Uma névoa de poluição impede a visão, a partir de satélites, da imensa planície do norte da China onde está situada a capital Pequim. Na superfície, a visibilidade ficou limitada a 200 metros. A ditadura comunista já fez saber que nada fará para corrigir a intoxicação, que prejudica seus cidadãos-escravos e o ar do planeta. De acordo com a NASA, a névoa é composta de partículas de 10 micrômetros (PM10) que entram no pulmão e causam problemas respiratórios. As partículas de 2,5 micrômetros (PM2.5) podem infiltrar-se na corrente sanguínea, causar câncer e problemas respiratórios extremos. Porém, a China fechou a questão e não renunciará a seu perigoso desenvolvimento induzido. Inexplicavelmente, a ONU deu-lhe a presidência da reunião “Rio+20” em junho próximo. Mau presságio para a idoneidade desse megaevento...
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terça-feira, 15 de maio de 2012
Apesar de sua poluição extrema, a China presidirá a “Rio+20”!
Gótico: estilo para reformar a sociedade e a religião em crise
A. W. N. Pugin [quadro acima], arquiteto criador do Big Ben de Londres, símbolo da Inglaterra, queria restaurar a Cristandade por meio da arquitetura gótica. Segundo Rosemary Hill, sua biógrafa, foi uma cruzada inimaginável, e o sucesso foi inesperado. Com 30 anos, Pugin havia construído 22 igrejas, três catedrais, três conventos, casas, escolas, um mosteiro cisterciense e a Sala dos Lordes, onde a rainha inaugura as sessões do Parlamento. Pugin queria uma ordem social em que cada classe recebe apoio da superior e protege a inferior, como era costume na Idade Média. Para ele, a cidade medieval, com seu charme e suas sólidas muralhas, era o oposto da cidade moderna feita de prédios sem graça e fábricas repugnantes. O anseio de Pugin ainda vive na alma dos ingleses que reverenciam suas obras.
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Igreja Ortodoxa russa foi instrumento de Stalin
“A Igreja Ortodoxa russa foi utilizada pelo regime de Stalin para a liquidação pela força da Igreja Greco-Católica ucraniana”, mas “o clero ortodoxo [= cismático] russo ainda não se desculpou perante o greco-católico pela apropriação indevida de todos os seus bens”, afirmou Sua Beatitude Sviatoslav Shevchuk, arcebispo-mor do rito greco-católico ucraniano.[foto] “Muito frequentemente, eles falam da dificuldade em ter um encontro com o Papa, a qual, segundo o patriarca Kirill [russo cismático], é causada pelos Uniatas [greco-católicos]. Isso vem se repetindo há perto de 20 anos, quase todo ano, em vários foros. Mas o verdadeiro obstáculo é a incapacidade de admitirem os próprios erros”.
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segunda-feira, 7 de maio de 2012
Referendo na Eslovênia repele “casamento” homossexual
A Eslovênia recusou o “casamento” homossexual em referendo nacional. 55,1% dos eleitores disseram “não” a um novo Código da Família que permitiria o “casamento” homossexual e a adoção de crianças pelas duplas sodomíticas. Uma campanha lançada pelo movimento Iniciativa Civil coletou 42.000 assinaturas, obrigando o referendo. As sondagens de opinião diziam que a iniciativa pró-vida fracassaria. O presidente do país, a maioria dos partidos políticos e a grande mídia foram contra a consulta popular. A família foi defendida especialmente por grupos religiosos. A obstinação quase fanática dos inimigos da instituição familiar faz temer que, valendo-se de outros subterfúgios, eles voltem à carga em sua ofensiva.
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Divórcio gera solidão — família tradicional propicia união
O Instituo Nacional de Estatística e Estudos Econômicos (INSEE) da França mostrou que, em decorrência das leis antifamília, a solidão cresce assustadoramente, com desastrosas sequelas psicológicas e morais. Mais de nove milhões de franceses vivem sozinhos, contra seis milhões em 1990: um aumento de 30% em apenas 20 anos. Os casais que optaram por se divorciar não tiveram filhos, e hoje não têm quem cuide deles. As pessoas ligadas à agricultura estão em melhor situação: 88% das mulheres vivem com seus maridos. As mais abandonadas são as ex-dirigentes de empresa. Nas regiões onde 75% das pessoas vivem em família é porque “subsistem os modelos familiares tradicionais”, explicou Pascale Breuil, do INSEE. A família tradicional é a única que verdadeiramente satisfaz o espírito humano e é seu verdadeiro amparo neste vale de lágrimas.
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China desencadeia ondas de repressão na Internet
Pequim iniciou uma operação de controle e repressão da Internet de extensão inédita. A medida mais espetacular consistiu no bloqueio dos dois maiores microblogs do país: o Weibo e o QQ, equivalentes ao Twitter. Ao menos 16 sites da Internet foram fechados, enquanto numerosas pessoas eram presas pelo suposto crime de “fabricar e propagar falsos boatos online”. “É a mais pesada campanha de repressão na Internet ocorrida há muito tempo, jamais se viram tantos sites censurados”, explicou Renaud de Spens, especialista da Web chinesa. Ele acrescentou que os dirigentes socialistas “tratam o povo como se fosse um bando de crianças imaturas ou de idiotas, a quem se corta qualquer coisa quando bem entendem”.
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quarta-feira, 2 de maio de 2012
Países do Leste europeu não aceitam a ditadura da UE
A Polônia e a Lituânia apoiaram a Hungria em meio à onda de ataques que esta sofreu por ter aprovado uma Constituição que adota valores cristãos. O secretário do Ministério do Exterior húngaro, Zsolt Nemeth, pediu ao Parlamento magiar a aprovação de um “decreto de gratidão” aos líderes daqueles dois países. As nações da Europa Central compreendem bem “o que é o Estado pós-comunista do ponto de vista psicológico, político e econômico, e como é difícil operar mudanças profundas para eliminar as redes pós-comunistas”, divulgou o site www.politcs.hu.
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A monstruosa economia estatal chinesa ameaça ruir
O Banco Mundial alertou a China comunista para o tamanho monstruoso do setor estatal de sua economia, cujo modelo considerou “insustentável”: depende de 120 superestatais, enquanto outras 150.000 pequenas estatais respondem por 30% da atividade econômica. A expansão de empresas chinesas no exterior obedece a intuitos ideológicos baseados em financiamentos estatais de mastodontes inviáveis. Ocidentais ingênuos ou comprometidos ainda julgam que os argumentos econômicos são capazes de impressionar os líderes chineses, formados na ideia de Mao-tsé-Tung de que não se deve hesitar em executar milhões de seres humanos se tal for necessário para o triunfo mundial do comunismo.
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domingo, 29 de abril de 2012
Heroísmo católico na Nigéria
Na igreja de Santa Teresa em Madalla, Nigéria, na saída da missa de Natal, a milícia islamita de Boko Haram assassinou covardemente 44 fiéis e feriu mais de cem. A imagem de Nossa Senhora da Piedade ficou coberta com o sangue dos mártires, espalhado por violenta explosão. Na confusão, forças do exército começaram a disparar contra milhares de fiéis em pânico, quando o Pe. Isaac Achi se interpôs entre os militantes e os paroquianos. Os soldados cessaram então o tiroteio. Para os fiéis, seu pároco passou a ser considerado um verdadeiro herói católico que enfrentou destemidamente o ódio satânico da cristofobia que assola vários países.
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2011: recorde de conflagrações desde a II Guerra Mundial
Desde o fim da II Guerra Mundial nunca se verificou tanta violência quanto em 2011. A constatação é do Instituto para a Investigação dos Conflitos de Heidelberg, Alemanha, segundo o qual eclodiram 20 guerras, superando o funesto recorde de 16 no ano de 1993. Houve também outros 38 conflitos com uso maciço da violência, sendo a maior parte deles no Oriente Médio e na África. Os investigadores incluíram no cômputo o conflito do Estado mexicano contra os cartéis da droga, que ganhou dimensões de guerra civil. Cabe perguntar: não poderia ser também considerado início de conflito insurrecional a luta da polícia contra grupos criminosos que controlam a droga nos morros do Rio de Janeiro e em bairros de São Paulo?
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Destacado alarmista climático confessa fraude e renuncia
O hidrologista norte-americano Peter Gleick [foto] — um dos arautos da teoria do aquecimento global causado pelo homem — assumiu de público que se fez passar por outra pessoa a fim de denegrir os que denunciam as fraudes sobre o aquecimento do clima. Ele enviou a órgãos oficiais documentos que ele atribuiu falsamente ao Instituto Heartland, destacado grupo que denuncia fraudes do ambientalismo catastrofista. Gleick foi condenado publicamente pela União Geofísica Americana e renunciou ao seu cargo no Pacific Institute, na Califórnia. Mais um golpe desmoralizador contra esta ofensiva fraudulenta e pseudocientífica.
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segunda-feira, 23 de abril de 2012
Realidade, esta coisa tão necessária...
Hélio Dias Viana (*)
Embora esta seja a realidade do Brasil — a qual é reconhecida inclusive pelos próprios esquerdistas, que reclamam hoje de uma guinada à direita —, não se entende por que quase todos os candidatos aos mais altos cargos são de esquerda e, quando não o são, fazem tantas concessões a essa orientação que não se sabe bem o que dela os separa.
O resultado é que estamos sendo governados por pessoas que parecem cegas quanto à situação real deste país, que ainda tem muito de conservador, e que vão avançando como se vivêssemos no oposto. O que constitui uma temeridade, pois, por mais que os atuais governantes se sintam apoiados pelas instâncias do mundo oficial e pelos meios de comunicação, nenhum governo se mantém estavelmente sem o apoio da opinião pública, a não ser numa ditadura, e assim mesmo por tempo não muito longo.
Mas essa cegueira parece não ser apanágio apenas de governantes. Em entrevista à TV Estado, o conhecido jornalista francês Gilles Lapouge declarou que, se fosse diretor de jornal, sua primeira providência seria mandar os repórteres para a rua, a fim de conversarem com as pessoas e verem a realidade do dia-a-dia. A partir daí redigiriam as notícias, e não ficariam mais nas redações elaborando matérias cerebrinas sem nexo com a vida real.
O que se depreende de suas observações é que inúmeros jornalistas vêem a realidade mais ou menos como os nossos governantes, ou seja, como algo supérfluo. Porém, mesmo adotando essa falsa visualização, deveriam lembrar-se do que disse o ímpio Voltaire: “o supérfluo, esta coisa tão necessária”.
Qual poderá ser o resultado de tudo disso?
Creio que pelo menos boa parte da resposta se encontra no que sucede nos EUA. Ali — para dar apenas um exemplo — o ex-candidato católico de discurso “politicamente incorreto” Rick Santorum [foto], que era considerado por isso mesmo sem nenhuma chance, ameaçou suplantar seu rival Mitt Romney para disputar com Obama a presidência. E sua ascensão veio se afirmando na razão direta em que subia o tom conservador de sua fala. Mesmo que ele tenha desistido da disputa eleitoral, o fato concreto é que sua campanha pôs em realce a enorme força e empuxe do conservadorismo americano.
Pois bem, nos EUA do século XXI, no qual se mostra uma forte corrente de opinião conservadora, que por muitos aspectos se diria “ultramontanizada”, o presidente Obama continua a pisar obstinadamente no acelerador em direção à esquerda, como se não visse que diante dele se ergue essa enorme barreira, em face da qual a única atitude sensata seria frear. Sua última “acelerada” foi o decreto obrigando as instituições — inclusive as católicas — a financiar medidas anticoncepcionais e abortivas para os seus funcionários, o que gerou um clamor nacional de grandes proporções. Pelo menos 181 Arcebispos e Bispos se declararam fortemente contrários à medida, sendo acompanhados por mais de 2.500 líderes de diversas confissões religiosas.
No Brasil, um claro e recente “avançar contra a barreira” foi, por exemplo, a nomeação para o Ministério de Eleonora Menicucci [foto]— antiga companheira de prisão da presidente Dilma —, a qual, entre outras coisas extremamente chocantes, declarou ter praticado dois abortos e aprendido como executá-los.
Manter, a qualquer custo, um regime falido
Resta perguntar por que tanta pertinácia da esquerda em continuar avançando, ao invés de imitar os beduínos que, diante da tempestade de areia no deserto, se deitam com seus camelos até a tempestade passar. A resposta parece ser que, no árido e imenso deserto no qual a esquerda se encontra, não lhe restaria outra saída senão continuar avançando, mesmo ao preço de perder parcelas cada vez maiores do grande público, pois se não fizer progredir as causas revolucionárias, acabará desapontando suas próprias bases e ficando à deriva.
Nesse sentido, pode-se admitir que a manutenção a todo custo do esfarrapado regime comunista em Cuba foi tão-só para conservar acesa a chama revolucionária nas bases esquerdistas no mundo inteiro, mais especialmente da América Latina.
Mas essas mesmas bases devem agora entender que o problema que se põe atualmente para o comunismo cubano é o da sobrevivência. Assim, como sucedeu com a China, chegou o momento de — sem prejuízo do regime comunista da geriatria cubana — estabelecer ao mesmo tempo na ilha-prisão um arremedo de livre mercado segundo a “fórmula chinesa”. É o que está sendo esboçado na região em que se localiza o porto de Mariel.
Para o êxito desta nova manobra não faltarão as bênçãos do Cardeal Dom Jaime Ortega, Arcebispo de Havana, e abundante dinheiro do Brasil — aplicação tão distante de tantas de nossas reais e prementes necessidades.
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(*) Helio Dias Viana é colaborar da Agência Boa Imprensa (ABIM)
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segunda-feira, 16 de abril de 2012
Cardeal Mindszenty — 120 anos
Herói da resistência anticomunista, o Cardeal József Mindszenty foi Arcebispo-Príncipe de Esztergom e Primaz da Hungria. Mesmo preso pelo regime comunista [foto ao lado], cruelmente torturado e obrigado a ausentar-se de seu povo, jamais dobrou os joelhos diante da tirania vermelha.
Hoje em dia, quando a Hungria vem sendo perseguida por órgãos internacionais pelo fato de ter adotado uma Constituição contrária ao comunismo, ao aborto e ao “casamento” homossexual e ter rememorado as glórias de seu passado cristão, a figura do Cardeal Mindszenty paira sobre a nação como uma bênção e uma inspiração.
Em homenagem pelos 120 anos do nascimento desse imortal Purpurado — nascido em Csehimindsent (Áustria-Hungria), em 29 de março de 1892, e falecido em Viena (Áustria), em 6 de maio de 1975 —, reproduzimos o trecho de artigo de Plinio Corrêa de Oliveira, publicado na “Folha de S. Paulo” em 10-2-1974, sob o título: A glória, a alegria, a honra...
Comemora-se neste ano [1974] o 25º aniversário de sua encarceração pelos comunistas. Ficou célebre a fotografia [a cima] que o mostra no banco dos réus com olhar aterrado mas inquebrantável na resolução de cumprir até o fim seu dever. O mundo inteiro viu essa fotografia, e estremeceu de horror e de admiração. Veio depois o rápido intermezzo da sublevação anticomunista. E começou então para Mons. Mindszenty o longo cativeiro na embaixada norte-americana.
Cativeiro no qual — ó mistério! — lhe era vedado o contato até com os habitantes do edifício. Mas, como coluna solitária no meio das ruínas de sua pátria, Mons. Mindszenty permanecia de pé, continuando na sua conduta as grandezas religiosas e nacionais do reino de Santo Estêvão, e preparando, por seu exemplo, a ressurreição de seu povo".
Hoje em dia, quando a Hungria vem sendo perseguida por órgãos internacionais pelo fato de ter adotado uma Constituição contrária ao comunismo, ao aborto e ao “casamento” homossexual e ter rememorado as glórias de seu passado cristão, a figura do Cardeal Mindszenty paira sobre a nação como uma bênção e uma inspiração.
Em homenagem pelos 120 anos do nascimento desse imortal Purpurado — nascido em Csehimindsent (Áustria-Hungria), em 29 de março de 1892, e falecido em Viena (Áustria), em 6 de maio de 1975 —, reproduzimos o trecho de artigo de Plinio Corrêa de Oliveira, publicado na “Folha de S. Paulo” em 10-2-1974, sob o título: A glória, a alegria, a honra...
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“O bom pastor dá a vida por suas ovelhas” (S. João 10,11).
Nestes tristes dias, marcados por sua destituição [por Paulo VI] do Arcebispado de Esztergon, o Cardeal Mindszenty mais uma vez deu provas de que é um bom pastor, representante genuíno e íntegro do Bom Pastor por excelência. Para lutar contra o comunismo, que reduziu à miséria espiritual e material as suas ovelhas, o Purpurado magiar acaba de sofrer o último sacrifício. E talvez o mais doloroso.Comemora-se neste ano [1974] o 25º aniversário de sua encarceração pelos comunistas. Ficou célebre a fotografia [a cima] que o mostra no banco dos réus com olhar aterrado mas inquebrantável na resolução de cumprir até o fim seu dever. O mundo inteiro viu essa fotografia, e estremeceu de horror e de admiração. Veio depois o rápido intermezzo da sublevação anticomunista. E começou então para Mons. Mindszenty o longo cativeiro na embaixada norte-americana.
Cativeiro no qual — ó mistério! — lhe era vedado o contato até com os habitantes do edifício. Mas, como coluna solitária no meio das ruínas de sua pátria, Mons. Mindszenty permanecia de pé, continuando na sua conduta as grandezas religiosas e nacionais do reino de Santo Estêvão, e preparando, por seu exemplo, a ressurreição de seu povo".
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terça-feira, 10 de abril de 2012
FARC e MST
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MST destrói fazenda no Pará
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Hélio Dias Viana (*)
Algo semelhante ocorre agora na comissão encarregada da reforma do Código Penal brasileiro. Ao prever os crimes de terrorismo, ela eximiu cuidadosamente o MST, cujas práticas contrárias às leis e à Constituição não configuram outra coisa. Mas como lhe afixaram malandramente a etiqueta de “movimento social”, esta prevalece para acobertar os seus atos criminosos.
Por outro lado, é preciso ser míope para não ver as analogias existentes entre as FARC e o MST, movimentos que inclusive já estiveram lado a lado no Fórum Social de Porto Alegre e cujo objetivo comum é derrubar a atual ordem sócio-econômica dos respectivos países onde atuam para substituí-la pelo socialismo marxista.
E curiosa contradição de governos que se dizem contrários à ditadura e desejosos de consolidar a democracia, mas que favorecem ao mesmo tempo movimentos criminosos que atuam para nos conduzir – e ao Continente – à pior de todas as ditaduras.
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(*) Helio Dias Viana é colaborar da Agência Boa Imprensa (ABIM)
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sexta-feira, 6 de abril de 2012
A Cristo a glória e o Império
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O círio Pascal com cinco cravos lembra as
cinco chagas de Nosso Senhor ressuscitado. Com a Cruz recorda a nossa redenção.
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Pe. David Francisquini (*)
Nesse sentido, é lapidar do pensamento de São Paulo Apóstolo: “Purificai-vos do velho fermento, para que sejais uma nova massa, agora que já sois ázimos; pois, Cristo nosso cordeiro pascal, foi imolado. Celebremos, portanto, a festa, não com o fermento velho nem com o fermento da malícia da corrupção, mas com os ázimos da sinceridade e da verdade”. (I Cor. V, 7-8).
O tempo pascal se reveste de beleza única. A Igreja como verdadeira mãe manifesta seu aspecto jubiloso e triunfante. Muito mais do que em qualquer outro tempo litúrgico, o culto católico apresenta-se de modo solene, grandioso, festivo, majestoso, o que contrasta com o tempo de penitência, de tristeza e de jejum em voga na quaresma e, sobretudo, na Semana Santa.
A Igreja parece não encontrar em seus cânticos outra manifestação de júbilo a não ser Aleluia. O círio Pascal com cinco cravos lembra as cinco chagas de Nosso Senhor ressuscitado. Com a Cruz recorda a nossa redenção.
Com o alfa e o ômega, manifesta a divindade de Jesus, que é o princípio e fim de todas as coisas. E com o ano atual que celebra a Páscoa, esse ano está iluminado com a luz de Cristo, triunfador do gênero humano.
Essa luz do círio lembra que ele é verdadeiramente Rei. O círio aceso nos fala da grandeza e da sublimidade dessa luz que brilhou nas trevas, cujas trevas a rejeitaram, mas que para os cristãos renovados pela graça, comemoram com alegria esse tempo que transluz a beleza e a superioridade de Cristo ressuscitado, com suas chagas que são diademas de seu triunfo e de sua realeza: Porque dele são os tempos e os séculos. A Ele a glória e o Império, por todos os séculos da eternidade. Amém.
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(*) Sacerdote da igreja do Imaculado Coração de Maria, Cardoso Moreira - RJ
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quinta-feira, 5 de abril de 2012
“Vã seria nossa religião”
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| Representações da Vida, Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo [click para ampliar] |
Pe. David Francisquini (*)
A comemoração da Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo desperta na alma do fiel a idéia de que, ao nos regenerar, nosso Divino Salvador procedeu como um general que toma de assalto uma fortaleza e derruba suas sentinelas, libertando-a do cativeiro quatro vezes milenar do demônio.
Após morrer pela nossa eterna salvação, Nosso Senhor prova sua divindade de maneira altissonante, superior à maldade de seus inimigos, ao afirmar que depois de três dias ressuscitaria, lembrando o fato histórico ocorrido com o profeta Jonas que permaneceu durante três dias e três noites no ventre da baleia.
Em vida, nosso Divino Redentor ressuscitou os mortos. Mas eis o maior portento: ressuscitou a Si mesmo. Por sua própria virtude e poder, aquele corpo, que três dias antes era todo ele uma chaga, se erguera triunfante e glorioso, impassível e imortal, deixando aturdidos os guardas que vigiavam o sepulcro.
A Ressurreição de Nosso Senhor é o fundamento das verdades de nossa Fé. Segundo São Paulo, “se Cristo não tivesse ressuscitado, vã seria nossa religião”. Atestada na ocasião por centenas de pessoas, a Ressurreição apresenta-se como argumento irrefutável da veracidade da religião católica.
Para o povo hebreu, a Páscoa estava ligada à passagem do Anjo exterminador dos primogênitos do Egito que poupou a casa dos hebreus tingindo a soleira da entrada com o sangue do cordeiro sacrificado. Mas o verdadeiro Cordeiro de Deus nos libertou da escravidão infame do pecado, do demônio e da morte eterna.
A Páscoa dos judeus foi assim prefigura da Paixão e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo. E como eles, em solenes cerimônias, imolavam e comiam o cordeiro assado ao lúmen, também Nosso Senhor se imolou pelos nossos pecados, dando-nos como comida o seu corpo e como bebida o seu sangue.
As portas do Céu, que estavam até então cerradas pela culpa original de nossos primeiros pais, se reabriram com a morte cruenta de Jesus na Cruz. É essa mesma morte que se renova de modo incruento na Santa Missa, o sacrifício da Nova Lei. A confissão e a comunhão freqüentes fortalecem o fiel e são penhor de sua futura ressurreição, quando selará seu triunfo sobre o demônio, a morte e o pecado.
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(*) Sacerdote da igreja do Imaculado Coração de Maria, Cardoso Moreira - RJ
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terça-feira, 3 de abril de 2012
De Henrique IV a Raul Castro
Hélio Dias Viana (*)
Na esteira dos acontecimentos relacionados com a recente visita de Bento XVI a Cuba, a imprensa noticiou que em atendimento a um pedido do Sumo Pontífice, o regime comunista e ateu de Cuba decidiu decretar que a próxima Sexta-Feira Santa será feriado na ilha-prisão.
Para quem conhece a índole do regime comunista, negador de todos os Mandamentos do Decálogo e da Lei Natural, essa concessão do tirano Raul Castro nos remete ao fato histórico sucedido em 25 de julho de 1593, quando o rei calvinista Henrique IV, para fazer-se aceitar pelos católicos franceses, teria se “convertido” por segunda vez ao catolicismo, afirmando: “Paris vale bem uma Missa”.
Em fidelidade não só às raízes igualitárias herdadas do protestantismo, mas também às táticas que os fautores do erro costumam usar ao longo da História para conseguirem prevalecer, Raul Castro bem poderia agora dizer: “Cuba vale bem uma Sexta-Feira Santa”.
E enquanto nesta nossa “civilização da imagem” as palavras que Bento XVI pronunciou sobre Cuba tenderão a cair no olvido, o mesmo não sucederá com as suas vistosas fotografias com Raul e Fidel Castro, as quais, negadas aos dissidentes, que queriam posar ao lado do Sumo Pontífice, continuarão sendo exploradas largamente pela propaganda comunista para impressionar em seu favor o infinito número de estultos que imaginam que a essência do comunismo mudou ou pode algum dia mudar.
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(*) Helio Dias Viana é colaborar da Agência Boa Imprensa (ABIM)
sábado, 31 de março de 2012
Azares do governo Dilma
Hélio Dias Viana (*)
Há poucos meses, quando Dilma foi participar de uma reunião do Mercosul no Uruguai, um jovem assessor econômico da presidente Cristina Kirchner foi encontrado morto no guarda-roupa de seu apartamento, no mesmo hotel onde se realizava a reunião. Cristina Kirchner sentiu-se mal e teve de receber atendimento médico. Pode-se imaginar o clima reinante no restante da reunião.
Recentemente, na Alemanha, um fato pequeno mas intrigante: enquanto a presidente Dilma dava uma entrevista no saguão do hotel onde se realizaria uma importante reunião sobre assuntos econômicos, uma peça metálica lhe caiu sobre o pé, arrancando-lhe um grito lancinante. Por que justo naquele momento e naquele pé, diante de milhões de telespectadores?
Agora ela vai à Índia para uma reunião do Brics e se depara com a cena aparecida em todos os jornais: um tibetano que em Nova Delhi ateia fogo à própria roupa a fim de protestar pela presença do ditador chinês à reunião e exigir liberdade para o Tibet. Levado a um hospital, ele morreu um dia depois.
Coincidências? Fica a cargo do leitor levantar hipóteses.
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(*) Helio Dias Viana é colaborar da Agência Boa Imprensa (ABIM)
terça-feira, 27 de março de 2012
Em jornal católico, padre contradiz doutrina da Igreja
Heitor Abdalla Buchaul
Causou enorme indignação nos católicos belgas o artigo intitulado Também convidados à fidelidade, publicado no jornal “Dimanche Express”, o qual é distribuído nas paróquias da diocese de Bruxelas e da Valônia, região francofônica da Bélgica .
No referido artigo, escrito pelo padre jesuíta Charles Delhez, responsável pela Capelania da Universidade Notre-Dame de la Paix, em Namur, os pseudocasais homossexuais são convidados à fidelidade, o que demonstra explícita contradição com o Magistério da Igreja. Vejamos alguns trechos.
“Há muito tempo a Igreja teve um discurso duro sobre a homossexualidade, baseada nos escritos do velho e do novo Testamento [...] estes textos hoje são colocados em seu contexto e não mais considerados como trazendo uma resposta de fé à questão homossexual". Ele cita a seguinte assertiva do padre lazarista francês Bernard Massarini: “A homossexualidade é uma realidade experimentada por pessoas que tentam vivê-la de forma responsável".
O Pe. Delhez, que no início de seu artigo relativiza e adultera a posição do Evangelho sobre o homossexualismo, usa o mesmo Evangelho para justificar a sua posição: “É necessário escutar o apelo do Evangelho — amar em verdade —, apelo endereçado a todas as pessoas, qualquer que seja a sua orientação sexual”.
Agora vejamos a parte mais estarrecedora de tudo o que foi escrito: "É necessário dar à união homossexual as mesmas chances de fidelidade e de duração que aos casais heterossexuais".
Façamos uma simples análise. O sexto mandamento da Lei de Deus ordena “não pecar contra a castidade". Segundo a doutrina católica, toda relação sexual fora do matrimônio constitui pecado grave; logo, não havendo nenhuma possibilidade de reconhecimento de um pseudo casamento entre pessoas do mesmo sexo — o que o próprio Pe. Charlez Delhez reconhece —, as pessoas com tendências homossexuais são convidadas a viver em castidade, vencendo tais tendências desordenadas. O homossexualismo — ou seja, a prática do ato homossexual — é considerado pecado grave “que Brada ao Céu por Vingança”, de acordo com o Primeiro Catecismo da Doutrina Cristã (Editora Vozes, Petrópolis, 1951, p. 25).
Quando um sacerdote defende o oposto ao que prega a Santa Igreja, não é demasiado lembrar aqui as palavras de Paulo VI: “Por alguma fissura a fumaça de Satanás entrou no Templo de Deus [...] a dúvida entrou em nossas consciências e ela entrou pelas janelas que deveriam estar abertas para a luz; [...] Na Igreja também reina esta incerteza. Nós críamos que após o Concílio viria um dia ensolarado para a historia da Igreja. Veio o contrário...” (Alocução Resistite fortes in fide , de 29 de Junho de 1972) .
Resta-nos resistir com firme esperança na intervenção divina na triste situação atual.
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(*) Heitor Abdalla Buchaul é colaborar da ABIM
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sábado, 24 de março de 2012
A aparência e a realidade
Hélio Dias Viana (*)
Na realidade, os desesperançados da foto não são os invasores de Pinheirinho, tão afagados pela esquerda, mas alguns dos treze dissidentes que a polícia de Fidel e Raúl Castro enxotou neste último fim de semana de uma igreja de Havana. Eles fazem parte dos 11 milhões de cubanos que vivem de modo permanente “debaixo da ponte” da miséria a que os relegou o regime comunista e protestavam pacificamente para chamar a atenção da opinião pública mundial ante a iminente visita de Bento XVI à ilha-prisão.
O pedido à polícia foi feito pelo cardeal D. Jaime Ortega, Arcebispo de Havana, sendo os dissidentes conduzidos a uma delegacia, fichados e depois liberados. Em declarações ao “Washington Post”, o líder deles (em destaque na foto), Fred Calderón, declarou que a polícia os tratou com brutalidade, contrariamente ao que foi noticiado.
Seja como for, fica patente o seguinte: no Brasil, até alguns anos atrás, as igrejas do ABC eram gentilmente cedidas para as concentrações de Lula e dos metalúrgicos, que visavam à desestabilização da sociedade; em Cuba, como o regime já é a realização daquilo que Frei Betto e seus comparsas, bem como importantes setores do PT desejavam implantar no Brasil – ou seja, o comunismo –, aqueles que ousam manifestar-se contra ele nas igrejas são expulsos pelo cardeal. Conclusão: cá e lá, a mesma colaboração há.
Em tempo: A situação para as Damas de Branco – opositoras do regime cubano, do qual exigem respeito aos direitos humanos – não está propriamente idêntica às suas vestes. Setenta delas foram presas. As prisões iniciaram-se no sábado, dia 17 e se prolongaram no domingo, quando várias foram detidas pouco depois de saírem de uma igreja onde assistiram à missa. Elas pedem para serem recebidas por Bento XVI, “ainda que seja só por um minuto”, pois do contrário haverá o risco de o Sumo Pontífice encontrar-se apenas com os carcereiros do povo cubano.
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(*) Helio Dias Viana é colaborar da Agência Boa Imprensa (ABIM)
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