Além das fraudes generalizadas, e evidenciadas, nas últimas eleições presidenciais na Rússia, que deram vitória a Vladimir Putin já no primeiro turno, a Justiça Eleitoral russa “deletou” candidatos.
O candidato liberal russo à presidência, Grigory Yavlinsky, podia impedir a vitória pré-programada de Putin nas eleições. Mas ele foi “apagado” das listas oficiais pela Comissão Eleitoral — tribunal acusado de organizar e acobertar a falsificação maciça dos resultados das eleições parlamentares em dezembro último. Para a oposição, “é absolutamente clara a ilegitimidade da eleição presidencial”. Outros candidatos independentes foram riscados pela Justiça Eleitoral com pretextos legais obscuros. A mídia e os governos ocidentais verteram lágrimas de crocodilo na eleição que coroou Putin como presidente do soviete supremo russo. Apesar de este não mais usar o nome de soviete, na realidade funciona como tal.
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Agência Boa Imprensa
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sábado, 10 de março de 2012
“Vitória” de Putin na Rússia revive os tempos da URSS
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Putin falsifica eleições e reprime opositores
Na Rússia, a perda de prestígio do ex-coronel da KGB, Vladimir Putin, patenteou-se em estrepitosas vaias públicas e na perda da esmagadora maioria que seu partido possuía na Duma (Parlamento). Nas eleições de dezembro, mais de cinco mil casos de fraude foram denunciados e entre 20 e 25% dos votos teriam sido fabricados. A fraude maciça foi confirmada pelos observadores internacionais e até pela secretária norte-americana de Estado, Hillary Clinton. Dezenas de milhares de oposicionistas manifestaram-se contra a falcatrua e foram reprimidos com violência [foto acima]; mais de 500 foram presos. Dezenas de bilhões de dólares teriam saído do país diante do sombrio panorama criado pela conduta ditatorial dos oficiais da ex-polícia política soviética.
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Agência Boa Imprensa
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Agência Boa Imprensa
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Putin tenta evitar afastamento de nações do ex-bloco soviético
As livrarias de Simferopol, Ucrânia, têm as estantes cheias de obras da literatura ocidental traduzidas para o ucraniano, destinadas à leitura dos adolescentes. O fato causou irritação na Rússia, porque a fracassada URSS quis impor o idioma russo aos países escravizados. Agora estes, que gozam de liberdade, voltam céleres a suas queridas tradições. A questão da língua também é uma maneira de afirmar a própria soberania, precisamente quando o Kremlin de Putin quer reabsorvê-los. O fenômeno repete-se em todos os países do ex-bloco soviético. O russo é um dos poucos grandes idiomas que está perdendo usuários. Os que falam russo cairão de 300 milhões (em 1990) para 150 milhões até 2025, em boa parte porque a população da Rússia está diminuindo, podendo o país perder 20% de seus habitantes até 2.050. ____________________Agência Boa Imprensa
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Mais uma oposicionista “silenciada” na Rússia
A jornalista Natalia Estemirova (foto) foi seqüestrada quando saía de sua casa, e logo executada em Grozni, capital da Chechênia. Seu corpo apareceu numa estrada, com tiros na cabeça e no peito, noticia o diário carioca “O Globo”. Sua “heresia” foi criticar a política do governo de Putin no norte do Cáucaso. A União Européia e organizações de direitos humanos ocidentais soltaram gemidos estéreis e sem conseqüências a propósito do assassinato, como aconteceu por ocasião de outros homicídios de jornalistas, advogados e ativistas que denunciaram a ditadura de estilo soviético exercida por Putin e seus “camaradas” da (ex-)KGB._______________
Agência Boa Imprensa
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Mais um ex-agente da KGB para dirigir a IO russa
Mais um ex-agente da KGB para dirigir a IO russaA chamada Igreja Ortodoxa Russa (IO), velho cisma da Igreja Católica, elegeu novo chefe, que é o patriarca de Moscou. Do mesmo modo que o falecido patriarca Alexis II, o recém-eleito foi agente da KGB (foto) –– a antiga polícia encarregada da repressão política e ideológica sob a ditadura dos sovietes, hoje talvez mais poderosa que nunca. O verdadeiro nome do novo patriarca é Vladimir Gundiaiev. Seu nome oficial é Kirill, mas para a KGB é o agente Mikhailov, informou o diário “Il Giornale” de Milão. Era metropolita de Smolensk e Kaliningrado, além de “ministro do exterior” da IO. Possantes indícios sugerem que a verdadeira eleição não foi realizada no “conclave” da IO, mas na mesa de trabalho do ex-coronel da KGB e omniarca da Rússia, Vladimir Putin. Kirill promete ser um paladino do “diálogo” com o Vaticano.
Agência Boa Imprensa (ABIM)
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Rússia tenta envolver Brasil e América do Sul
A aproximação em matéria nuclear civil, entre o Brasil do presidente Lula e a Rússia do onipotente Putin, será um dos maiores fatores de preocupação da nova administração americana, registrou o site Nuclear Power Daily. A Rússia possui tecnologias — aliás, bastante obsoletas e perigosas — e grandes jazidas de urânio, estando agora interessada nas reservas brasileiras. A visita ao Rio de Janeiro do presidente da estatal Rosatom, Sergei Kiriyenko, levantou suspeitas. A Rússia ofereceu tecnologia nuclear aos presidentes proto-comunistas Hugo Chávez da Venezuela e Rafael Correa do Equador. Mas a verdadeira intenção russa seria inserir a América do Sul numa frente anti-EUA, como parte de um plano mundial para restaurar o poder da antiga URSS. E esses presidentes esquerdistas estariam se prestando ao jogo russo.__________
(Agência Boa Imprensa –– ABIM)
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Opositora de Putin denuncia envenenamento
Karinna Moskalenko (foto), advogada russa que defende opositores de Putin, denunciou que ela e sua família foram envenenadas com mercúrio. A polícia de Estrasburgo, cidade francesa onde reside Karinna, achou restos da substância tóxica no carro familiar. Como estava se sentindo mal, Karinna não viajou a Moscou, onde deveria participar de uma audiência sobre o assassinato da jornalista russa Anna Politkovskaya, que discrepava do governo ditatorial de Putin. Karinna também defende o ex-campeão mundial de xadrez Gary Kasparov, dissidente detido pelo fato de protestar contra o governo, e o industrial Mikhail Khodorkovsky, atualmente confinado na Sibéria. Parece ser mais um caso na longa escalada de eliminações criminosas de dissidentes, praticadas pelo Kremlin, de acordo com o velho esquema da extinta ditadura soviética.(Agência Boa Imprensa)
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