Segundo Gilberto Dimenstein, do Conselho editorial da “Folha de S. Paulo”, “começa a se disseminar entre psicólogos americanos a expressão ‘cérebro de pipoca’ para designar um distúrbio estimulado pela internet”. Um psicólogo da famosa Universidade de Stanford, um dos berços da revolução digital, constatou que muitos jovens que usam excessivamente a Internet se tornaram incapazes de interpretar o significado de expressões faciais de homens e mulheres, revelando uma espécie de analfabetismo emocional e dificuldades graves de relacionamento. É como se as pessoas tivessem dentro da cabeça a agitação do milho explodindo no óleo quente, resumiu Dimenstein.
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quinta-feira, 25 de agosto de 2011
“Cérebro de pipoca” — Internet estimula distúrbio mental
domingo, 2 de maio de 2010
Violência e drogas em escolas públicas
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Agência Boa Imprensa
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
80% das cédulas de real contêm resíduos de cocaína
Foi registrada presença de cocaína em 80% de um total de 10 cédulas brasileiras analisadas no mais exigente estudo, informou “National Geographic News”. Os resultados foram apresentados na sede da American Chemical Society, maior sociedade de cientistas do mundo. Aproximadamente 90% das notas que circulam nos EUA e no Canadá trazem também resquícios de cocaína. A droga fica nas notas porque os viciados as utilizam para envelopar o tóxico ou para inalá-lo. A extensão do consumo de drogas, patenteada neste fato, poderá eventualmente ser apontada no futuro como sinal de como e por que a civilização moderna ruiu no auge de seu gigantismo.___________________
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quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Jovens pernambucanos tornam-se mais conservadores
Pesquisa da Universidade Federal de Pernambuco constatou que os estudantes universitários do estado são muito mais conservadores do que se imaginava: 81% deles não querem a liberação da maconha; 76% são contra a ampliação dos casos de aborto; apóiam uma lei que limite o consumo de álcool; nada de rebeldia, nem de inconformismo. O antigo hippie –– revoltado, drogado, permissivo sexual –– hoje pertence a uma geração envelhecida, que enche as manchetes e até a direção dos jornais. “A gente vê questões como a religião influenciando muito na vida dos jovens", explicou o coordenador da pesquisa, Pierre Lucena.
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