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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Quando a utopia dos ecologistas tropeça na realidade

Os ecologistas que se cuidem, pois nem a natureza nem a ordem natural das coisas gostam de trabalhar ao lado de seus autoproclamados defensores. O gás de xisto está aí para desmitificar mais uma vez o fascínio europeu de reduzir 20% de suas emissões de CO2 para “salvar” o planeta.

Com efeito, a produção americana desse gás não convencional vem pondo de lado o uso do carvão, cujo excedente os EUA vendem a preço baixo. Para Kash Burchet, analista do IHS Energy, as empresas geradoras de energia vêm apanhando por operar centrais de gás, inclusive as de última geração, em decorrência do carvão barato.

Resultado: um número crescente de empreendimentos europeus geradores de energia elétrica fecha suas modernas plantas de ciclo combinado de gás, enquanto as termoelétricas à base de carvão fazem a festa, escreveu o "Wall Street Journal".

A geradora norueguesa Statkraft acabou de fechar uma central na Alemanha. Por sua vez, a empresa alemã E•ON considera hibernar mais centrais de gás, incluindo uma planta de última geração na Eslováquia, diante de uma queda de 94% nos lucros do primeiro trimestre de 2013.

A eletricidade gerada com o carvão americano é mais barata e alivia as precárias economias europeias. Os opositores argumentam que os países europeus se engajaram em utópicos planos e tratados internacionais para reduzir as emissões de CO2 e instalar fontes de energias renováveis.

Os europeus já não vinham respeitando esses tratados, cuja violação escancarou-se agora, imposta pela necessidade. Em 2012, as exportações americanas de carvão à Europa cresceram por volta de 23%, atingindo 66,4 milhões de toneladas, segundo o Departamento de Energia dos EUA.

No Reino Unido, o volume de eletricidade gerada pelo carvão atingiu seu nível máximo em 17 anos, enquanto o produzido com gás convencional caiu a um mínimo histórico equivalente. Também a geradora checa CEZ manterá fechada sua nova usina. A britânica SSE, além de fechar uma usina dessas, não pensa em construir mais nenhuma.

Por esta e por outras razões o Príncipe Dom Bertrand escreveu o livro – Psicose Ambientalista – Os bastidores do ecoterrorismo para implantar uma “religião” ecológica, igualitária e anticristã. Formato 16 x 23 cm – 176 paginas – R.23,90 – Distribuição Editora Petrus.
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Contatos com o autor: 
Dom Bertrand de Orleans e Bragança: dom.bertrand@paznocampo.org.br

Exemplar de cortesia para jornalistas, contato e informações: 
Marcos Balthazar – 11-2765-4770 – marbalthazar@gmail.com

Vendas: 
www.livrariapetrus.com.br ou nas principais livrarias 

Release do livro: 
http://psicoseambientalista.blogspot.com.br

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

EUA: suicídio mata mais que acidentes automobilísticos

O suicídio já ocupa o primeiro lugar das causas de morte violenta nos EUA, superando os acidentes de carro. “Acho que o problema é muito pior do que os dados oficiais fazem supor”, disse o autor do trabalho, Ian Rockett, professor de epidemiologia na Universidade de West Virginia. As mortes violentas deliberadas aumentaram 10% em 2009 com relação ao ano 2000, enquanto as mortes violentas involuntárias diminuíram 25%. O número de auto-envenenamentos cresceu 128%, e o de quedas mortais 71%. O ex-senador Gordon Smith disse em ato público que lutar contra o suicídio “na realidade, é uma tarefa dos anjos”. As mortes acidentais não provêm na sua maioria de causas morais, porém o suicídio em geral constitui uma falsa saída para a decadência moral derivada de uma vida desordenada.
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Agência Boa Imprensa (ABIM)

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Carolina do Norte reforma Constituição

Por 61% dos votos contra 39%, os eleitores da Carolina do Norte, EUA, aprovaram emenda à Constituição estadual que define o casamento entre um homem e uma mulher como “a única união doméstica legal que será válida ou reconhecida neste estado”. Por sua vez, os bispos católicos D. Michael Burbidge de Raleigh e D. Peter Jugis de Charlotte, em carta lida nas missas pedindo o apoio dos católicos à emenda, afirmavam: “Embora nosso estado já tenha uma lei que proíbe o casamento entre pessoas do mesmo sexo, nós somos bem conscientes, pelo que aconteceu em outros estados, que essa lei pode ser anulada por iniciativas judiciais ou legislativas”. Numerosos líderes do Partido Democrata, entre os quais o presidente Barack Obama, o ex-presidente Bill Clinton e o governador Beverly Perdue, falaram contra a emenda. O apoio popular ao casamento tradicional neutralizou essas poderosas e más influências.
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Agência Boa Imprensa

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Realidade, esta coisa tão necessária...

O conhecido jornalista francês Gilles Lapouge declarou que, se fosse diretor de jornal, sua primeira providência seria mandar os repórteres para a rua, a fim de conversarem com as pessoas e verem a realidade do dia-a-dia

Hélio Dias Viana (*)

Qualquer consulta para auscultar a opinião das pessoas sobre segurança, ensino público e serviço de saúde — para citar só estes itens —, ou a respeito do nível moral dos nossos programas televisivos, receberia respostas altamente negativas. E caso ainda se lhes perguntasse que perfil elas considerariam ideal para os governantes e demais lideranças — religiosas, políticas, judiciais, militares — a grande maioria das respostas teria um perfil conservador.

Embora esta seja a realidade do Brasil — a qual é reconhecida inclusive pelos próprios esquerdistas, que reclamam hoje de uma guinada à direita —, não se entende por que quase todos os candidatos aos mais altos cargos são de esquerda e, quando não o são, fazem tantas concessões a essa orientação que não se sabe bem o que dela os separa.

O resultado é que estamos sendo governados por pessoas que parecem cegas quanto à situação real deste país, que ainda tem muito de conservador, e que vão avançando como se vivêssemos no oposto. O que constitui uma temeridade, pois, por mais que os atuais governantes se sintam apoiados pelas instâncias do mundo oficial e pelos meios de comunicação, nenhum governo se mantém estavelmente sem o apoio da opinião pública, a não ser numa ditadura, e assim mesmo por tempo não muito longo. 

Mas essa cegueira parece não ser apanágio apenas de governantes. Em entrevista à TV Estado, o conhecido jornalista francês Gilles Lapouge declarou que, se fosse diretor de jornal, sua primeira providência seria mandar os repórteres para a rua, a fim de conversarem com as pessoas e verem a realidade do dia-a-dia. A partir daí redigiriam as notícias, e não ficariam mais nas redações elaborando matérias cerebrinas sem nexo com a vida real.

O que se depreende de suas observações é que inúmeros jornalistas vêem a realidade mais ou menos como os nossos governantes, ou seja, como algo supérfluo. Porém, mesmo adotando essa falsa visualização, deveriam lembrar-se do que disse o ímpio Voltaire: “o supérfluo, esta coisa tão necessária”. 


Qual poderá ser o resultado de tudo disso? 
Creio que pelo menos boa parte da resposta se encontra no que sucede nos EUA. Ali — para dar apenas um exemplo — o ex-candidato católico de discurso “politicamente incorreto” Rick Santorum [foto], que era considerado por isso mesmo sem nenhuma chance, ameaçou suplantar seu rival Mitt Romney para disputar com Obama a presidência. E sua ascensão veio se afirmando na razão direta em que subia o tom conservador de sua fala. Mesmo que ele tenha desistido da disputa eleitoral, o fato concreto é que sua campanha pôs em realce a enorme força e empuxe do conservadorismo americano.

Pois bem, nos EUA do século XXI, no qual se mostra uma forte corrente de opinião conservadora, que por muitos aspectos se diria “ultramontanizada”, o presidente Obama continua a pisar obstinadamente no acelerador em direção à esquerda, como se não visse que diante dele se ergue essa enorme barreira, em face da qual a única atitude sensata seria frear. Sua última “acelerada” foi o decreto obrigando as instituições — inclusive as católicas — a financiar medidas anticoncepcionais e abortivas para os seus funcionários, o que gerou um clamor nacional de grandes proporções. Pelo menos 181 Arcebispos e Bispos se declararam fortemente contrários à medida, sendo acompanhados por mais de 2.500 líderes de diversas confissões religiosas.

No Brasil, um claro e recente “avançar contra a barreira” foi, por exemplo, a nomeação para o Ministério de Eleonora Menicucci [foto]— antiga companheira de prisão da presidente Dilma —, a qual, entre outras coisas extremamente chocantes, declarou ter praticado dois abortos e aprendido como executá-los.


Manter, a qualquer custo, um regime falido 
Resta perguntar por que tanta pertinácia da esquerda em continuar avançando, ao invés de imitar os beduínos que, diante da tempestade de areia no deserto, se deitam com seus camelos até a tempestade passar. A resposta parece ser que, no árido e imenso deserto no qual a esquerda se encontra, não lhe restaria outra saída senão continuar avançando, mesmo ao preço de perder parcelas cada vez maiores do grande público, pois se não fizer progredir as causas revolucionárias, acabará desapontando suas próprias bases e ficando à deriva.

Nesse sentido, pode-se admitir que a manutenção a todo custo do esfarrapado regime comunista em Cuba foi tão-só para conservar acesa a chama revolucionária nas bases esquerdistas no mundo inteiro, mais especialmente da América Latina.

Mas essas mesmas bases devem agora entender que o problema que se põe atualmente para o comunismo cubano é o da sobrevivência. Assim, como sucedeu com a China, chegou o momento de — sem prejuízo do regime comunista da geriatria cubana — estabelecer ao mesmo tempo na ilha-prisão um arremedo de livre mercado segundo a “fórmula chinesa”. É o que está sendo esboçado na região em que se localiza o porto de Mariel.

Para o êxito desta nova manobra não faltarão as bênçãos do Cardeal Dom Jaime Ortega, Arcebispo de Havana, e abundante dinheiro do Brasil — aplicação tão distante de tantas de nossas reais e prementes necessidades.
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 (*) Helio Dias Viana é colaborar da Agência Boa Imprensa (ABIM)

domingo, 26 de setembro de 2010

Novo Exército homossexual


Importante general chama soldados cristãos de fanáticos

  • Hélio Dias Viana(*)
    Em incisivo editorial com o título acima, “The Washington Times” (16/09/2010) comentou que nesta semana Harry Reid, líder da maioria democrata no Senado, iniciaria a defesa de um novo projeto visando derrubar a lei conhecida como “Don’t ask, don’t tell” [não pergunte, não diga], em vigor a partir do governo Clinton, pela qual os homossexuais em serviço militar não podem ser perguntados a respeito de seu comportamento nem são obrigados a confessá-lo.

    No mesmo sentido, falando no mês passado para várias centenas de militares americanos no Quartel-General do Comando Europeu em Sttutgart, Alemanha, o general Thomas P. Bostick, vice-chefe do Departamento de Pessoal do Exército (foto), comentou favoravelmente o projeto, afirmando que se o mesmo for aprovado, os opositores da agenda lésbica, homossexual, bissexual e de gênero (LGBT) não mais serão bem-vindos ao Exército.

    “Infelizmente – disse o general – temos uma minoria de membros que ainda são racistas e fanáticos, e vocês nunca conseguirão ver-se livre deles”. E prosseguiu: “Essas pessoas que se opõem a esta nova política precisarão adaptar-se a ela, e se não o fizerem precisarão se retirar. Pouco importa o grau de instrução e educação dos opositores; vocês terão sempre aqueles que se oporão a isto por motivos morais e religiosos, do mesmo modo como vocês hoje ainda têm racistas”.

    Além de partir de um alto oficial, tais declarações se tornam ainda mais graves pelo fato de seu autor estar diretamente envolvido num painel do Pentágono voltado a definir a política militar sobre essa matéria. Ademais, o general Bostick se equivoca ao apresentar a questão dos homossexuais nas Forças Armadas como um assunto de direitos civis, quando o serviço militar é essencialmente discriminatório. Dele, por exemplo, são afastados os velhos, os muito fracos ou muito gordos, pois a finalidade das Forças Armadas é travar batalhas e vencer, e não defender sentimentos pessoais de minorias. Fazendo-o em relação aos homossexuais, o general também está discriminando essas outras categorias de pessoas.

    Cumpre ainda lembrar que nos EUA a exclusão das Forças Armadas de pessoas com conduta homossexual baseia-se nos princípios do Código Uniforme de Justiça Militar, que também criminaliza a conduta adúltera entre heterossexuais por solapar a boa ordem e a disciplina. No entanto, o general Bostick sugeriu a adoção de disciplina semelhante para proporcionar “educação e treinamento” aos soldados, marinheiros e membros da Força Aérea de modo a fazê-los abraçar a agenda LGBT!

    Na mesma linha do general, Tommy Sears, diretor-executivo do Centro de Prontidão Militar, declarou ao “The Washington Times”: “Infelizmente, se a lei [Dont’t ask don’t tell] for revogada, as Forças Armadas tentarão fazer o que elas fazem – fazer as coisas funcionar, para melhor ou para pior. Portanto, a dissensão não será tolerada. Se por qualquer razão você não concordar, seja ela por convicção religiosa ou objeção pessoal, sua carreira na essência estará encerrada”.

    O editorial termina evocando o direito dos militares a seguir sua reta consciência e pedindo a remoção do general Bostick de suas funções no painel do Pentágono que trata do assunto.

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    Eis, caro leitor, os absurdos a que conduz a doutrina professada pelos defensores incondicionais dos Direitos Humanos; tão incondicionais que no seu delírio em defender graves desvios de conduta de minorias, não hesitam em sacrificar até mesmo aquelas instituições das quais eles são representantes e que asseguram a soberania e o bem-estar da maioria da Nação!

    P.S.: Apesar de majoritários, os democratas felizmente não conseguiram a revogação no Senado do "Don't ask, don't call", pois necessitavam de 60 votos e só obtiveram 56. Uma nova votação só será possível após as eleições, quando se espera que eles perderão a maioria em ambas as Casas. Mas eles vão continuar, a menos que uma celeste Operação Sodoma ponha definitivamente fim aos seus pérfidos designios.
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    (*) Hélio Dias Viana é colaborar da ABIM

domingo, 2 de maio de 2010

Jovens americanos abandonam Obama

Manifestação anti-Obama em Washington

Enquete feita pelo Harvard's Institute of Politics semeou o alarme nas esquerdas americanas. Segundo relata a revista “Newsweek”, só 38% dos jovens (entre 18 e 29 anos) aprovam a política de Obama face ao déficit do governo; 51% reprovam sua gestão; e 53% desaprovam a reforma da saúde. Porém, o pior indício para Obama é o desânimo manifestado por seus votantes: só 35% dos jovens que votaram por ele tornariam a fazê-lo em novembro. E a avaliação é de que, se Obama não conseguir recuperar os jovens, o Partido Democrata pagará pesada conta nas eleições legislativas de novembro.
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Agência Boa Imprensa

sexta-feira, 27 de junho de 2008

EUA recriam frota para a América do Sul

A Marinha norte-americana recriará sua 4ª Frota para agir na América do Sul, Central e Caribe. Fidel Castro esperneou, como sempre, patenteando o mal-estar das esquerdas com a notícia. Isto ocorre quando Chávez se arma às pressas. Já o presidente Lula quer criar um órgão de defesa da América do Sul, ao que tudo indica para contrariar a influência dos EUA na região, onde a presença do Irã procura firmar-se. Teerã dará US$ 1,1 bilhão a Evo Morales em troca de minérios radioativos. O relatório anual dos EUA sobre o terrorismo cita a Bolívia como foco da penetração fundamentalista. A tríplice fronteira (Brasil-Argentina-Paraguai) é outro foco provável de operações iranianas. (Agência Boa Imprensa)