De acordo com IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário), 53,03% do valor cobrado pelo litro da gasolina correspondem a tributos. Em 25 de maio, o Instituto Mises e o Movimento Endireita Brasil, além de diversas associações comerciais e empresariais, organizaram um “Dia da liberdade de impostos”, para protestar contra os tributos abusivos no País. Em São Paulo e Brasília, depois de excluídos os impostos, caiu de R$ 2,399 para R$ 1,18 o preço cobrado pela gasolina nos postos participantes. A manifestação ocorreu também em Belo Horizonte, Porto Alegre, Vitória e Campo Grande. Em Santa Catarina, apesar das filas que demoraram horas, os consumidores apoiaram a iniciativa.
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quarta-feira, 30 de junho de 2010
Apoio popular ao “Dia da liberdade de impostos”
De acordo com IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário), 53,03% do valor cobrado pelo litro da gasolina correspondem a tributos. Em 25 de maio, o Instituto Mises e o Movimento Endireita Brasil, além de diversas associações comerciais e empresariais, organizaram um “Dia da liberdade de impostos”, para protestar contra os tributos abusivos no País. Em São Paulo e Brasília, depois de excluídos os impostos, caiu de R$ 2,399 para R$ 1,18 o preço cobrado pela gasolina nos postos participantes. A manifestação ocorreu também em Belo Horizonte, Porto Alegre, Vitória e Campo Grande. Em Santa Catarina, apesar das filas que demoraram horas, os consumidores apoiaram a iniciativa.
quinta-feira, 1 de maio de 2008
Argentinos repudiam socialismo tributário
Multidões indignadas de argentinos saíram espontaneamente às ruas em mais de 300 locais do país, para protestar contra o primeiro discurso da presidente Cristina Kirchner, todo ele eivado de populismo esquerdista contra os proprietários rurais. Panelaços, buzinaços, tratoraços e ruidosas cantorias com bandeiras nacionais encheram até a Praça de Maio diante da Casa Rosada. Piqueteros (equivalentes urbanos ao MST e congêneres) saíram em defesa da presidente e agrediram vários manifestantes. A maioria destes não era de proprietários rurais, mas de populares citadinos que se solidarizaram naturalmente com eles, que sofrem uma saraivada de impostos confiscatórios. O repúdio popular ao esquerdismo kirchnerista atinge níveis recordes. (Agência Boa Imprensa)
Luta de classes inspira novos impostos ao PT
O brasileiro médio é o que paga mais imposto na América do Sul, segundo a consultoria Ernst & Young. Mas o PT não está satisfeito e quer agora acrescentar, entre outros, um demagógico “imposto sobre grandes fortunas” aplicável aos proprietários de bens de valor superior a um teto ainda não definido. Segundo tributaristas independentes, trata-se de um evidente abuso e um atropelo às economias familiares. O novo tributo, na realidade, tem um fundo ideológico: “a ideologia vigente que procura opor ricos a pobres”–– escreveu Denis Rosenfield, professor da UFRGS. O imposto é usado pelo PT como uma arma de luta de classes. (Agência Boa Imprensa)
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