o fascínio europeu de reduzir 20% de suas emissões de CO2 para “salvar” o planeta.
Com efeito, a produção americana desse gás não convencional vem pondo de lado o uso do carvão, cujo excedente os EUA vendem a preço baixo. Para Kash Burchet, analista do IHS Energy, as empresas geradoras de energia vêm apanhando por operar centrais de gás, inclusive as de última geração, em decorrência do carvão barato.
Resultado: um número crescente de empreendimentos europeus geradores de energia elétrica fecha suas modernas plantas de ciclo combinado de gás, enquanto as termoelétricas à base de carvão fazem a festa, escreveu o "Wall Street Journal".
A geradora norueguesa Statkraft acabou de fechar uma central na Alemanha. Por sua vez, a empresa alemã E•ON considera hibernar mais centrais de gás, incluindo uma planta de última geração na Eslováquia, diante de uma queda de 94% nos lucros do primeiro trimestre de 2013.
A eletricidade gerada com o carvão americano é mais barata e alivia as precárias economias europeias. Os opositores argumentam que os países europeus se engajaram em utópicos planos e tratados internacionais para reduzir as emissões de CO2 e instalar fontes de energias renováveis.
Os europeus já não vinham respeitando esses tratados, cuja violação escancarou-se agora, imposta pela necessidade. Em 2012, as exportações americanas de carvão à Europa cresceram por volta de 23%, atingindo 66,4 milhões de toneladas, segundo o Departamento de Energia dos EUA.
No Reino Unido, o volume de eletricidade gerada pelo carvão atingiu seu nível máximo em 17 anos, enquanto o produzido com gás convencional caiu a um mínimo histórico equivalente. Também a geradora checa CEZ manterá fechada sua nova usina. A britânica SSE, além de fechar uma usina dessas, não pensa em construir mais nenhuma.
Por esta e por outras razões o Príncipe Dom Bertrand escreveu o livro – Psicose Ambientalista – Os bastidores do ecoterrorismo para implantar uma “religião” ecológica, igualitária e anticristã. Formato 16 x 23 cm – 176 paginas – R.23,90 – Distribuição Editora Petrus.
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Contatos com o autor:
Dom Bertrand de Orleans e Bragança: dom.bertrand@paznocampo.org.br
Exemplar de cortesia para jornalistas, contato e informações:
Marcos Balthazar – 11-2765-4770 – marbalthazar@gmail.com
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Release do livro:
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quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Quando a utopia dos ecologistas tropeça na realidade
terça-feira, 9 de julho de 2013
Climatólogo deixa a NASA e profetiza o fim da vida na Terra
O climatólogo James Hansen abandonou o Instituto Goddard de Estudos Espaciais (GISS), da NASA, que presidia e de cujo cargo fazia estarrecedoras previsões climáticas. Mas “nestes últimos anos, ele esgotou suas ideias. Por vezes foi longe demais” — disse seu admirador, o climatólogo francês Jean Jouzel. Saindo da NASA, Hansen vaticinou que “se nós queimarmos todos os nossos combustíveis fósseis, certamente o nível dos mares subirá dezenas de metros... nós herdaremos o clima de Vênus, [...] os humanos não poderão sobreviver, [...]. A imagem da Terra será a de uma Antártida sem gelo e um planeta desolado sem habitantes”. Se essa não fosse a declaração de um “profeta” ambientalista, talvez Hansen tivesse sido transportado logo por uma ambulância. Mas não foi o caso. Pior do que problema psiquiátrico é sua ideologia neocomunista...
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Racha no consenso em torno de “aquecimento global”
Até há pouco tempo imperava um consenso jornalístico a respeito do aquecimento global. Mas agora esse consenso está rachando. O semanário britânico “The Economist” voltou atrás e classificou como improváveis ou forçadas e alarmantes notícias sobre o “aquecimento global antropogênico”. O diário londrino “The Telegraph” perguntou se já “chegou a hora de dar marcha à ré com tristeza e melancolia”. Colunistas e editores do “Wall Street Journal” (EUA), da revista “Der Spiegel” (Alemanha), do “The Australian” (Austrália) e do “National Post” (Canadá) também mudaram de opinião. Muitos outros jornalistas estão fazendo uma releitura das pífias assertivas alarmistas, porque não querem ficar do “lado errado”. E a opinião pública nos EUA e na Europa já não acredita no alarmismo do aquecimento global segundo as mais recentes pesquisas.
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sexta-feira, 3 de maio de 2013
Coação ambientalista, crime de lesa-pátria?
O Brasil vem sendo o principal alvo da constante pressão ambientalista internacional, tendo sempre a Amazônia nas manchetes. Há dois pesos e duas medidas nesse processo, pois a China, conhecida como a maior poluidora do universo, sintomaticamente é pouco cobrada.
No meio dessa zoeira ambiental, os brasileiros assistem perplexos a esse debate, e sentem medo, pois as trombetas apocalípticas do terrorismo climático não cessam de golpear as suas consciências a cada furacão, a cada tsunami, a cada cheia ou estiagem como vingança da natureza enfurecida.
Já durante a Eco-92, o Apelo de Heidelberg — hoje subscrito por mais de 4.000 cientistas —contestava atitudes irracionais de certos meios científicos, e, ao mesmo tempo, apelava para a absoluta necessidade de ajudar os países pobres a sair de um emaranhado de obrigações irreais que comprometiam suas independências.
Com efeito, o movimento ambientalista nacional e internacional, de orientação neocomunista, engendrou meios para engessar o agronegócio e as obras necessárias ao desenvolvimento nacional. Foram inseridas na legislação ambiental inúmeras proibições, restrições, punições destinadas a imobilizar o nosso progresso agropecuário.
Inexplicavelmente, muito disso passou a constar na legislação do novo Código Florestal, que aparentando beneficiar os brasileiros, na verdade os impede de desenvolver e de aplicar suas imensas potencialidades a fim de alimentar o Brasil e o mundo.
Para bem se inteirar dessa máquina de contrapropaganda de nossa agropecuária, não deixe de ler o livro "Psicose Ambientalista" (*), um verdadeiro best seller, já na terceira edição, de autoria do Príncipe Imperial do Brasil Dom Bertrand de Orleans e Bragança.
O autor aponta para tantas consequências funestas dessa maquinação que não seria exagero qualificá-la de crime de lesa-pátria. _________________________________
(*) Contato e exemplar de cortesia para jornalistas:
Marcos Balthazar - São Paulo - (11) 2765-4770
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sexta-feira, 12 de abril de 2013
Psicose Ambientalista — Entrevista com Dom Bertrand de Orleans e Bragança
| Em sessão de autógrafos, Dom Bertrand concede dedicatória em seu livro Psicose Ambientalista |
Fundamentado em cientistas de renome, Dom Bertrand discorre sobre a impossibilidade da ação do homem influenciar o clima, ao mesmo tempo em que acena para a existência de uma ideologia subjacente nessa defesa exagerada da natureza: a do comunismo, agora camuflado de verde. O egrégio autor vai além e chega a falar de uma nova "religião", a qual pretende justificar uma sociedade igualitária e neotribal, lastreada num misto de pseudociência com filosofias arcaicas e pagãs.
ABIM – Em seu livro Psicose Ambientalista consta que o aquecimento global não é decorrente da influência humana e aponta a existência de um ecoterrorismo a propósito do clima. O que Dom Bertrand quer dizer com isto?
Dom Bertrand – Num dos capítulos mostrei como os ambientalistas sectários — “vermelhos” que ficaram “verdes” — utilizam as armas da intimidação e da fraude para atingir seus objetivos. Aliás, nem fazem questão de escondê-lo. Para eles, qualquer meio para conduzir as pessoas aos seus fins é bom. Na ótica comunista, “verdade” é tudo o que favorece a causa comunista. Para esses “ambientalistas”, não há dificuldade em passar por cima da ciência que afirma ser o aquecimento global uma farsa.
Como o importante é a implantação de um igualitarismo ecologista radical numa sociedade neotribal, tanto pior para a verdade e para a ciência.
ABIM – Dom Bertrand poderia dar um exemplo de que isso ocorre?
Dom Bertrand – Cito duas declarações de ecologistas radicais:
1) “A História nos ensina que a humanidade só evolui significativamente quando ela sente medo verdadeiramente. Assim conseguiremos criar as bases de um verdadeiro governo mundial, mais rápido do que impelidos por simples razões econômicas” (Jacques Attali, ex-conselheiro presidencial socialista francês).
2) “Não tem importância se nossa ciência toda é falsa, há benefícios ambientais colaterais. A mudança climática fornece a maior chance para impor a justiça e a igualdade no mundo” (Christine S. Stewart, ex-ministra do Meio Ambiente do Canadá).
ABIM – Dom Bertrand crê na existência de agentes por trás das ONGs criadoras desse ambientalismo exacerbado?
Dom Bertrand – As duas declarações citadas deixam muito claras as intenções de um governo mundial “para impor a justiça e a igualdade” conforme a concepção deles.
ABIM – Mas há divergências entre os cientistas nessa questão…
Dom Bertrand – O renomado cientista brasileiro, o Prof. José Carlos Almeida de Azevedo, Doutor em Física pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), aponta não haver proporção entre a ação humana e a da natureza. O homem não tem possibilidade de mudar o clima.
Como se pode achar que o homem influencie a natureza diante de tudo que está aí há milhões de anos? A natureza está aí dessa maneira, e deve continuar ainda do mesmo jeito por muitos milhões de anos.
ABIM – Parece estar ocorrendo um aumento significativo na intensidade e na quantidade de fenômenos da natureza. Como não ver nisto uma ação da depredação humana?
Dom Bertrand – Como bem mostra o Professor Luis Carlos Molion, certamente uma das maiores autoridades brasileiras em matéria climática, não se pode confundir intensidade dos fenômenos meteorológicos com vulnerabilidade da sociedade, que aumenta com o crescimento populacional.
A sociedade tende a se aglomerar em grandes cidades, tornando mais catastrófico atualmente um fenômeno com a mesma intensidade de outro que houve no passado. O furacão mais mortífero nos Estados Unidos ocorreu em 1900, ceifando a vida de mais de 10 mil pessoas. Nessa época, a densidade populacional local era muito menor que a de hoje, e o mesmo furacão provavelmente teria agora efeito muito mais devastador.
ABIM – É certo que existe gente mal intencionada, mas não haverá também os bem intencionados querendo proteger a natureza?
Dom Bertrand – É preciso distinguir o verdadeiro ambientalismo daquele sectário. No sentido ordenado e bom, o ambientalismo consiste na preservação da natureza a fim de propiciar uma vida saudável das plantas, dos animais e especialmente dos homens. Já na criação, Deus dispôs a natureza para servir ao homem. As plantas e os animais, ao se reproduzirem, servirão de alimento para o homem.
Mas Deus estabeleceu como punição pelo pecado de Adão o trabalho penoso: “Os meus eleitos comerão eles mesmos o fruto do trabalho de suas mãos”. A natureza tornou-se hostil, e precisou ser dominada pelas habilidades e talentos do homem.
ABIM – Onde entra a "religião" nessa questão ambientalista?
Dom Bertrand – Na verdade, foi a Igreja Católica que converteu e civilizou os povos bárbaros, ensinando-os a cultivar o solo e preservar a natureza, com sabedoria e desejo de perfeição. Quanto às novas propostas de defesa da natureza apresentadas hoje pelos meios de comunicação, por líderes mundiais e organismos internacionais, infelizmente, por trás de grande parte dessa defesa se oculta uma ideologia, ou mesmo uma nova religião que pretende justificar uma sociedade igualitária e neotribal, lastreada num misto de pseudociência com filosofias arcaicas e pagãs.
ABIM – O Príncipe não pensa que se deixarmos fazendeiros, industriais ou quem quer que seja à vontade, eles não destroçariam a natureza?
Dom Bertrand – O homem do campo é o maior interessado na sustentabilidade do seu negócio, e em sã consciência não deseja o prejuízo de ter o seu campo transformado em deserto. Isso, aliás, é o que se deve lamentar e coibir nos assentamentos de Reforma Agrária, onde a terra é de ninguém e os assentados em geral fazem uma devastação e deixam a terra arrasada. Mas a atenção dos ambientalistas — que se volta com indisfarçável animosidade para os agropecuaristas que trabalham, produzem e assim promovem o nosso desenvolvimento — é omissa sobre a ação deplorável dos assentados.
ABIM – Como convencer o grande público dessa tese?
Dom Bertrand – Assim como não se monta uma fábrica para ser abandonada no ano seguinte, não se cultiva um campo para abandoná-lo em seguida. A atividade agropecuária, como toda atividade econômica, só pode ser concebida se for sustentável. Agricultura sustentável é quase um pleonasmo. As mãos que semeiam sãos as mesmas que cuidam. Graças ao esforço dos ruralistas e à descoberta de novas técnicas, foi possível transformar o Brasil no segundo maior exportador de grãos do mundo. Essa realidade é omitida pela propaganda ambientalista, que continua espalhando falsidades. O papel da preservação ambiental pela agricultura é enorme. Ela é capaz de apresentar soluções para conservação da água e da biodiversidade. Além de alimentos e fibras, ela garante uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo.
ABIM – O que Dom Bertrand pensa sobre o crédito de carbono?
Dom Bertrand – Esse é o outro mito do ambientalismo. O CO2 não produz poluição nem o falso efeito estufa. O CO2 é o gás da vida. Ele é um gás natural responsável pelo crescimento das plantas. Se eliminarmos o CO2 da atmosfera, a vida cessaria na Terra. Conforme o Prof. Molion o principal gás de efeito estufa — se é que esse efeito existe — é o vapor d’água. Em alguns lugares e ocasiões sua concentração chega a ser 100 vezes superior à do CO2. Este, por sua vez, é um gás natural. Em certo sentido, mais até que o oxigênio, ele é o gás da vida.
Na hipótese altamente improvável de eliminarmos o CO2 da atmosfera, a vida cessaria na Terra. O homem e os outros animais alimentam-se das plantas, não produzindo eles próprios os alimentos que consomem. São as plantas que o fazem, por meio da fotossíntese, absorvendo CO2 e produzindo amidos, açúcares e fibras e, como subproduto, o oxigênio que respiramos. Outros gases, como metano e óxidos de nitrogênio, estão presentes em concentrações muito baixas, que não causam problemas.
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Psicose Ambientalista – Os bastidores do ecoterrorismo para implantar uma “religião” ecológica, igualitária e anticristã. Formato 16 x 23 cm – 176 paginas – R$.23,90 – Editora Instituto Plinio Corrêa de Oliveira – divulgação Editora Petrus. Contatos com o autor: Dom Bertrand de Orleans e Bragança: dom.bertrand@paznocampo.org.br
Fonte para jornalistas, contato e informações: Marcos Balthazar – 11-2765-4770
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
“Teólogo da Libertação” desvenda segredos da “religião” verde
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| O sexto da esq. p/a dir.: Leonardo Boff. À esq., agachado como jogador de futebol: Frei Beto |
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sábado, 27 de outubro de 2012
Uma leitura indispensável
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| Adquira agora mesmo este livro indispensável em sua casa, por meio da Livraria Petrus: http://www.livrariapetrus.com.br/Default.aspx?cod=yrjk0 |
Paulo Roberto Campos
Se você não deseja ser enganado pelas ciladas do movimento ambientalista, não deixe de ler o livro recentemente lançado pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira: Psicose ambientalista — Os bastidores do ecoterrorismo para implantar uma “religião” ecológica, igualitária e anticristã.
Seu autor, o Príncipe Imperial do Brasil Dom Bertrand de Orleans e Bragança [foto], bisneto da Princesa Isabel, desmascara o falso alarmismo disseminado pelos “ecoterroristas” em torno do propalado “aquecimento global”. Alegando um inexistente consenso dos cientistas sobre este tema, eles procuram provocar um pânico generalizado que leva os incautos a acreditarem que a ação do homem está conduzindo à destruição do planeta!
Nada mais falso! A obra do Príncipe demonstra que isso é um mero pretexto criado pelos ambientalistas radicais para atingir seus escusos objetivos: a implantação de uma sociedade e uma “religião” igualitária e neotribal. Isso mesmo: uma nova religião, em que os Dez Mandamentos da Lei de Deus são substituídos por dez mandamentos laicos e pagãos, que rebaixam o homem à condição de servidor e escravo da natureza.
Mas chegou a hora da verdade — a verdade sobre as falsas alegações do ecologismo. Com a leitura da obra ficará claríssimo que as esquerdas ecológicas não pretendem com o terrorismo climático senão o retorno dos falidos regimes marxistas. Não mais com a surrada e frustrada bandeira vermelha do comunismo, mas com a bandeira verde da ecologia.
NÃO SE DEIXE ENGANAR! Adquira o livro Psicose ambientalista e fique sabendo tudo que a máscara do movimento ambientalista esconde!
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sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Os bastidores do eco-terrorismo para implantar uma religião ecológica, igualitária e anticristã
| Da esq. para a dir.: Dr. Carlos Patricio del Campo, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Dr. Eduardo de Barros Brotero, Dr. Antonio Augusto Borelli Machado e Dr. Mario Navarro da Costa |
Psicose ambientalista – Os bastidores do eco-terrorismo para implantar uma religião ecológica, igualitária e anticristã
• Luis Dufaur
Muito aguardada pelo público, sua primeira edição de 5.000 exemplares praticamente já se esgotou. Quem ainda não o adquiriu poderá fazê-lo por meio da Livraria Petrus:
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Abriu a sessão de lançamento Dr. Eduardo de Barros Brotero [foto ao lado], diretor do Instituto, em nome do presidente Dr. Adolpho Lindenberg, ausente devido a uma viagem ao exterior.
O Dr. Eduardo fez um breve histórico do Instituto e da obra do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, particularmente sua luta contra os erros infiltrados em meios católicos. Erros que serviram de base para a promoção de uma Reforma Agrária socialista e confiscatória — meta visada comunismo internacional para subjugar o Brasil e instalar uma ditadura nos mesmos moldes do regime opressor que dominou a infeliz Cuba. O orador demonstrou como Plinio Corrêa de Oliveira freou tal ofensiva que arruinaria com o País e que, infelizmente, naquela ocasião encontrou eco favorável por parte de membros da CNBB.
Em seguida, o engenheiro Antônio Augusto Borelli Machado [na foto abaixo, apresentando a obra], revisor do livro, fundamentado em abundante documentação, apontou as semelhanças entre a ofensiva agrorreformista de cunho marxista e a ofensiva do ambientalismo hodierno.
Dando prosseguimento à apresentação, Dr. Carlos Patricio del Campo [na foto acima, o primeiro à esq.], Master em Economia Agrária pela Universidade de Berkeley (Califórnia), apontou documentadamente os absurdos da legislação de cunho ambientalista promovidas por vários governos, notadamente o atual governo PT por meio do novo Código Florestal.
O Dr. del Campo mostrou o custo absurdo da aplicação de dito Código, que criminaliza o produtor com Reservas Legais e APPs que prejudicam gravemente a produção agropecuária e o agronegócio em geral.
O expositor afirmou ser injustiça cruel o fato de o proprietário rural ser punido em decorrência das medidas promovidas pelos fautores do pseudo-ambientalismo, tão prejudiciais àqueles que tanto têm contribuído para o engrandecimento e riqueza do País: os produtores agrícolas.
Encerrando a sessão, Dom Bertrand de Orleans e Bragança [foto ao lado], Príncipe Imperial do Brasil e coordenador do movimento Paz no Campo, chamou a atenção dos presentes para a natureza visceralmente anticristã do atual movimento ambientalista, denunciado em seu livro Psicose ambientalista – Os bastidores do eco-terrorismo para implantar uma religião ecológica, igualitária e anticristã.
O príncipe ressaltou que esse falso ambientalismo não passa de um disfarce do velho agro-reformismo marxista que sob a fachada ambientalista visa demolir a propriedade privada e introduzir sub-repticiamente o mesmo sistema comunista que fracassou utilizando os métodos clássicos do marxismo-leninismo.
Acrescentou que estamos diante de uma perigosa metamorfose da doutrina stalinista para impor uma “religião” anticristã, panteísta e igualitária. Neste sentido, tal manobra é uma radicalização, sob uma nova bandeira, do velho e fracassado comunismo vermelho: a bandeira verde do ambientalismo, para melhor enganar os incautos.
Em face de tal ofensiva, o livro-denúncia é lançado num momento mais do que oportuno. O Príncipe — assessorado pela Comissão de Estudos Ambientais do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, da qual fazem parte Carlos Patricio del Campo, Nelson Ramos Barretto, Paulo Henrique Chaves e o autor destas linhas — efetuou uma denúncia que ninguém fez. Fato que explica o sucesso imediato da primeira edição do livro.
O orador destacou a necessidade de uma reação à ofensiva eco-terrorista, a fim de evitar a implantação no Brasil de uma pseudo-religião panteísta-marxista. Urge para tanto favorecer o ressurgimento dos valores da Lei natural e daqueles consignados na Sagrada Escritura. Se no Gênesis o Criador ordena que os homens dominem a Terra, explorando-a para o seu próprio bem, nos ensinamentos do Magistério Pontifício não poderia ser diferente: eles asseguram esses valores, dos quais decorre o sagrado direito de propriedade. O Brasil cumprirá assim sua grande missão, tornando-se efetivamente a Terra de Santa Cruz.
O ato encerrou-se com uma concorrida sessão de autógrafos e um coquetel [fotos abaixo]nos salões Nacional Club. A prolongada e animada permanência dos convidados patentearam a adesão e o entusiasmo suscitados pelas teses do livro.
Entrada do Nacional Club de São Paulo...
... e seu auditório lotado
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quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Ambientalistas defendem tubarão assassino
O surfista Benjamin Linden [foto], 24, foi cortado ao meio por um “tubarão branco” na praia de Wedge Island, ao norte de Perth, na Austrália. Os ataques desses enormes tubarões se tornaram mais frequentes na Austrália desde que foram declarados “espécie em perigo de extinção”. O ministro australiano da Pesca, Norman Moore, se diz deprimido pelo fato de que a proteção favoreça tal proliferação. E muitos australianos se perguntam se era de esperar algo diferente, uma vez que esses tubarões não têm outros inimigos senão os homens e algumas baleias. A sociedade australiana questiona assim a proteção ambientalista a esses tubarões. Contudo, segundo certos ambientalistas, a diminuição dos seres humanos favorece a consecução do “desenvolvimento sustentável” do planeta. Para eles, a eliminação de homens e a proliferação de “tubarões brancos” são benéficas, pois favorece o desenvolvimento da Terra “de modo sustentável”.
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quarta-feira, 20 de junho de 2012
Pai da “hipótese Gaia” se retrata de seu alarmismo
James Lovelock, criador da hipótese segundo a qual a Terra seria um organismo “vivo” apelidado “Gaia”, admitiu que foi “alarmista” a respeito de “mudança climática”. Ele afirmou que outros ambientalistas famosos, como Al Gore, incidiram no mesmo erro. Em 2006, Lovelock escreveu que “antes do fim deste século bilhões de homens terão morrido e os poucos casais que sobreviverem ficarão no Ártico, onde o clima ainda será tolerável”. Agora, explicou: “O problema é que não sabemos o que é que o clima vai fazer. Há 20 anos nós achávamos que sabíamos. Isso nos levou a escrever alguns livros alarmistas — o meu inclusive — porque parecia evidente, porém não aconteceu”. Ambientalistas só puderam concordar, embora desanimados, com o mea culpa do guru. A crença nessas hipóteses está cada vez mais desacreditada, salvo entre os fanatizados pela Rio+20.
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Descobertos imensos aquíferos de água doce no Saara
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| Imagem de satélite do Saara (NASA World Wind) |
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terça-feira, 15 de maio de 2012
Apesar de sua poluição extrema, a China presidirá a “Rio+20”!
Uma névoa de poluição impede a visão, a partir de satélites, da imensa planície do norte da China onde está situada a capital Pequim. Na superfície, a visibilidade ficou limitada a 200 metros. A ditadura comunista já fez saber que nada fará para corrigir a intoxicação, que prejudica seus cidadãos-escravos e o ar do planeta. De acordo com a NASA, a névoa é composta de partículas de 10 micrômetros (PM10) que entram no pulmão e causam problemas respiratórios. As partículas de 2,5 micrômetros (PM2.5) podem infiltrar-se na corrente sanguínea, causar câncer e problemas respiratórios extremos. Porém, a China fechou a questão e não renunciará a seu perigoso desenvolvimento induzido. Inexplicavelmente, a ONU deu-lhe a presidência da reunião “Rio+20” em junho próximo. Mau presságio para a idoneidade desse megaevento...
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sábado, 10 de março de 2012
“Aquecimento global”: cientistas descartam pânicos
Dezesseis grandes cientistas internacionais lançaram uma Carta Aberta destinada aos candidatos presidenciais dos EUA, destacando que “não é verdadeira a alegação de que quase todos os cientistas exigem fazer algo dramático para deter o ‘aquecimento global’. Na verdade, um grande número e crescente de cientistas e engenheiros não concordam que essas ações sejam necessárias. O CO2 não é um poluente, mas um componente-chave do ciclo de vida”. Os cientistas comparam a hostilidade mediática e oficial contra eles à repressão dos dissidentes na União Soviética e apelam aos candidatos para não explorarem pânicos irracionais, baseados em reivindicações alarmistas e carentes de provas “irrefutáveis”.
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segunda-feira, 28 de março de 2011
O que importa é a pureza da água?
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| Imagem de Nossa Senhora de Akita (Japão), que milagrosamente verteu lágrimas em 1973 |
Adolpho Lindenberg
Do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira
O jornal "O Estado de S. Paulo", no dia 25 de Março, publicou a seguinte notícia:
“Censos nacionais dos últimos cem anos mostram que a religião está ameaçada em nove países. Os habitantes da Austrália, Áustria, Canadá, República Checa, Finlândia, Irlanda, Holanda, Nova Zelândia e Suiça, estão cada vez mais longe de qualquer fé. O status econômico dos avessos à religião explicaria sua influência sobre os demais no longo prazo".
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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Nível dos mares não subirá como o previsto por alarmistas
Parece que o serviço meteorológico inglês, Met Office, aprendeu com os próprios erros. Reconheceu que as previsões alarmistas sobre um aumento de dois metros no nível dos mares neste século, por causa do “aquecimento global”, estão erradas. Essa “profecia” falha estava contida no famigerado relatório de 2007 do IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change), e incluía no quadro cidades submersas pelas águas e o fim da Corrente do Golfo (Gulfstream), que faria mergulhar a Grã-Bretanha num frio ártico. O Met Office projetara cenários apocalípticos na linha do filme The Day After Tomorrow, mas os registros mais recentes apontam que nada disso está acontecendo.
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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Meteorologista “cético” é hoje considerado “profeta”
O meteorologista e astrofísico Piers Corbyn (foto acima), famoso pelo acerto de suas predições climáticas, previa um resfriamento global, contrariamente ao midiático “aquecimento global antropogênico”. Foi tachado de “cético” radical e “absolutista”, porque defendeu que “o CO2 nunca determinou, nem determina e nunca determinará o clima ou a temperatura da Terra. O aquecimento global está fora de cogitação e nunca teve nada a ver com o CO2, que continua aumentando, mas o mundo está arrefecendo e continuará a fazê-lo”. Hoje em dia, diante dos sucessivos anos frios que penalizam o hemisfério norte, ele é procurado como um “profeta”.
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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Acadêmicos pleiteiam tirar Oscar de Al Gore
Dois membros da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood pediram que seja retirado de Al Gore o prêmio Oscar concedido pelo documentário An inconvent truth (Uma verdade inconveniente) de 2007. Roger L. Simon e Lionel Chetwynd sentiram clima favorável para desafiar Hollywood, após a revelação de fraudes científicas na Universidade de East Anglia (Inglaterra) visando provar a tese do “aquecimento global de origem humana”. Para os acadêmicos, o filme está fundamentado em erros sobre o clima. O documentário foi proibido nas escolas pela Corte Suprema da Inglaterra, porque contém pelo menos 11 erros graves que prejudicam os alunos. Segundo o Prof. José Carlos Azevedo, ex-reitor da Universidade Nacional de Brasília, os erros crassos chegariam a 35.__________________
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domingo, 24 de janeiro de 2010
Religião ambientalista substitui velho comunismo
“Foi inventada uma nova religião: o ambientalismo” –– afirmou Ian Plimer [foto] no “Independent Weekly”, semanário do sul da Austrália. E acrescentou que essa pseudo-religião preenche o vazio aberto pela crise do socialismo: “É uma religião fundamentalista, que pratica o culto da natureza. Tem seus sumos sacerdotes como Al Gore, e seus livros santos como os relatórios do IPCC. Como muitos adeptos religiosos, poucos deles leram alguma vez de ponta a ponta e entenderam o que dizem esses livros sagrados. Ela [a religião do ambientalismo] seduz, anunciando calamidades apocalípticas se não mudarmos de caminho. Seu credo é repetido interminamente, e uma nova linguagem foi inventada. São silenciados a lógica e os dados que a contradizem ou provocam dúvidas. E os heréticos são destruídos com métodos inquisitoriais”. __________
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domingo, 17 de janeiro de 2010
Ecologistas radicais pedem o extermínio da humanidade
Grupos radicais anti-vida estão explorando o pânico gerado pelo alarmismo ecologista. Numa reunião de cúpula paralela em Barcelona, a humanidade foi transformada em réu, segundo as informações de “El País”. De acordo com Roger Martin [foto acima], da Optimum Population Trust, ONG que postula a limitação da população mundial, o planeta tem cidadãos demais “emissores de CO2”.
O teorizador Paul Ehrlich [foto à esquerda], da Universidade de Stanford, pediu uma radical diminuição da humanidade, apelando a controles planetários da natalidade. Defendeu ser “insensato que EUA tenha 280 milhões de habitantes. Não precisamos de mais que 140”. Afirmou ser muito difícil reduzir a população por “métodos humanitários”, e atacou os políticos que temem reduzir a população para não serem acusados de defensores do eugenismo nazista. Na ocasião, Ehrlich recebeu do governo da Catalunha o prêmio Ramon Margalef de ecologia. E Roger Martin defendeu a tese absurda de que “cada casal que decide ter um terceiro filho ameaça o equilíbrio ambiental”._______________
Agencia Boa Imprensa
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terça-feira, 10 de novembro de 2009
Novo tênis aproxima homem do animal
Em modelos de tênis como o FiveFingers (foto), os artelhos se encaixam em compartimentos individuais, como os dedos da mão na luva. Os pés ficam grotescamente parecidos com os de certos animais. Os fabricantes alegam competir com a moda (aliás, muito rara) de se correr descalço. Todas essas modas não são ingênuas, nelas está incubada uma filosofia ecológico-evolucionista. “O sapato possivelmente atrapalhou a evolução”, tentou justificar Galahad Clark, executivo-chefe da fabricante de calçados Terra Plana, de Londres. A invenção do sapato atendeu a uma necessidade do homem e o distingue do simples animal, mas a tendência ecológico-evolucionista visa reverter esse progresso da civilização._______________________
Agência Boa Imprensa
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