“Mulher nunca deveria ser soldado de infantaria”, escreveu a capitã dos fuzileiros navais Katie Petrônio [foto] na revista “Marine Corps Gazette”. No artigo “Chega disso! Nós não fomos criados todos iguais”, a capitã defende que a anatomia feminina não resiste às asperezas da carreira militar. Katie Petronio se baseia na experiência pessoal. Ela “preenchia todas as condições” de uma mulher-soldado ideal. “Eu era uma estrela no hóquei sobre gelo com um título em Direito e Administração”. “Cinco anos depois, eu não sou fisicamente a mulher que uma vez fui”. Quem está promovendo essa agenda? “Katie explica: “Pessoalmente, eu não vejo marines femininas, recrutas ou oficiais, batendo às portas do Congresso, queixando-se de que sua impotência para servir na infantaria viola o direito à igualdade”, acrescentou. Segundo ela, a pressão provém de civis esquerdistas que não têm experiência alguma na matéria. Em suma, são ativistas fanáticos da igualdade de gênero a qualquer custo.
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quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Denúncia de capitã dos marines americanos
sábado, 17 de setembro de 2011
Tradição conduz novamente o Colégio de São Bento (RJ) ao topo do Enem
Nilo Fujimoto (*)
Não é novidade. O primeiro no ranking do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) pela quarta vez em 6 anos do ENEM é o Colégio de São Bento, no Rio de Janeiro*.
Com 153 anos de existência, sempre sob a mesma orientação de princípios no ensino, a instituição vem mantendo a tradição admitindo apenas meninos em seus cursos. Certamente por entender que a desigualdade deve ser respeitada, meninos e meninas têm capacidades, interesses e aptidões diferentes.
Essa distinção possibilita a criação de um ambiente em que os homens podem desenvolver suas qualidades como confirma o ex-aluno Henrique Rondinelli, agora destacado aluno do curso de Direto da UFRJ: “Tínhamos mais liberdade para brincadeiras de garotos, o que fazia com que a gente se sentisse muito bem, inclusive com professores e funcionários. Acho que se entrar menina, esse encanto se quebra.”
A disciplina e a cobrança do cumprimento do regulamento interno é um dos elementos indispensáveis para a formação vitoriosa: nove aulas por dia, das 7h30 às 17h30 de segunda a sexta, e provas em todos os sábados. Somando-se a matérias comuns a todas as escolas, o Colégio de São Bento oferece aulas de conteúdo cultural, como história da arte, apreciação musical, cultura clássica e até mesmo teologia.
Pois, então, é o respeito às desigualdades entre os sexos – suas aptidões, qualidades e dinamismos –, a observação do equilíbrio na aplicação da disciplina e das cobranças e o primoroso conteúdo de matérias – inclusive religioso – que constituem os elementos para a boa educação e sucesso da instituição. (*) Cfr.: G1, 12/9/2011, “Colégio de São Bento, no Rio, volta ao topo do ranking do Enem no país”
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(*) Nilo Fujimoto é colaborar da ABIM
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quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Escritora elogia condição de mãe e esposa

A escritora Maria Mariana abandonou a “fama” do teatro e da TV para ser mãe de quatro filhos. Em entrevista à revista “Época”, explicou que “o fato de eu adorar ser mãe” rendeu muitas qualidades. Ela conta por que escolheu o lar: “Eu sonhava com uma enorme mesa de família, com aquela macarronada no domingo. Eu queria mudar de degrau”. Para espanto das feministas, acrescentou: “Não acredito na igualdade entre homens e mulheres. O homem tem uma função no mundo e a mulher tem outra. Homem e mulher estão no mesmo barco, no mesmo mar. Há ondas, tempestades, maremotos. Alguém precisa estar com o leme na mão. Os dois, não dá. Deus preparou o homem para estar com o leme na mão. Porque ele é mais forte, tem raciocínio mais frio. A mulher tem mais capacidade de olhar em volta, ver o todo e desenvolver a sensibilidade para aconselhar. A mulher pode dirigir tudo, mas o lugar dela não é com o leme”.
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Agência Boa Imprensa – ABIM
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quarta-feira, 24 de junho de 2009
UE proíbe palavras correntes que discriminam o gênero
A União Européia (UE) aboliu o uso de palavras como “Senhor” ou “Senhora”, sob pretexto de combater o “machismo” –– informou o diário inglês “The Daily Mail”. Os burocratas de Bruxelas proibiram também as expressões inglesas sportsman (esportista), statesman (estadista), man-made (feito pelo homem), fireman (bombeiro), policeman (policial) entre outras, pelo fato de serem compostas com man (homem), fato que as tornaria eivadas de “discriminação” e “sexismo”. Os equivalentes em francês (Madame e Mademoiselle), alemão (Frau e Fraulein), espanhol (Señora e Señorita), etc., também foram banidos. A chefia da UE criou um opúsculo para conter todas as transformações. A decisão só se aplica aos órgãos da UE. Porém, foi encaminhada ao Parlamento Europeu (foto), na expectativa de que este a transforme em “lei” européia. A tal extremo chega a antidiscriminação, que na realidade é uma super-discriminação...
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